Arquivo de Fevereiro, 2014

Ainda na onda geopolítica putiniana, eis um achado da Rússia Czarista. Fruto do trabalho MUITO BEM-FEITO de Sergey Mihailovitch Prokudin-Gorski, as fotos registradas datam de 114 ANOS ATRÁS. Nas palavras do site Metamorfose Digital (http://www.mdig.com.br) Sergei “criou uma câmera capaz de realizar uma série de 3 fotos monocromáticas em uma rápida sequência, cada uma usando um filtro RGB diferente. Depois ele projetava as três fotos com a luz da cor adequada que tornava possível reconstruir a cena com todas as cores originais.
O processo inventado por ele era tão incrivelmente avançado para a época, que não existia um mecanismo capaz de imprimir ou revelar essas fotos. Isso só se tornou possível, quando 4 anos depois da sua morte, a Biblioteca do Congresso dos EUA comprou as placas de seus herdeiros e, ainda assim, o mundo teve que esperar até 1980 para ver algumas poucas fotografias e até 2001, quando aí sim, a chegada da tecnologia digital permitiu então restaurar e revelar estas obras primas da fotografia mundial.”

– Isfandiyar Jurji Bahadur, Cã do protetorado russo de Khorezm (agora uma parte do Uzbequistão moderno) sentado ao ar livre, em 1910
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– Vista geral da Catedral Nikolaevskii no sudoeste de Mozhaisk em 1911

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– Um operador de ferrovia posa na Transiberiana, perto da cidade de Ust Katav no Rio Yuryuzan, em 1910
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– Um grupo de crianças judias com um professor em Samarkand, no Uzbequistão moderno, em 1910
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– Um cão descansa na costa do Lago Lindozero, em 1910.
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– Alternadores fabricados em Budapeste, Hungria, na sala de geradores de uma usina hidrelétrica em Iolotan, Turcomenistão, no rio Murghab, em 1910.

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– Um menino se apóia em um mourão de madeira em 1910

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– Construindo leito do concreto para a eclusa da barragem, em 1912. Os trabalhadores e supervisores posam para uma fotografia em meio a preparativos para despejar cimento para construir a fundação da barragem no rio Oka perto de Beloomut
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– Vista geral do cais em Mezhevaya Utka, em 1912

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Leia mais em: 33 raras fotos históricas coloridas da Rússia czarista – Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=30689#ixzz2uZ3Qu4u4

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“Na Ucrânia, a parcela – uma enorme fatia da população do País – que tomou o escritório do ex-primeiro-ministro Victor Yanukovich na noite de sexta-feira, 21, na capital Kiev, e no domingo, 23, a mansão particular do líder deposto – já estatizada –, é chamada de fascista pela ala ucraniana pró-Rússia ou de diversos movimentos de esquerda alastrados pelo mundo. São fascistas, conservadores ou elite e neste cenário a imprensa ocidental, segundo declaram, coopera com um golpe neonazista no Leste Europeu ao demonizar o governo Yanukovich, que em novembro de 2013 anunciou que a Ucrânia não assinaria acordo com a União Europeia e ainda articulava reforçar a aliança política com a Rússia de Vladimir Putin. É conversa fiada de quem ainda lê o mundo da esquerda para a direita.

À parte de meses de manifestação popular, violência, mortes, derrubada de líderes do alto escalão do governo e do próprio Yanukovich, além de ameaças de Washington e Putin brincando de ‘vaca-amarela’ enquanto se auto glorificava pelas Olimpíadas de Inverno de Sochi, a Ucrânia sofre com os resquícios tanto da Guerra Fria como do imperialismo russo, afinal, foram mais de 70 anos sob domínio da extinta, porém nunca esquecida, União Soviética.

Historiadores dizem que a Ucrânia, mesmo ainda enquanto nação subjulgada, queria ser a Rússia quando eventualmente possuísse autonomia política e econômica. Sem chances. De um território inóspito, coberto de neve, à próspera “colônia” soviética, a Ucrânia enfrentou a truculência de Lênin, o infortúnio da Segunda Guerra Mundial e o desastre nuclear em Chernobyl. No entanto, sobreviveu ao colapso da União Soviética em 1991, se tornou um Estado soberano e, hoje, se sobressai em relação aos países vizinhos do Leste Europeu, uma região que parece estar eternamente machucada pela ocupação comunista em décadas passadas.

O cenário da Ucrânia no século 21 é um país ideologicamente dividido, parte da população, que habita principalmente o Leste e Sul, ainda tem o russo como língua oficial, gosta e quer a tal aproximação proposta por Yanukovich com a Rússia do Putin. Na análise do jornalista Natalio Cosoy, da BBC, existe, sim, um sentimento de nostalgia dos anos da integração soviética. Do outro lado, e minada em todo o território ucraniano, há a parcela que vê mudanças se o País se juntar à União Europeia e avançar nas relações comerciais com o mundo. Atualmente, a Ucrânia ainda depende da Rússia para abastecer-se de gás e para quem mais exporta produtos e serviços.

