Arquivo de Setembro, 2012

Essa semana, pela primeira e última vez, tive a coragem de ver o horário eleitoral pra São Paulo, e cheguei ao seguinte resumo (que com certeza não vai mudar até dia 8):
Russomanno (PRB): Apresenta propostas e diz Graças a Deus!

Serra (PSDB): Apresenta propostas, fala mal do Russomanno, do Haddad, da Dilma, do Lula, cita o Mensalão e diz que a escola pública no Estado de São Paulo é uma maravilha

Haddad (PT): Apresenta propostas, fala mal do Russomanno e Serra; Elogia Dilma, Lula, Marta, diz que o mensalão é lenda e que não conhece José Dirceu

Chalita (PMDB): Apresenta propostas, fala mal do Russomanno; Elogia Dilma e Alckmin e se vangloria da carreira (ou fardo) de professor

Soninha (PPS): Apresenta propostas, fala mal de todos acima; Diz que governará com ética e que a prefeitura está falida

Eymael (PSDC): Êy, Êy, Êymael!

Levy Fidélix (PRTB): Apresenta o aerotrem, elogia o aerotrem, fala mal do aerotrem, com o apoio do aerotrem; Por fim, cita o aerotrem!

 

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As intelectuais pira! As normais…áh?

Em temporada de eleições e propagandas políticas, o que não falta na cartilha é pegar pesado. Está para se chegar a um cessar-fogo no dia 7 de outubro, se não houver segundo turno, logicamente com um vencedor e vários perdedores, na parte executiva, e a formação de gabinetes inusitados, confusos, ou talvez até justos, na parte legislativa. Mas nessa última semana, o que veio a tona é o confronto comum na história do Brasil, paralisada somente nos anos de chumbo: de um lado jornalistas que formulam perguntas incômodas, de outro políticos que se incomodam (e muito) com as indagações. Os casos ocorreram em Ribeirão Preto e São Paulo capital, não por acaso em afiliadas vinculados à Rede Globo de Televisão. E os casos podem ser analisados de forma distinta.

Na ‘California Brasileira’, a Rede EPTV entrevistaria o candidato Fernando Chiarelli (sim, o verbo está no futuro do pretérito). Conhecido por não conter papas na língua para acusar adversários políticos, dessa vez o ex-deputado pelo PDT adicionou um novo alvo por longos oito minutos. As cutucadas dadas pra cima da bancada jornalística teve insinuações, alteração do nível de voz, em que ele diferencia as funções das profissões, e tentativas de coibi-los com opiniões pré-estabelecidas, e isso tudo com um sinal da cruz antes.

A democracia dá o direito de expressão, mas o que se viu ali foi uma incitação a pegar em armas e tomar as ruas da cidade, típica de esquerdista fracassado. Pior ainda foram os aplausos que recebeu dos eleitores pela atitude. Não é questão de ser Darcy, Nogueira ou Gandini, mas manter e fineza e sutileza com propostas ou até mesmo com ataques.  Se Chiarelli quer passar a imagem do arruaceiro para chegar ao poder, que tenta desde 2004, deve-se manter a calma para argumentar e mostrar conhecimento político. Vide Plínio de Arruda na última eleição presidencial. Torno a repetir que não é questão de partidarismo político, mas de conduta humana ao candidato.

Já na capital é possível afirmar que ocorreu o lado inverso da moeda. Celso Russomanno, líder disparado nas pesquisas ibope, é o prego a ser martelado. Denúncias de serviço ilegal como advogado, desvio de verbas, dentre outros, foram substituídas pela aliança que fez com a Igreja Universal. César Tralli, da SPTV, foi o encarregado de bombadear as perguntas sobre a ‘união’. Até que um determinado momento Russomanno pede ao ex-colega que mude o foco da pergunta, logo após ter sido indagado sobre um processo em que teve que indenizar uma ex-secretária laranja: “Vamos falar sobre São Paulo!”

De acordo com o TSE Russomanno não é nenhum santo, estaria longe do enquadramento Ficha Limpa, mas aproveitar o tempo de debate somente para devassar o candidato, que tudo indica tem o apoio de uma emissora rival, também não é o modelo perfeito para uma equipe jornalística esclarecer a população. Será que perguntariam, de forma esclusiva, a José Serra sobre o abandono constante da prefeitura dos tucanos para alçar ao governo de São Paulo ou do Brasil? A Fernando Haddad sobre o apoio de Maluf e a venda do ministério a Marta Suplicy? Ao possível auto-plágio de Gabriel Chalita em seu mestrado?

