Archive for the ‘Geral’ Category

O site Byte que eu Gosto publicou uma relação de como diretores de cinema fariam miojo (http://migre.me/nY2eQ), que tem desde Peter Jackson até Clint (Bang Módafoca) Eastwood. E pegando carona nessa ideia, resolvi incrementar a lista de possíveis roteiros ‘lamenscos’.

Martin Scorsese: ia pegar um miojo contrabandeado por gangster de nova york.

Guillermo del Toro: um miojo fantástico do submundo ganha vida, trazendo macarrões vingativos e temperos em forma de fadas

David Lynch: Um cozinheiro viúvo e esquizofrênico passa a ter visões no miojo fervendo, fazendo com que tenha devaneios da mulher recluso em seu restaurante.

Wes Anderson: Na tentativa de reconciliar os filhos, um senhor decide fazer o festival do miojo em seu acampamento, descobrindo novos conceitos sobre a vida (e o miojo)

Ang Lee: Ao cozinhar um miojo de carne, que queria ser frango na infância, o chef flutua até encontrar o vilão que o moldou, derrotando vários inimigos. Destaque para os efeitos especiais fracos.

Ridley Scott: filmado na antiguidade, um miojo vegetal briga com o miojo de tomate, e os dois entram em conflito pelo domínio do poder da panela fervente.

Tim Burton: Johnny Deep seria o miojo principal

Oliver Stone: O miojo seria patriótico no começo, mas depois acaba descobrindo falcatruas no sistema e se torna um narcotraficante a favor dos pobres

Akira Kurosawa:  O preparo do miojo seria sentimental, porém com conflitos internos sobre o amor e a amizade. Tudo isso no Japão do século XVII.

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Chegou o dia da formatura. Mais um ciclo se encerra e mais uma etapa foi concluída. Não antes dos imprevistos que a rotina exige e insiste em esgotá-los. Afinal, quem aqui entre os presentes, incluindo pais e direção, nunca sentiu aquele cansaço do cotidiano, ou aquela sensação de que não devia ter deixado o conforto do lar para estudar ou trabalhar?

E justamente essa rotina às vezes cansativa que se constituiu a nossa segunda família, chamada carinhosamente de classe. Foi um convívio de bons momentos – alguns difíceis é verdade – como programar ou ‘resenhar’ o que fizeram no final de semana, fazer piadas e brincadeiras na medida do saudável e da aceitação. Tudo bem que em algumas ocasiões tais ações aconteceram justo no momento em que nós, professores ‘carrascos’, precisávamos explicar o conteúdo da disciplina.

Porém, o peso desses momentos é facilmente esquecível comparado aos bons, e por isso se tornam memoráveis: o esclarecimento de dúvidas, os debates quentes, os papos pré e pós aula, os comentários pertinentes e até mesmo o ‘como é que eu escrevo mesmo?’ era bem-vindo. Aulas boas são aquelas que nem o professor vê o tempo passar e quando as falas de ambos os lados não se esgotam, apesar da minha insistência em deixar o relógio em cima da mesa.

E pensar que tudo começou com um simples estágio, quando este que vos fala estava do lado de fora da sala do 8º ano as aulas de História. Depois vieram as substituições no 9º para enfim, ‘conhecê-los de verdade’. Professores diferentes, apreensão no primeiro simulado, recuperações, exames e entender que o ritmo do colegial é outro (exclusivamente nessa ordem).

Resumindo, digamos que sociologicamente, neste três anos foi constituída uma convivência única, com comunicações vitais para o grupo social, mudanças sociais e culturais positivas, e um modo de viver foi instituído no espaço sala de aula.

Semanas atrás havia sugerido uma música para essa ocasião, Bittersweet Symphony, da banda inglesa The Verve. Uma canção constantemente mencionada e tocada em celebrações, como esta, a nossa. Vou falar sobre a mensagem da letra.

O título engana porque a Canção da Amargura diz que todo humano pode ser um milhão de pessoas da noite para o dia, mas sem perder o molde, convidando o ouvinte para uma estrada onde todas as veias se encontram, ou seja, o coração, e pedindo para os finais se encaixarem. Por mais que cada um tome rumos diferentes em 2014, não percam esse molde e não desencaixem os laços que fizeram entre vocês e conosco também.

Pensemos nisso como fim de uma etapa, porque a amizade continua! E lembranças boas serão guardadas nas memórias de vocês e de nossa. O ‘até logo’ fica para até o nosso próximo encontro. Visitas serão sempre bem-vindas.

