Archive for the ‘Reflexão’ Category

Chegou o dia da formatura. Mais um ciclo se encerra e mais uma etapa foi concluída. Não antes dos imprevistos que a rotina exige e insiste em esgotá-los. Afinal, quem aqui entre os presentes, incluindo pais e direção, nunca sentiu aquele cansaço do cotidiano, ou aquela sensação de que não devia ter deixado o conforto do lar para estudar ou trabalhar?

E justamente essa rotina às vezes cansativa que se constituiu a nossa segunda família, chamada carinhosamente de classe. Foi um convívio de bons momentos – alguns difíceis é verdade – como programar ou ‘resenhar’ o que fizeram no final de semana, fazer piadas e brincadeiras na medida do saudável e da aceitação. Tudo bem que em algumas ocasiões tais ações aconteceram justo no momento em que nós, professores ‘carrascos’, precisávamos explicar o conteúdo da disciplina.

Porém, o peso desses momentos é facilmente esquecível comparado aos bons, e por isso se tornam memoráveis: o esclarecimento de dúvidas, os debates quentes, os papos pré e pós aula, os comentários pertinentes e até mesmo o ‘como é que eu escrevo mesmo?’ era bem-vindo. Aulas boas são aquelas que nem o professor vê o tempo passar e quando as falas de ambos os lados não se esgotam, apesar da minha insistência em deixar o relógio em cima da mesa.

E pensar que tudo começou com um simples estágio, quando este que vos fala estava do lado de fora da sala do 8º ano as aulas de História. Depois vieram as substituições no 9º para enfim, ‘conhecê-los de verdade’. Professores diferentes, apreensão no primeiro simulado, recuperações, exames e entender que o ritmo do colegial é outro (exclusivamente nessa ordem).

Resumindo, digamos que sociologicamente, neste três anos foi constituída uma convivência única, com comunicações vitais para o grupo social, mudanças sociais e culturais positivas, e um modo de viver foi instituído no espaço sala de aula.

Semanas atrás havia sugerido uma música para essa ocasião, Bittersweet Symphony, da banda inglesa The Verve. Uma canção constantemente mencionada e tocada em celebrações, como esta, a nossa. Vou falar sobre a mensagem da letra.

O título engana porque a Canção da Amargura diz que todo humano pode ser um milhão de pessoas da noite para o dia, mas sem perder o molde, convidando o ouvinte para uma estrada onde todas as veias se encontram, ou seja, o coração, e pedindo para os finais se encaixarem. Por mais que cada um tome rumos diferentes em 2014, não percam esse molde e não desencaixem os laços que fizeram entre vocês e conosco também.

Pensemos nisso como fim de uma etapa, porque a amizade continua! E lembranças boas serão guardadas nas memórias de vocês e de nossa. O ‘até logo’ fica para até o nosso próximo encontro. Visitas serão sempre bem-vindas.

 

Muito Obrigado e Boa Noite!

No terceiro colegial se acaba uma etapa escolar, não um ciclo de amizades

No terceiro colegial se acaba uma etapa escolar, não um ciclo de amizades

A animação foi feita por Nina Paley e mostra de modo ácido como o território palestino tem sido alvo de disputas históricas, desde os primeiros hebreus, passando por egípcios, persas, árabes e turcos otomanos. A canção usada na montagem é ‘This land is mine’, uma paródia da ‘Canção do Êxodo’, entoada a plenos pulmões na década de 1960 e 70 pelo sionismo americano, que visava expressar o direito judaico por Israel. 

Fonte: http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/07/animacao-resume-conflito-entre-palestina-e-israel-em-tres-minutos-assista/

A esmagadora maioria tem vínculo com a WWF. retirado do http://www.blogblux.com.br/

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“Vi vários colegas circulando correntes conspiratórias pela internet após “A Queda”, como ficou conhecido o episódio 7×1 do dia 8 de julho. Tolos. Mal sabem eles que a realidade é muito mais terrível do que essas tentativas falsas de causar burburinho político. Então, decidi contar.

