Arquivo de Junho, 2014

“Ele não faz trabalhos domésticos. Não tem gosto nem respeito por trabalhos manuais. Se puder, atrapalha o trabalho de quem pega no pesado. Aprendi isso em criança: só enfia o pé na lama com gosto quem nunca teve o desgosto de ir para o tanque na área de serviço, depois, esfregar o tênis ou a chuteira debaixo de água fria. Só deixa um resto de bebida secar no fundo de um copo quem nunca teve que fazer o malabarismo de meter a mão lá dentro com uma esponja, com a barriga encostada na pia, para tentar lavá-lo.

Trata-se de uma tradição lusitana, ibérica, que vem sendo reproduzida aqui na colônia desde os tempos em que os negros carregavam em barris, nas costas, a toilete dos seus proprietários, e eram chamados de “tigres” – porque os excrementos lhes caíam sobre as costas, formando listras que lembravam a pelagem do animal. O perfeito idiota de classe média brasileiro, ou PICMB, não ajuda em casa também por influência da mamãe, que nunca deixou que ele participasse das tarefas – nem mesmo por ou tirar uma mesa, nem mesmo arrumar a própria cama. Ele atira suas coisas pela casa, no chão, em qualquer lugar, e as deixa lá, pelo caminho. Não é com ele. Ele foi criado irresponsável e inconsequente. É o tipo de cara que pede um copo d’água deitado no sofá. E não faz nenhuma questão de mudar. O PICMB é um especialista em não fazer, em fazer de conta, em empurrar com a barriga, em se fazer de morto. Ele sabe que alguém fará por ele. Então ele se desenvolveu um sujeito preguiçoso. Folgado. Que se escora nos outros, não reconhece obrigações e que adora levar vantagem. Esse é o seu esporte predileto – transformar quem o cerca em seus otários particulares.

O tempo do perfeito idiota de classe média brasileiro vale mais que o das demais pessoas. É a mãe que fura a fila de carros no colégio dos filhos. É a moça que estaciona em vaga para deficientes ou para idosos no shopping. É o casal que atrasa uma hora num jantar com os amigos. A lei e as regras só valem para os outros. O PICMB não aceita restrições. Para ele, só privilégios e prerrogativas. Um direito divino – porque ele é melhor que todos os outros. É um adepto do vale tudo social, do cada um por si e do seja o que deus quiser. Ele só tem olhos para o próprio umbigo e os únicos interesses válidos são os seus.

O PICMB é o parâmetro de tudo. Quanto mais alguém for diferente dele, mais errado esse alguém estará. Ele tem preconceito contra pretos, pardos, pobres, nordestinos, baixos, gordos, gente do interior, gente que mora longe. E ele é sexista para caramba. Mesma lógica: quem não é da sua tribo, do seu quintal, é torto. E às vezes até quem é da tribo entra na moenda dos seus pré-julgamentos e da sua maledicência. A discriminação também é um jeito de você se tornar externo, e oposto, a um padrão que reconhece em si mas de que não gosta. É quando o narigudo se insurge contra narizes grandes. O PICMB adora isso.

O perfeito idiota de classe média brasileiro vai para Orlando sempre que pode. Seu templo, seu centro de peregrinação, é um outlet na Flórida. Acha a Europa chata. E a Ásia, um planeta esquisito com gente estranha e amarela que não lhe interessa. Há um tempo, o PICMB descobriu Nova York – para onde vai exclusivamente para comprar. Ficou meia hora dentro do Metropolitan, uma vez, mas achou aquilo aborrecido demais. Come pizza no Sbarro. Joga lixo no chão. Só anda de táxi – metrô, com a galera, nem em Manhattan. Nos anos 90, comprava camiseta no Hard Rock Cafe. Hoje virou um sacoleiro em lojas com Abercrombie & Fitch e Tommy Hillfiger. Depois de toda a farra, ainda troca cotoveladas no free shop para comprar uísque, perfume, chocolate e maquiagem. O PICMB é, sobretudo, um cara cafona. Usa roupas de polo sem saber o lado por onde se monta num cavalo. Nem sabe que aquelas roupas são de polo. Ou que polo é um esporte.

