Arquivo de Julho, 2011

Registro dos Primórdios

Posted: 28/07/2011 by sobziro in Ctrl C/Ctrl V, Geral, Humor
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Imagens que revelam algumas origens, para o bem ou para o mal.

Antes de pensarem no palhaço e no refri aguado

Má ôe! Acho que não levo jeito pra reservista! Hi!

‘Há um projeto de construir um tal de Cristo Redentor por aqui. Será?

Esse bebê guti-cuti guiou a Alemanha com o rótulo de Führer.

A morada do rato e do pato mais famosos do mundo dos desenhos

Antes do baterista pinguim de geladeira surgir…

Poderia ser mais um presídio, mas infelizmente é Brasília

Um negócio arriscado em 1999.

Pra você que reclama da conexão de 1mb travando

Assim não dá, companheiro!

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Balé pra macho!

Posted: 26/07/2011 by sobziro in Geral, Humor
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#isenbeck

Pra encerrar a semana comemorativa do Rock (espero que haja outra ano que vem), a blog traz a você, indeciso leitor e ‘ouvidor’, como foi difícil e encantável a evolução e a revolução que o ritmo causou no mundo, polarizados pelos artistas dos EUA e do Reino Unido, na maior parte das vezes com disputas saudáveis pelo topo das paradas. Os documentários que registraram e comentaram esse ‘great’ período do breve século XX são incontáveis em quantidade, mas raros em qualidade e justiça, seguem abaixo dois indispensáveis.

Seven Ages of Rock (Episódios 6 e 7)

Nada contra os cinco episódios dessa coletânea: o vacilo de não tê-los visto é o fator excludente momentâneo, assim que for completada a missão com certeza serão indicados e comentados. Os episódios finais dão o tom da consagração do rock nos anos 80 e 90 no cenário americano e inglês.

O episódio 6, intitulado Left of the Dial, mostra como o cenário grunge, onde Nirvana e Pearl Jam se consagraram, foi moldado nos E.U.A. Influenciados pelo momento histórico do país (a Era Reagan, o fim da Guerra Fria, o boom das rádios universitárias), bandas como o R.E.M. e o Black Flag faziam seus burburinhos em bares e casas noturnas, se deslocando em vans apertadas e ganhando mixaria.

E esse era o principal intuito dos grupos, ou seja, ganhar a vida no cenário underground o mais distante possível dos holofotes, e consequentemente da música comercial. Com Pixies e Mudhoney dando seu acréscimo musical (melodias com altos e baixos) e o estilo cool do Sonic Youth e The Replacement, a cidade de Seattle serviu de bercário para as bandas que gritavam pela rebeldia e vomitavam seus males, a moda da camisa xadrez-lenhador, o cabelão desgrenhado e a bermuda rasgada.

O última parte, chamada ‘What The World is Waiting For’ aborda como o mundo inglês reagiu ao pós-punk (Sex Pistols) e o melancólico (Joy Division e The Cure). O iniciante Morissey e a trupe The Smiths dava ares de espetáculo na tv, seguido do Stones Roses com cara fechada e totalmente averso aos grandes públicos de arena, misturando o psicodélico com o ‘house’, o que dessa forma gerou o tão conhecido indie inglês.

Nos anos 90, quando as duas bandas já haviam perdido força, Oasis e Blur explodem na terra da rainha para criar uma richa à la Beatles x Stones, propondo guitarras mais suaves, letras menos viajadas e instrumentos menos barulhentos, como o violão de Wonderwall e o teclado de Girls & Boys. Aliás, a proposta de amenizar o rock deu cria a outros grupos no país, vide Coldplay, The Verve e Travis.

A Todo Volume (It Might Get Loud)

Uma reunião entre Jimmy Page (Led Zepellin), The Edge (U2) e Jack White (White Stripes) já dá uma base da intensidade musical do documentário. Fora as badaladas canjas, o diretor Davis Guggenheim reuniu depoimentos dos mesmos sobre a época em que entraram no mainstream do Rock, relatando o processo de produção das canções e discos, as inovações em suas guitarras, revendo os lugares onde começaram.

Além de fotos inéditas dos artistas em seus primórdios, o documentário permite ao telespectador ver e ouvir outros sons que determinaram o caminho de cada um dos guitarristas, desde o blues americano até os festivais na BBC dos anos 60.

três gerações musicais em uma foto…vai encarar?