Tomei um café, na noite desta quinta, com uma amiga que ainda estava com ressaca moral por conta do jogo no Mineirão. Ficamos conversando até tarde. Quando retornei, já a altas horas da madrugada, havia um envelope pardo na soleira da minha porta. Por estar cheio, o entregador não conseguiu passá-lo por baixo e ele estava lá, de pé, sem remetente, apenas com meu nome grafado de forma incorreta com “c” ao invés de “k”. Um erro comum, a bem da verdade.

Ao abrir, uma série de documentos, planilhas, cópias de ingressos da Copa do Mundo, fotos de Fernando de Noronha, algumas fitas K7 (pensei, aliás, que elas estavam extintas), mapas em que a Zona Oeste do Rio de Janeiro aparece destacada do resto do país e um DVD.

Uma carta impressa de quatro páginas, provavelmente em um ordinário Times New Roman 12, explicava que aquele material deveria ser usado com sabedoria. O remetente afirmou que confiava a mim o embrulho por causa dos anos em que venho cobrindo, com dignidade, o futebol.

O que não fez sentido. Porque nunca cobri futebol na vida.

Ao lê-la até o final, senti um frio subir pela espinha – daqueles que nós jornalistas sentimos quando estamos diante de nitroglicerina pura. As pernas bambearam e desabei em uma cadeira. A carta explicava que aquilo se tratava do maior escândalo do futebol mundial de todos os tempos. Minha mão tremeu e deixou cair o papel. Fiquei uns bons minutos sem ter forças para abaixar e apanhá-lo.

O DVD traz imagens de um homem alto e calvo entregando uma mala de dinheiro a outro homem também alto e totalmente careca. As planilhas traziam números de contas em paraísos fiscais e as fotos exibiam pessoas de terno rindo enquanto falavam de “goleada histórica”.

Não consegui ler todo o material ainda, mas acho que o povo brasileiro tem direito a saber que a pior derrota futebolística de sua história pode ter sido fruto de uma conspiração. Só assim, talvez, possamos voltar a dormir à noite, trocando a tristeza de um impossível 7 a 1 pela revolta contra as maracutaias políticas. Quiçá acordar o gigante.

Por isso, resumo a explicação trazida na carta. Ela deixa vários buracos, eu sei, mas, por ora, é o que posso revelar:

Uma semana antes de começar a Copa do Mundo, um emissário do Palácio do Planalto reuniu-se com a cúpula da CBF, a comissão técnica e um representante dos jogadores da seleção a portas fechadas em um escritório na praia do Botafogo. Trazia uma oferta presidencial: de que cada um deles teria isenção de impostos pelo resto de suas vidas se ganhassem a Copa, o que – segundo ele – ajudaria a reeleição. O PT iria não apenas aprovar uma lei garantindo isso aos “campeões do Hexa” como também depositaria um adicional de R$ 10 milhões na conta de cada jogador, além de um Honda Civic preto. Por fim, cada um também teria direito a um aperto de mão, um autógrafo e uma foto com o ex-presidente Lula.

Ninguém especificou de onde viriam os recursos. A frase “dane-se que é dinheiro de creches” foi ouvida de relance em uma das conversas reservadas ao final da reunião. Quando saíram, a assistente do emissário palaciano avisou que o senhor Yuich Nishimura estava assobiando impacientemente enquanto aguardava.

A oposição percebeu (graças à alta definição das TVs em HD) que havia algo errado ao constatarem que Dilma Rousseff sorriu de canto de boca quando mandaram que ela tomasse naquele lugar na estreia da seleção no Itaquerão. Leitura labial do mesmo técnico contratado pela Globo conseguiu captar algo como “Sabem de nada, inocentes”.

Descobriu, em pouco tempo, a existência da “mala branca”. E no dia 16 de junho, dois representantes das campanhas de Aécio Neves, do PSDB, e de Eduardo Campos, do PSB, ligaram para o representante dos jogadores. Pediram uma reunião rápida.

Nela, em um boteco pé-sujo ao lado de onde a seleção estava concentrada, solicitaram uma caracu com ovo e canela e dois uísques. Acreditando que um vexame prejudicaria a reeleição, ofereceram sua “mala preta”: o dobro do que o PT prometeu, desde que não houvesse classificação para as oitavas. E que, uma vez eleitos, Aécio ou Campo, não apenas daria isenção tributária vitalícia, mas também permitiria a nacionalização de quaisquer valores depositados no exterior sem imposto algum. Por fim, ofereceram fotos com Fernando Henrique e Marina Silva – mas o representante dos jogadores rapidamente dispensou essa parte da proposta.