O PICMB adora pagar caro. Faz questão. Não apenas porque, para ele, caro é sinônimo de bom. Mas, principalmente, porque caro é sinônimo de “cheguei lá” e “eu posso” e “veja o quanto eu paguei nesse relógio ou nessa calça da Diesel”. Ele exibe marcas como penduricalhos numa árvore de natal. É assim que se mostra para os outros. Se pudesse, deixaria as etiquetas presas aos itens do vestuário e aos acessórios que carrega. O PICMB é jeca. É brega. Compra para se afirmar, para compensar o vazio e as frustrações, para se expressar de algum modo. O perfeito idiota de classe média brasileiro não se sente idiota pagando 4 000 reais por um console de vídeo game que custa 400 dólares lá fora. Nem acha um acinte pagar 100 000 reais por um carro que vale 25 000 dólares. Essa é a sua religião. Ele não se importa de ficar no vermelho – a preocupação com ter as contas em dias é para os fracos. Ele é o protótipo do novo rico burro. Do sujeito que acha que o bolso cheio pode compensar uma cabeça vazia.

O PICMB é cleptomaníaco. Sua obsessão por ter, e sua mania de locupletação material, lhe fazem roubar roupão de hotel e garrafinha de bebida do avião e amostra grátis de perfume em loja de departamento. Ele pega qualquer amostra de produto que esteja sendo ofertada numa degustação no supermercado. Mesmo que não goste daquilo. O PICMB adora boca livre e hotéis “all inclusive”. Ele adora camarote – quando ele consegue sentir o sangue azul fluindo em suas veias. Ele é a tradução perfeito do que é um pequeno burguês.

O perfeito idiota de classe média brasileiro entende Annita. Vibra com Latino. Seu mundo cabe dentro do imaginário do sertanejo romântico. Ele adora shows megaproduzidos, com pirotecnia, luzes e muita coreografia, cujos ingressos custem mais de 500 reais – mesmo que ele não conheça o artista. Ele não se importa de pagar uma taxa de conveniência escorchante para comprar esse ingresso da maneira mais barata para quem lhe vendeu – pela internet.

E o PICMB detesta ler. Comprou “50 Tons” para a mulher. E um livro de autoajuda para si mesmo. Mas agora que a novela está boa ficou difícil achar tempo para ler.”

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(Adriano Silva)

OBS: existe uma versão mais atualizada na edição desse mês (julho 2014) da Revista Superinteressante

 

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“União Brasileira Socialista Soviética. Piada de mau gosto mesmo, também acho, mas a pena mesmo é que a discussão política entre nós seja da idade da pedra e o socialismo ainda seja levado a sério. A piada de mau gosto mesmo é que estamos à beira de um golpe de Estado invisível no Brasil.

O leitor e a leitora já estão a par do decreto do governo que institui a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social? Trata-se de decreto para aparelhar movimentos como o MST (gente que quer tomar a terra alheia), o MTST (gente que discorda da ideia de que se deve pagar pelo teto em que mora) e outros movimentos que englobam gente “sem algo” e acham que a sociedade deve dar pra eles. Esses grupos darão um golpe de Estado invisível. Tudo fruto, é claro, de setores do PT radical e os raivosos ex-PT, hoje em pequenos partidos.

Esse decreto é um golpe de Estado sem dizer que é. Lentamente, os setores mais totalitários do país, amantes de ditaduras do proletariado (ou bolivarianas) voltam à cena no Brasil. Comitês como esses tornam os poderes da República reféns de gente que passa a vida sendo profissional militante. Quando você acordar, já era, leis serão passadas sem que você possa fazer algo porque estava ocupado ganhando a vida.

Pergunte a si mesmo uma coisa: você tem tempo de ficar parando a cidade todo dia, acampando em ruas todo dia, discutindo todo dia? Provavelmente não, porque tem que trabalhar, pagar contas, levar filhos na escola, no hospital, e, acima de tudo, pagar impostos que em parte vão para as mãos desses movimentos sociais que se dizem representantes da “sociedade”.

Mas a verdade é que a maioria esmagadora de nós, a “sociedade”, não pode participar desses comitês porque não é profissional da revolução.

Tais movimentos que se dizem sociais, que afirmam que as ruas são deles, mentem sobre representarem a sociedade. Mesmo greves como a do metrô, capitaneada por uma filial do PSTU, não visa apenas aumentar salários. Visa instaurar a desordem para que o Brasil vire o que eles acham que o Brasil deve ser.

Afinal, de onde vem a grana que sustenta essa moçada dos movimentos sociais? A dos sindicatos, sabemos, vem dos salários que são obrigatoriamente onerados para que quem trabalha sustente os profissionais dos sindicatos. Mas, até aí, estamos na legalidade de alguma forma. Mas e os “sem-Macs” ou “sem-iPhones”, vivem do quê? Quando os vemos na rua, não parecem estar passando fome e frio como dizem que estão. Essa gente é motivada e sustentada de alguma forma.