O Dia do Rock

“O rock’n’roll é encarado por algumas pessoas conservadoras e leigas como um movimento musical de rebeldia e protesto. Aliás, o rock com guitarras elétricas, que nasceu em meados dos anos 50 do século passado, ganhou notoriedade do público jovem que rompia com a formalidade e suavidade da música dos anos 40. O público jovem que interagia com o rock energético de letras que retratavam aspectos daquele universo adolescente em contraposição à moral adulta, um tanto quanto severa e controladora. Motocicletas e cigarros foram símbolos de uma nova geração, além do abandono, por parte das moças, das saias rodadas de Dior e posteriormente, o uso da minissaia nos anos 60, como prelúdio do feminismo.

A atmosfera rebelde deste novo estilo que causava furor entre jovens e paulatinamente espaço na mídia torna-se ainda mais “invocado” com a imagem do ex-motorista de caminhão Elvis Presley, eternizado como o “rei do rock”. O bonitão de Mississipi também transformou-se em astro do cinema hollywoodiano e ao longo de sua vitoriosa carreira foi alvo de noticias e lendas do rock até a contemporaneidade. Elvis fazia pose de bom moço, porém envolveu-se com escândalos amorosos e problemas com drogas.

Depois de Elvis Presley nos Estados Unidos, os anos 60, lá e principalmente na Inglaterra, o rock dissipou-se em diversas vertentes, como o acid rock, rock progressivo, garage rock, rock psicodélico e muitas outras, todas abusando de guitarras sujas e postura despojada. Foi a época das primeiras associações entre o rock e as drogas, devido ao uso de LSD que muitos músicos tomavam para os shows. Apenas para referenciar com alguns dos muitos nomes de expressão desta época, Jimi Hendrix, The Who, The Doors, Grateful Dead, Frank Zappa, Iron Butterfly, entre outros.

Uma imagem do rock enquanto movimento cultural transmissor de ideias reacionárias foi o festival Woodstock, que aconteceu durante três dias de agosto de 1969, numa fazenda em Nova York, atraindo mais de 400 mil pessoas. Engajado no movimento hippie, o evento pregava paz, amor e liberdade. O evento é tido até hoje como um marco do movimento de contracultura, que questionava valores tradicionais da cultura norte-americana e também criticava a guerra do Vietnã.

Enquanto isso no Brasil, em meados da década de 60, mais exatamente em 1965, surge o movimento musical chamado Jovem Guarda, capitaneado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia. Eles apresentavam o programa de auditório, Jovem Guarda, na TV Record, cujas atrações eram nomes que se destacaram nesta fase do rock brasileiro. Apesar do rock dançante que agitou a vida de muitos jovens daquela época, não havia nada de sexo, drogas e política nas letras dos artistas do movimento tupiniquim.

A geração roqueira brasileira naquele período não era “revolucionária”. Apenas faziam rock para dançar, não protestar. Era o período de uma ditadura militar que se instaurou em 1964 e mais adiante, em 68, quando o governo estipulou o Ato Inconstitucional n.º 5, decretando fim da liberdade civil de expressão. Assim, toda produção musical passaria a ser controlada pela Ditadura, caso achassem que a letra criticava o governo, não autorizava sua publicação.

Entre 1967 e 1968, a música rebelde e contestadora no Brasil não foi o rock e sim um grupo de artistas que conceberam a Tropicália, liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, contando ainda com outros músicos como Tom Zé e Gal Costa, além do grupo Os Mutantes. Alicerçada em conceitos e propostas da Semana da Arte Moderna de 1922, o tropicalismo não aceitou o autoritarismo musical e fazia frente à Ditadura com letras subjetivas que criticavam a realidade do país naquela época. Como a memória nos ensinou, os músicos da Tropicália foram tidos como subversivos e mais tarde exilados do Brasil.

Já nos anos 80, com uma lenta e gradual abertura política no Brasil, o punk em voga lá fora (e crescendo por aqui com Garotos Podres, Cólera e Ratos do Porão), o rock tupiniquim volta a ser consciente com bandas como Ira!, Capital Inicial, Plebe Rude, entre outras, que cantavam sobre problemas sociais e questões inerentes a juventude. A Legião Urbana destaca-se entre a chamada “geração Coca-Cola”.