Mesmo com Yanukovich deposto pelo Parlamento e o anúncio de eleições para maio deste ano, há rumores de uma real possibilidade da divisão da Ucrânia e, consequentemente, uma guerra civil estaria em curso. Pior ainda é quando se especula sobre uma nova versão da Guerra Fria no mundo, em que a Ucrânia está geograficamente posicionada para jogar ou pelos Estados Unidos, Rússia, China ou a União Europeia, ‘blocos’ que eventualmente dividiram o mando no globo. Neste mapa, o indivíduo independente se é do leste pró-Russia ou a favor da abertura política do País ao ocidente passa a ser apenas ucraniano, que de qualquer forma sofrerá as consequências da História, simplesmente por estar ali. Os mais de dois meses de manifestações em Kiev não foram em vão, ao menos não para início de conversa. E para o futuro, a longo prazo. Foi em vão?

É a agitação popular nos extremos no planeta. Na Ucrânia, o povo, os tais fascistas, o mesmo rótulo dado aos manifestantes em Caracas, na Venezuela, contra a ditadura de Nicolás Maduro, ocupam os prédios da administração local, ocupam a emblemática praça Maidan e pressionam Yanukovich para não ser um mero assecla de Putin e fechar o País a um diálogo plurilateral. No Brasil, o povo também pula, até dança, comemora e se ‘acaba’ nas ruas, mas é apenas o Carnaval.”

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Erick Tedesco é jornalista e historiador. E-mail: tedesco@tribunatp.com.br.

OLHO:

A Ucrânia ainda depende da Rússia para abastecer-se de gás

Cade a Coreia do Norte?

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Eis mais uma consequência da ditadura dinástica Kim (Avô Il-Sung, papai Yong-Il e filhão Jong-un). Racionamento de energia elétrica em prol do programa militar que só na cabeça deles resolve algo. Na próxima missão de 007 por lá, Q deve projetar uma lanterna de bateria infinita – ou de um Nokia tijolão!

 

Existem duas coisas ilimitáveis no comportamento nerd: a devoção à Star Wars e manipulação de fotos. E juntando-as em fotos do século?

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http://www.omachoalpha.com.br das galáxias!

Aluno é assim: No momento oportuno rotula o professor, faz piada e satiriza para os colegas pelas costas.

 

Mas quem disse que nós aguentamos calados?

 

Não se vive sem Parafernalha!

“Acabou a baderna. Encontraram o grande financiador do movimento. Já foi provado que membros do PSOL doaram 150 reais para se realizar uma ceia de Natal para mendigos e o dinheiro foi usado para comprar várias rabanadas. Como se sabe, poucas coisas são mais letais que uma rabanada na cara, especialmente se ela estiver dormida.

Muita gente já deve ter morrido a golpes de rabanada do PSOL. Isso porque o pessoal não declarou o panetone. Um panetone é uma arma branca! Ainda mais se for daqueles bem duros, da Visconti. Quando pega na testa, mata na hora. Mas não vai mais matar ninguém. A fonte secou!

Engraçado pensar que alguns acreditavam que o motivo da revolta de junho era a insatisfação popular. Finalmente ficou provado que não. O povo está muito feliz. Eduardo Paes já aumentou a passagem de novo. E não vai dar em nada. O povo não tem problema nenhum com aumento de passagem. O povo não tem problema nenhum com nada. Quem inventa problema é a esquerda caviar. O povo está feliz. Sempre esteve.

Detalhe: ao exumarem o corpo de Josef Stálin, descobriu-se que em sua farda, no bolso esquerdo, havia uma estrela na qual podia-se ler as impressões digitais de Iran Kruschewsky, assessor de Stálin, cuja filha primogênita, Anna Nicolaievna, foi amante de Miriam Pletskaya, embaixatriz da extinta Tchecoslováquia cujo filho, Benjamin Berndorff, tem as mesmas iniciais de Bruno Bianchi, ortopedista brasileiro nascido em 1967, mesmo ano em que nasceu o deputado Marcelo Freixo. Procurado, o deputado negou qualquer envolvimento com o regime stalinista.

‘Não acho que o ano em que eu nasci seja um dado relevante para tecer esse tipo de conexão estapafúrdia’, afirmou o deputado, saindo pela tangente. A palavra ‘estapafúrdia’, no entanto, já havia sido usada por José Sapir, meu cunhado, para designar a roupa que uma senhora usava em Copacabana, bairro do Rio de Janeiro, cidade onde nasceu Oscar Niemeyer, stalinista confesso. Ou seja…

A legislação vai mudar, graças a Deus (e à Dilma). Não vamos mais tolerar baderna. A ex-guerrilheira, quem diria, vai baixar o AI-5. O Brasil finalmente está virando um país sério: bandido preso no poste, Polícia Militar ameaçando Porta dos Fundos, leis antiterrorismo. O caminho se abriu. Este é o ano em que Bolsonaro vai assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos. Chegou o momento, Capitão! Em abril, nossa revolução faz 50 anos.”

(Gregorio Duvivier)

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Vela Sustentável

Posted: 14/02/2014 by sobziro in Uncategorized
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Para alegria dos ambientalistas, fiéis e surfistas! Ideia de Benjamin Shine

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OBS: O pavio continua na parte de baixo

Fonte: http://www.updateordie.com/