 

Muito Obrigado e Boa Noite!

No terceiro colegial se acaba uma etapa escolar, não um ciclo de amizades

No terceiro colegial se acaba uma etapa escolar, não um ciclo de amizades

Quem nunca deu risada com o ‘orra meu!’ de quem nasceu na capital que atire a primeira pedra no engarrafamento da marginal! Por meio de uma conversa inocente em mesa de bar, um grupo de publicitários regionais (paulista, paranaense, mineiro e carioca) surgiu a página do facebook Sinta-se Paulistano (www.facebook.com/sintasepaulistano), no qual trazem mensagem irônicas – às vezes ácidas – sobre a sobrevivência na terra da garoa.

Ainda que tenha provocações aos vizinhos cariocas, as frases dão a ideia de como o paulistano é workaholic e gasta seu tempo em atividades ‘desnecessárias’.

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Direto do http://www.brainstorm9.com.br/

“Henry David Thoreau escreveu em “Vida sem Princípio”: “O que se chama de política é algo tão superficial e desumano que eu sequer consigo imaginar que tenha a ver comigo”.

E depois, em “A Desobediência Civil”: “Nenhum homem está obrigado à erradicação de qualquer mal, mesmo que seja o mais terrível deles… Mas todo homem tem a obrigação de limpar as mãos e não dar apoio a mal algum”.

A posição do americano Thoreau (1817-1862), construída a partir de uma concepção individualista e extremada da ética —ele foi preso por não pagar impostos a um Estado que aceitava a escravidão—, é inexistente no Brasil, onde impera um pragmatismo escroto.

Acho que seria bom se algum político, artista ou intelectual brasileiro assumisse postura semelhante à de Thoreau. Desse ponto de vista, dar apoio a Aécio ou a Dilma, ao PSDB ou ao PT/PMDB, seria dar apoio à desonestidade e à truculência que constituem a campanha de ambos.

Afinal, dos dois lados existem acordos com políticos desonestos, doadores de campanha para lá de suspeitos (há quem diga que há caixa dois proveniente do desvio de recursos públicos), propagandas eleitorais mentirosas e uma falta de integridade intelectual acachapante.

Dadas as circunstâncias descritas acima, Thoreau bateria de frente com os artistas e intelectuais brasileiros que fizeram questão de declarar seu voto neste ou naquele candidato.

Diria que sacrificaram a sua integridade ética e intelectual em função de escolhas medíocres (quaisquer que sejam elas), feitas à margem dos acontecimentos que realmente importam ao país.

DISPUTAS

E que acontecimentos seriam esses? Thoreau era amante do individualismo radical. Ele valorizava, acima de tudo, atitudes advindas do inconformismo ético e moral. À cabeça me vêm dois juízes: Sergio Moro e Joaquim Barbosa. Foram eles que, para horror da nossa classe política, documentaram como a banda toca no governo, no Congresso e nas empresas estatais.

Pergunto: será que a banda toca do mesmo jeito nos Estados e nos municípios? Será que no Brasil, fornecer para o governo ou para empresas estatais é assinar certificado de suspeição?

Uma coisa é certa: a cada ciclo eleitoral, seja no âmbito federal, estadual ou municipal, no Executivo ou no Legislativo, há no Brasil uma disputa ferrenha por posições que conferem, para este ou para aquele grupo político, o poder de influir nas decisões relativas aos gastos públicos.

Disputa-se, sobretudo, o poder de indicar (para cargos-chave) gente especializada em aumentar o “preço” de obras, em receber “kick-back” (propina) de fornecedores e em distribuir recursos via doleiro. É assim que se irriga o caixa dois dos partidos, é assim que se compra apoio político (mensalões) e é assim que se financiam as próximas eleições.

Tenho a impressão de que, sabedor de tudo isso, Thoreau conclamaria os brasileiros a não comparecer às urnas. Teria a propaganda eleitoral gratuita e os debates do segundo turno como argumentos a favor da sua causa. Perguntaria: “E se os dois lados tiverem razão quando falam um do outro?”.

A quem retrucasse que votar fortalece a democracia, Thoreau responderia: as mudanças não virão desta política, virão de fora –de um processo de desconstrução da mesma, movido por indivíduos sem filiação partidária.

Serão os juízes, os jornalistas, os intelectuais inconformados que, estimulando a indignação de seus compatriotas, farão a diferença no longo prazo.