Por que não se exige entrar nas contas do MST e MTST e descobrir de onde vem a grana deles? Quem banca toda essa estrutura militante? Temo, caro leitor e cara leitora, que sejamos nós, os mesmos que eles consideram inimigos, a menos que concordemos com eles.

Uma das grandes mentiras desses movimentos sociais é dizer que combatem a “elite econômica”, que, aliás, em dia de greve, fica em casa porque não precisa de fato se virar pra ir trabalhar.

Quem sofre com esses movimentos que arrebentam o cotidiano é gente que perde o emprego, perde o negócio, perde a vida se fica parada no trânsito ou na fila. É gente que, quando muito, anda de carro 1.0, não gente que anda de helicóptero.

É diarista, empregada doméstica, porteiro de prédio, professor, estudante sem grana e que tem que pagar a faculdade, não riquinhos da zona oeste paulistana que fazem sociais para infernizar a vida dos colegas.

É médico que tem três empregos, é dona de casa que cuida de filhos e trabalha fora, é trabalhador da construção civil, é gente “mortal”, comum, que não pode se defender dos caras que fecham a cidade dizendo que fazem isso em nome do “povo”.

Os movimentos sociais têm demonstrado seu caráter autoritário. Pensam que as ruas são o quintal de seus comitês, que aparelharão os poderes da República.

Se não bastasse isso tudo, vem aí o controle social da mídia. Dizer que será apenas para evitar monopólios é achar que somos idiotas. Veja o que aconteceu na Argentina”

(Luiz Felipe Pondé)

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Este artigo foi produzido pela equipe Ituran Rastreadores, especialmente para o Rodas e Motores.

Se o assunto é segurança, são vários os momentos em que os ladrões buscam brechas em nossas atitudes para conseguirem, com tranquilidade, levar alguns de nossos bens mais requisitados: nosso carro, moto ou até mesmo cargas de caminhões.

Porém, há também medidas simples de precauções que podem ser tomadas pelos próprios proprietários dos carros. Conheça agora algumas dicas simples para evitar roubos de carros, motos e caminhões.

– Escolha do local para estacionar: Nem sempre é possível estacionar em um local totalmente seguro nas grandes e pequenas cidades brasileiras, mas ter uma pequena noção de onde realmente não deixar nosso meio de transporte pode ser muito importante na hora de evitar um possível roubo. Estacionar em ruas iluminadas, em frente a prédios com vigias e perto de câmeras de segurança pode inibir a ação do ladrão, assim como em avenidas e ruas de bastante comércio e grande circulação de pessoas. Afinal, o objetivo de um ladrão é praticar o crime sem ser percebido.

– Evitar deixar objetos a vista: Deixar qualquer tipo de objeto dentro de um carro pode ser um chamariz para um ladrão atento. Até mesmo suportes de celulares e carregadores podem dar a impressão de que, ali mesmo, pode estar guardado algum tipo de aparelho de valor alto. Outra dica simples é guardar qualquer objeto no porta-malas antes mesmo de sair de casa (ou de onde você estiver). Quando guardamos objetos enquanto estamos na rua pode chamar a atenção de quem está atrás de coisas de valor para serem surrupiadas.

– Verifique as travas das portas: Ao sair do carro, a primeira coisa que o motorista deve fazer é trancar o carro. Mas isso não basta. É preciso também verificar, ao menos em um das portas, se a trava da tranca foi acionada corretamente. Até mesmo para um ladrão inexperiente, um número médio de dois minutos é o suficiente para conseguir roubar um carro que acabou não sendo trancado por descuido do seu motorista. É uma parada rápida? Tranque-o mesmo assim.

– Cuidado com seus horários: É sabido que, quanto mais tarde, menos gente se encontra nas ruas em todas as cidades brasileiras. Transitar em horários exagerados pode ser uma mão na roda para os ladrões, ainda mais os que procuram o descuido de motoristas e pilotos em semáforos. Caso você não tenha escolha e, por exemplo, trabalhe pela madrugada, busque fazer sua rota diária por ruas e avenidas movimentadas e bem iluminadas.

– Atenção redobrada no fim de semana: Uma pesquisa realizada pelo departamento de segurança pública de São Paulo afirmou que a grande maioria dos roubos e furtos de veículos acontecem nos finais de semana – quando os motoristas e pilotos querem se divertir e os ladrões aproveitam para fazer suas melhores investidas. Seja na saída da balada, garagens e afins, a dica é tentar andar sempre em grupos. Assim, o ladrão pensará duas vezes antes de tentar levar algo que não é dele.