Na concentração da seleção, os jogadores não sabiam o que fazer. Parte achou que deveria honrar o acordo com o governo. Parte viu na proposta da oposição uma chance maior. E com um time dividido, a seleção entrou para o jogo do México, quando empataram em 0 a 0.

O único a não querer participar do esquema foi Jô e, por isso, ganhou a antipatia do técnico. Felipão chegou a revelar a jornalistas mais próximos que havia se arrependido de convocar um jogador – que seria, claro, ele.

O pânico se instalou no Planalto. Dilma, em um acesso de raiva, teria mandado sustar o cheque-caução que tinha deixado com a CBF, mas foi demovida por Gilberto Carvalho.

Vendo o risco de ficar fora do mundial precocemente, o governo federal aumentou o cacife, acrescentando um churrascão com Lula com a presença de grupos de pagode da década de 90. O que foi comemorado na Granja Comary.

Em meio às negociação e com medo de ser inquirido sobre o assunto, o técnico da seleção brasileira passou a usar os serviços de um sósia – Wladimir de Castro Palomo – que assumiu seu lugar em aparições públicas. O jornalista Mario Sérgio Conti foi o primeiro a encontrá-lo em um avião entre o Rio e São Paulo, mas não o único. A última vez que Palomo foi usado foi na coletiva dada à imprensa no dia 09 de julho, um dia após a derrota no Mineirão, em que o sósia não falou coisa com coisa. Felipão foi visto, no mesmo horário, em um Centro de Tradições Gaúchas de São Borja.

No intervalo do jogo do Chile, veio uma bomba: um jornalista estava apurando o “leilão” com base em uma denúncia anônima. O time se desestruturou. Com muita dificuldade, conseguiram levar a disputa para as penalidades. Com medo de ser descoberto, Thiago Silva era o mais abalado e chorava compulsivamente a ponto de pedir para não bater. Coube a Júlio César, que participa de um célula do partido comunista revolucionário canadense em Toronto, ir para o sacrifício e garantir que o país passasse às quartas.

O nervosismo latente no ônibus da seleção só desapareceu quando chegou o recado que esse problema estava “resolvido”. Houve calma, mas também temor, pois ninguém sabe como isso de fato foi resolvido. A notícia de acidentes de carro envolvendo jornalistas e da deportação de alguns deles deixou todos apreensivos. Sentiram que a mão invisível do Estado era mais terrível do que imaginavam. Podia estar em todos os lugares.

Para desviar a atenção pública, o governo lançou a Operação Jules Rimet. Sob a justificativa de acabar com um esquema ilegal de venda de ingressos envolvendo a própria Fifa, a Polícia Federal, na verdade, jogou uma cortina de fumaça sobre o caso. Uma isca perfeita para os jornalistas investigativos esportivos que se entreteriam com as descobertas e nem olhariam para a negociação. Figurantes do Zorra Total e de A Praça é Nossa foram contratados para serem “presos” na frente das câmeras como executivos de empresas que nunca ninguém ouviu falar.

Ao mesmo tempo, a carta insinua que o time da Colômbia teria recebido recursos para, uma vez que sua derrota se desenhasse próxima, incapacitar Neymar. O acordo teria sido fechado com o chefe de Estado daquele país, sob a promessa da importação de café colombiano e de DVDs da Shakira a partir de 2015 – caso a oposição seja eleita. Não diz quem teria articulado isso com os colombianos e quanto Zuñiga, que teria executado o plano, ganhou. Também não há documentos tratando do assunto, o que leva a crer que essa parte da história não está embasada em fatos reais.

Dois dias antes da semifinal, chegaram as últimas propostas. Um ministro da República ofereceu a concessão, por 100 anos, de Fernando de Noronha, Lençóis Maranhenses e um terceiro destino turístico à escolha dos envolvidos – que fariam com eles o que quisessem, nos mesmos moldes da antiga administração de Hong Kong pelos britânicos. E afirmou que atuaria diretamente junto ao Vaticano para a beatificação dos jogadores ainda em vida – além, é claro, das promessas financeiras já acordadas, fotos e churrascão com pagode.