Thoreau escreveu em a “Escravidão em Massachusetts”: “O futuro do país não depende de como você vota nas eleições”¦ Depende de que tipo de homem sai da sua casa todos os dias”.

Mas, como somos obrigados a votar, talvez só nos reste mesmo o pragmatismo escroto –a opção de, engolindo nossa convicções éticas, optar pelo mal menor (cada um tem o seu) e associar nossos nomes aos PTs, PSDBs ou PMDBs da vida.

Se é isso, então vamos lá que hoje é dia de eleição: Marcelo Freixo e cia. fecham com Dilma. Marina Silva e cia. com Aécio. Eu fecho com o Thoreau. E você, fecha com quem?”

(José Padilha)

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Erguida na região do Brás (cidade de São Paulo), a construção é uma réplica do homônimo descrita na Bíblia. Segue alguns fatos, retirados do site da revista Exame com o apoio da Veja SP:

1. O Templo foi construído em um terreno de 35 mil metros quadrados – o equivalente a 5 campos de futebol.  

2. O Templo de Salomão assume o posto de maior espaço religioso do país em área construída, que é 4 vezes maior do que o Santuário Nacional de Aparecida (SP). Aparecida tem 23,3 mil m² de área construída, enquanto o Templo Salomão tem 100 mil m².

3. A obra durou 4 anos e custou R$ 680 milhões.

4. O Bispo Edir Macedo mandou vir de Hebron, em Israel, 40 mil metros quadrados de pedras usadas na construção e decoração do Templo.

5. Doze oliveiras foram importadas do Uruguai para reproduzir o Monte das Oliveiras.

6. A capacidade do novo templo é de 10 mil pessoas.

7. As cadeiras que vão acomodar os milhares de fiés foram trazidas da Espanha.

8. Cerca de 40 imóveis foram comprados no Brás por conta da obra.

9. No altar, há uma esteira rolante destinada a carregar o dízimo pago pelos fiéis diretamente para uma sala-cofre.

10. Dez mil lâmpadas de LED foram instaladas no teto do salão principal.

11. Nas paredes há grandes menorás – candelabros de sete braços.

12. Na área construída há ainda espaço para 60 apartamentos de pastores que estão a trabalho no templo – incluindo um para o Bispo Edir Macedo. 

13. O altar foi construído no formato da Arca da Aliança, local onde teriam sido guardados os Dez Mandamentos, segundo a Bíblia. 

14. Cem metros quadrados de vitrais dourados foram instalados acima do altar, segundo a Veja SP. 

15. O estacionamento do templo conta com 2000 vagas para carros, 241 para motos e 200 para ônibus. 

16. Por enquanto, no período inaugural e de testes, só se poderá ir ao Templo em caravanas. Este foi um acordo com as autoridades, para que avaliasse o impacto no trânsito da região. Depois, qualquer pessoa, com seus próprios meios, poderá ir ao templo.

17. Além do Templo, há também um museu, chamado de Memorial. Lá, 12 colunas explicam a origem das 12 tribos de Israel. 

18. Para as mulheres, é vetado o uso de “minissaias ou outros tipos de roupas curtas, decotadas ou sensuais”. Já os homens deverão deixar no armário as camisetas de times de futebol, bermudas, regatas e chinelos.

19. Foram usadas na obra 2.600 toneladas de ferro e 145 mil sacos de cimento.

20. Segundo a assessoria de imprensa da Igreja, a presidente Dilma Rousseff estará presente na inauguração do Templo. O ex-presidente Lula, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad também são esperados.

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Na mais recente propaganda provocativa da Pepsi, foi utilizada uma capa vermelha da concorrente Coca como fantasia de Hallowen, comum nos EUA e outros países do Hemisfério Norte. A empresa publicitária responsável foi a belga Buzz In a Box. A resposta, – não se sabe se foi criado por empresas contratadas pela Coca – não demorou para aparecer, só mudando o slogan.

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Vale lembrar que não é de hoje a troca de farpas entre as duas franquias. Em vídeos, já usaram Jimi Hendrix, O Poderoso Chefão e até o tenista Guga (A Pepsi está associada a Ambev no Brasil). Segue alguns dos vídeos:

Gostaria de ver se tem esse tipo de rivalidade entre Nike e Adidas, Nescau e Tody, Volks e Chevrolet…

 

 

Declaração de Amor Gamer (Anos 90)

Posted: 16/07/2014 by sobziro in Games, Geral, Humor
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Paul

Direto do http://www.naointendo.com.br/