Estas bandas continuaram fazendo sucesso e cativando um bom público, porém no Brasil dos anos 90 perdem espaço para um rock descompromissado com a criticidade e mais voltado a temas engraçadinhos e apelos sexuais. Entretanto, no exterior, surge em Seattle o Nirvana, uma das bandas que mais inspirava rebeldia e contracultura de toda história da música, eternizado no hit “Smell like teen spirit”. No Brasil, o maior expoente do grunge foi justamente uma banda piracicabana, a Killing Chainsaw, além de Second Come e Pin Ups, da capital.

No século 21, o rock que ganhou evidência na mídia era respaldado de aparatos tecnológicos e uma indústria cultural massificadora. Muitas bandas montadas surgiram na cena musical a partir do ano 2000 auto se postando como salvadores da essência do rock com suas roupas de roqueiros anos 60/70, moldando seu som juntando elementos de várias épocas, mas sem nenhuma autenticidade. Generalizar não é a solução para o fim de conversa, portanto salienta-se que o rock definitivamente não morreu e está longe desta conversa fiada. Enquanto algumas copiam, outras recriam, aproximando o rock de outras sonoridades e experimentando, vide tantos gêneros derivados. Como outrora Lobão disse, “o rock errou”, aliás, ainda erra, mas algumas bandas o resgatam do fundo do poço e o coloca em voga para dizer que a contestação ainda tem vida longa.

TREZE DE JULHO – A data simbólica para homenagear o rock foi oficializada 24 anos atrás, pelo músico Bob Geldof, o então vocalista da banda Boomtown Rats. Foi nesta data que ele organizou o megashow Live Aid, que arrecadou fundos em prol do combate a miséria e fome da África. Paul McCartney, The Who, Black Sabbath, Dire Straits, David Bowie, Eric Clapton, Led Zeppelin, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen e Beach Boys foram alguns dos nomes que participaram do evento.”

Erick Tedesco é Jornalista (MTB 48.163) no jornal A Tribuna Piracicabana e da revista Rock Brigade

Os culpados (quem serão?)

#Rock! (Ato II – Shows)

Posted: 13/07/2011 by sobziro in Uncategorized
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Precisa de alguns exemplos do que é o verdadeiro rock? Aqui estão:

13 de Julho, uma data inesquecível para o Rock. É importante esclarecer que a data não remete ao dia de origem em que Elvis Presley, Beatles & afins surgiram com a batida, mas sim ao Live Aid, evento televisionado por todo o mundo em 1985 em prol dos pobres na África. Mas a contar desde seu experimento nos anos 40 já se foram 70 anos, e como é ótimo ver que surgiram muitas ramificações auditíveis e nem vale a pena perder tempo comentando os famosos lixos, uns que não duraram muito, outros infelizmente são resistentes a ponto de agregarem ‘fãs’ coloridos.

Por se tratar de uma data única, tentaremos homenagear o Rock durante a semana, a começar por sugestões para melhor ouvir, visualizar e compreender o movimento.

Filmes – Piratas do Rock e Aconteceu em Woodstock

Muitas coincidências marcam os dois filmes: ambos são de 2009, a época é a virada dos anos 60 para os 70 e retratam mudanças de comportamento por causa da música, ou melhor, do rock.

Os Piratas de Richard Curtis (diretor e roteirista do 1º), combateram o tédio das rádios inglesas que dedicavam apenas 45 minutos diários à música, todos amontoados em um navio à deriva na país, atraindo fãs e enfurecendo o ministro Alistair Dormandy, personagem de Kenneth Branagh. Mais do que valorizar o sentido de amizade e companheirismo, a trupe de Philip Seymour Hoffman mostra como se deve repudiar o puritanismo sem a obrigação de barricadas, brigas e palavrões.

Já a obra de Ang Lee enfoca o festival Woodstock visto por fora, na preparação, aceitação, negação e organização. Tudo gira em torno do preocupado Elliot e o motel que beira a falência de seus pais. O que era para ser um simples festival em uma chácara vizinha para alguns milhares se torna o evento gratuito que trouxe meio milhão de jovens hippies. Fora a tríade polêmica drogas-homossexualismo-nudez, os detalhes das contestações pacíficas foram muito bem explorados.

Ninet Tayeb

Posted: 10/07/2011 by zegotinha07 in All Power to the GOOD Music

Ela é de Israel, é linda, canta bem e é acompanhada por uma banda estilo Muppets chamada Red Band.

Crazy

 

Aqui mais comportada cantando High and Dry

 

Não me perguntem como que eu acho essas coisas, eu simplesmente acho.