Um ex-ministro tucano trouxe a proposta da oposição: a independência da Barra da Tijuca como um país a ser administrado pelos presidentes da CBF. O próprio Brasil articularia junto à ONU a admissão desse membro e firmaria um acordo para que esse novo país continuasse administrando o futebol do vizinho. Os jogadores também teriam direito a uma porcentagem nos royalties do pré-sal, determinada por lei, ao lado da educação, e uma foto com o Luciano Huck. Mais uma vez a oferta da foto foi declinada.

Estranhamente, já no final da carta apareceu uma estranha proposta do presidenciável e pastor Everaldo, prometendo que todos iriam para o céu se perdessem e para inferno caso não dessem uma prova contumaz de sua dedicação ao Senhor, largando o futebol no meio do campeonato.

Muito, muito assustada com a possibilidade de herdar os moradores da Barra da Tijuca, ao que tudo indica a CBF optou pela proposta governamental. Enfim, os jogadores fariam de tudo para golear a Alemanha.

A carta se encerra de maneira abrupta, com uma frase sem nexo sobre racionamento de falta de água e de energia elétrica no segundo semestre e a presença de Teletubbies.

Contudo, na cópia do contrato assinado entre governo, jogadores, comissão técnica e CBF, documento que compõe o dossiê a mim confiado, a última cláusula exige que, para o acordo ter valor, a entrada de Mick Jagger deveria ser terminantemente proibida no Mineirão.

Caso contrário, jogadores e técnico não teriam como se responsabilizar com o que poderia acontecer.”

(Leonardo Sakamoto)

 

Via http://www.pragmatismopolitico.com.br/

A Síndrome do Coitadismo atinge a metade da população e reflete a incapacidade dos seres humanos de tomarem os rumos de suas vidas e buscarem a realização de seus sonhos.

Conversamos com Maurício Sampaio, especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do Instituto MS de Coaching para esclarecer mais sobre o tema.

Confira a entrevista!

A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?

R: Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.

Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.

 

Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?

 Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.

Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.

É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéfica que seja, causa dor.

Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.

 

O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?

Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.

O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.

Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!

Aproveito para dar um conselho valioso: procure profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.

* Maurício Sampaio é especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do InstitutoMS de Coaching.  É autor dos livros “Coaching de Carreira”, “Escolha Certa” e “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso”.

Fonte: Fuja da Síndrome do Coitadismo | Portal Carreira & Sucesso 

 

Para começar bem o mês do descanso docente! Ao todo são 50 frases, retiradas da página http://www.tediado.com.br/

“Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício”.  (DENIS DIDEROT)

“Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma” (GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ)

“Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas” (MÁRIO QUINTANA)

“Derrota após derrota até a vitória final” (CHE GUEVARA)

“Não existe maior loucura no mundo do que um homem entrar no desespero” (MIGUEL DE CERVANTES)

“Às vezes os problemas são sinais de que chegou a hora de o guerreiro iniciar uma nova batalha” (ROBERTO SHINYASHIKI)

“A causa da derrota, não está nos obstáculos, ou no rigor das circunstâncias, está na falta de determinação e desistência da própria pessoa” (BUDA)

“A força se consegue com fracassos e não com os sucessos” (COCO CHANEL)

“O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são” (NIETZSCHE)

“E a minha alma alegra-se com seu sorriso, um sorriso amplo e humano, como o aplauso de uma multidão” (FERNANDO PESSOA)

“O azar não existe; Deus não joga dados” (ALBERT EINSTEIN)

“Desista de estar certo. Em vez disso, irradie paz, harmonia, amor e riso de seu coração” (DEEPAK CHOPRA)

“E no meio de um inverno eu finalmente aprendi que havia dentro de mim um verão invencível” (ALBERT CAMUS)

“Ama o impossível, porque é o único que te não pode decepcionar” (VERGÍLIO FERREIRA)

 

O site http://goobingdetroit.tumblr.com/ mostrou fotos de Detroit, que declarou falência tempos atrás. Primeiro em 2008 e 2009, anos do estopim da crise econômica imobiliária dos EUA. Depois em 2011 e 2012, quando os inquilinos que haviam abandonado suas residências. É possível notar o efeito urbex na cidade mais populosa no estado de Michigan.

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