– Não confie tanto nos flanelinhas: A questão de confiar em flanelinhas pode ser muito relativa. É claro que menosprezar o emprego alheio, mesmo que não registrado, nem sempre é o mais indicado. Porém, estar atento ao método de trabalho deles é muito importante. Procure ser sempre cordial para evitar possíveis dores de cabeça. Porém, se algum deles lhe perguntar quanto tempo ficará estacionado, não pense duas vezes em não dizer nada sobre isso.

– Lugares desconhecidos precisam de rotas programadas: Se você irá transitar por um caminho que nunca transitou antes, procure programar sua rota para evitar entrar em locais perigosos. Nestes casos, utilizar um GPS de qualidade pode ser fundamental para sua segurança.

– Caminhoneiros: essa é pra vocês! A vida de muitos brasileiros é percorrer as estradas do país transportando cargas e mais cargas para fazer a economia nacional funcionar. Nestes casos, medidas desde não dar caronas para estranhos até utilizar um rastreador de frotas pode ser a maneira certa para se prevenir furtos e roubos. Além disso, contar com os serviços da polícia rodoviária é de grande eficiência quando for necessário.

– Utilize aparelhos de segurança: Utilizar a tecnologia a seu favor é uma arma contra o próprio crime. Várias empresas oferecem serviços de rastreamento veicular, assim como bloqueadores e seguros que trazem grandes vantagens para qualquer proprietário ou dono de frotas. Uma breve pesquisa sobre o assunto pode ser fundamental, afinal, segurança nunca é demais! E você, tem alguma dica para compartilhar? Conte pra gente nos comentários! Imagens via Mestre do Trânsito, Revista MyT, Google Images.

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Fonte: http://www.rodasemotores.com.br/

“Pessoas criativas pensam e agem de forma diferente que qualquer outra pessoa. Possuem uma maneira própria de enxergar o mundo e de lidar com situações que ocorrem durante sua caminhada.

Acredito que todas as pessoas têm a capacidade de criar, mas algumas se destacam por possuir uma maior facilidade. A lista a seguir mostra um pouco da perspectiva das pessoas criativas e o que elas costumam fazer e como encaram a vida.

1 – Se inspiram nas horas menos esperadas

Eles nunca sabem quando a próxima grande ideia chegará. Ela apenas chegará, da maneira menos esperada e no momento menos esperado.

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2 – Eles sonham o tempo inteiro

Ele estão aqui, mas não estão. Eles podem viajar a qualquer momento durante uma conversa. É normal, não fique zangado com eles.

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3 – Ficam entediados facilmente

Precisam sempre de um estímulo para manterem-se ativos. Eles não irão focar naquilo que não gostam, você pode chamar de TDAH ou qualquer coisa, mas isso é apenas parte de sua genialidade.

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4 – Enxergam o mundo com os olhos de uma criança

Observar o mundo como uma criança pode ser, muitas vezes, a chave do sucesso.

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5 – Eles falharão, mas você pode ter certeza que tentarão novamente

A vida não é fácil para ninguém, nem menos para as pessoas criativas. Falhas e quedas são inevitáveis, mas somos nós que decidimos se seremos derrotados ou se utilizaremos o obstáculo para nos fortalecermos ainda mais. As pessoas criativas também são rejeitadas por diversas vezes, mas apenas tomam isso como lição.

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6 – Vão seguir seu coração, mesmo que, muitas vezes, sua mente diga o contrário

Dizem que as pessoas criativas são menos propensas a se preocuparem com as coisas e mais propensas a assumirem riscos. Isso pode trazer mil falhas, mas um milhão de satisfações.

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7 – Eles se perdem no tempo

Quando estão criando, se perdem totalmente, podendo esquecer de comer, de beber e até de dormir. Quanto as ideias estão fluindo em sua mente, nada mais importa para eles.

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8 – Eles trabalham enquanto você dorme, e dormem enquanto você trabalha

A inspiração vem nos momentos mais inesperados, como foi dito no número 1.

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9 – Onde a maioria das pessoas vê dificuldade, eles veem oportunidade

Sempre procuram ver o lado bom das coisas e se livram de problemas de maneiras incomuns

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10 – Eles se apaixonam por suas obras e as odeiam no dia seguinte (e vice-versa)

Às vezes, esse tipo de inconstância acontece sem um motivo realmente definido

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11 – São humildes e orgulhosos ao mesmo tempo

Apesar de sempre estarem dispostos a aprender, são extremamente orgulhosos e confiantes quando se trata de suas ideias e criações.

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12 – Estão sempre à procura de novas formas de se expressar

A busca por novidades e ideias é constante. Seja um fotógrafo, pintor, escritor, eles sempre desejarão fazer as outras de outras maneiras.

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13 – Eles procrastinam

Sim, eles cumprirão os prazos na maioria das vezes, mas boa parte do trabalho será realizada na noite anterior a este prazo.

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14 – Eles veem o outro lado da moeda

Sempre conseguem enxergar as coisas através de um ponto de vista diferente

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15 – Não gostam de limites

Regras e limites não são feitos para eles. Muitas das vezes são vistos como rebeldes, e temos exemplos históricos disso.

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16 – Não gostam de números (Não generalize, pois existem muitas exceções a regra!)

São brilhantes, mas se você pedir para que façam as contas, verá o quanto não gostam dos números

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17 – São grandes observadores

Observam pessoas e estão atentos até aos mínimos detalhes. Qualquer coisa pode servir de inspiração para eles.

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18 – Estão sempre fazendo novas experiências

Como foi dito no item 3, precisam sempre ser estimulados. E fugir da rotina é uma excelente escolha para isso.

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19 – Eles recomeçam tudo de novo

Não importa o quão avançados estão com uma criação, mas se sentirem que não está bom o suficiente, não pensarão duas vezes antes de descartar e começar novamente.

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20 – Mandam eles arrumarem um emprego “de verdade”

Os familiares e amigos dessas pessoas muitas vezes vão enxergar tudo como uma brincadeira e desejarão que elas desistam dessa “brincadeira”. Mas os criativos sempre seguirão eacreditarão em seus sonhos. (Nossa, eu já ouvi muito isso!)

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21 – Eles amam

Amam a vida, amam as pessoas, amam os animais, amam a beleza. O seu amor pela vida é contagiante, e se você tem alguns amigos assim, fique com eles. Eles vão fazer sua vida um pouco mais bonita

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Se você é criativo, com certeza irá se identificar com vários desses itens.

Fonte: http://thesecret.tv.br/

Resumo da Segunda Guerra Mundial

Posted: 09/06/2014 by sobziro in Geopolitique-se, Geral

I) Fatores pré-guerra:

– O nazifascismo na Europa: política nacionalismo e militarismo adicionado de revanchismo: não cumprimento à Itália e humilhação da Alemanha n Primeira Guerra

– A vista-grossa das potências ocidentais: qualquer política que fosse anti-comunista era bem-vinda. Além disso, menosprezaram o poder bélico do eixo Roma-Berlim

– A anexação por Hitler (anchsluss): prática do Espaço Vital – território é poder

– O imperialismo japonês na Ásia: invasão da Indochina e aliança com os fascistas – Eixo Roma- Berlim-Tóquio

– A Guerra Civil Espanhola (1936-1939): ‘ensaio’ para o confronto, já que soviéticos e alemães abasteceram os dois lados – republicanos e franquistas

 

II) A mundialização do conflito e o avanço do EIXO:

– Invasão à França e divisão com Charles de Gaulle: parte nazista e resistência comunista

– A Inglaterra declara Guerra ao Eixo

– O Pacto Nazi-Soviético de Não-Agressão: divisão da Polônia entre Hitler e Stalin

– A Itália invade a África

– O Holocausto: campos de concentração para exterminar judeus na Europa

 

III) A reação aliada:

– O ataque japonês à Pearl Harbor (Havaí): ‘isca’ dos EUA

– O avanço soviético a Stalingrado (URSS): avanço dos soviéticos pelo leste

– A Conferência de Yalta: EUA e URSS, mediado pela Inglaterra, se unem contra o inimigo comum

– A batalha aérea contra os ingleses (Luftwafe x RAF): avanço dos ingleses pelo norte

– O desembarque na Normandia (dia D): avanço americano pelo oeste

– Cerco a Berlim e aniquilação do exército nazista alemão – Hitler se suicida

– A derrota dos italianos pela Etiópia – Mussolini é enforcado

– A tomada das ilhas da Ásia (Iwo Jima) pelos EUA – Ataques kamikazes (suicidas)

– As bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki: fim da Segunda Guerra

 

IV) O fim do conflito:

– Saldo de mortos: 55 milhões, sendo 6 milhões de judeus

– Julgamento de chefes nazistas em Nuremberg – execuções

– O Eixo se rende e são obrigados a se desmilitarizarem

– Início da Guerra Fria

Le drapeau de la victoire

O site http://goobingdetroit.tumblr.com/ mostrou fotos de Detroit, que declarou falência tempos atrás. Primeiro em 2008 e 2009, anos do estopim da crise econômica imobiliária dos EUA. Depois em 2011 e 2012, quando os inquilinos que haviam abandonado suas residências. É possível notar o efeito urbex na cidade mais populosa no estado de Michigan.

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