O ápice do jornalista é o reconhecimento heroico por desmascarar uma ameaça sorridente trajada de terno (Carlos Lacerda contra todos Vargas, JK e Jânio). No entanto, grande parte é passível de ter o silêncio e a opinião comprados pela corja medrosa e que paga muito bem por isso. Se hoje tem-se uma comunicação muito mais esclarecida, junto a isso aparece uma tendência implícita, capaz de manipular muito bem o eleitorado. O melhor mesmo, ainda que seja mais sádico do que esclarecedor, é o debate entre os próprios candidatos, com os ‘profissionais’ da comunicação apenas mediando e controlando o tempo do processo.

Onde Jesus Nasceu?

Posted: 20/09/2012 by sobziro in Ócio Criativo, Geral, Humor, Uncategorized
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a) 3 provas de que Jesus era judeu:

– Assumiu os negócios do pai;

-Viveu em casa ate os 33 anos;

– Tinha certeza de que a mãe era virgem e a mãe tinha certeza de que ele era Deus.

 

b) 3 provas de que Jesus era irlandês:

– Nunca foi casado;

– Nunca teve emprego fixo;

– O último pedido dele foi uma bebida.

 

c) 3 provas de que Jesus era italiano:

– Falava com as mãos;

– Tomava vinho em todas as refeições;

– Trabalhou no comércio.

 

d) 3 provas de que Jesus era californiano:

– Nunca cortou o cabelo;

– Andava descalço;

– Inventou uma nova religião.

 

e) 3 provas de que Jesus era francês:

– Nunca trocava de roupa;

– Não lavava os pés;

– Não falava inglês.

 

f) 3 provas de que Jesus era brasileiro:

– Nunca tinha dinheiro;

– Vivia fazendo milagres;

– Se ferrou na mão do governo.

 

Não foi possível chegar a um consenso sobre a nacionalidade de Jesus, mas

todos concordaram com uma coisa: Judas, com certeza, era Argentino

 

Frank Dux Cage

Posted: 15/09/2012 by sobziro in Geral, Humor
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Parece extenso o vídeo, mas é muito bem editado. Pra fãs de Mortal Kombat e anos 80!

O grande dragão branco? ou negro?

Sim, Há 11 anos o mundo assistia um dos eventos que marcaria o século XXI, o 11 de setembro. Desde então muita mudanças irreversíveis ocorreram no planeta, com iniciativa norte-americana, sob a desculpa de proteção e o objetivo de desmantelar e palpitar em regimes do Oriente Médio, coincidentemente o lugar onde se concentra as maiores áreas de extração de petróleo. Eis algumas delas:

– A sociedade norte-americana se tornou paranoica, observando meticulosamente seus cidadãos, nascidos ou não em solo americano. O maior exemplo disso é o Ato Patriótico, ou a autorização do governo em vasculhar TUDO que as pessoas consomem por meio de 2ªs vias

– As ‘injustiças’ no Oriente Médio, tema de discursos Bushinianos, não foram resolvidos: Existem membros clandestinos das redes Talibã e Al-Qaeda, Iraque e Afeganistão ainda sofrem com conflitos civis ou com soldados estrangeiros e Ahmadinejad continua a toda com seu projeto nuclear, seja lá qual for;

– Alguns países deixaram de ser apoiadores convictos do americanos em ações de guerra. A tal da globalização hoje exige uma reestruturação de uma crise que se arrasta há 4 anos (2008), e a relação custo-benefício no investimento na indústria bélica em tempos de paz é arriscado. Fosse assim a Coreia do Norte era um país desenvolvido.

– Os países com maioria muçulmana foram mais notados em se tratando de mídia (Al-Jazeera), economia (Emirados Árabes) e revolução (Primavera Árabe)…destaque para os magnatas com alto poder de compra e transformações antes inviáveis, vide Dubai.

– Os filmes ‘American Flag’ bombaram em Hollywood: se estava na mesmice retratar vilões russos ou asiáticos, nada melhor do que um terrorista árabe ou um ditador fundamentalista para servir de inspiração aos atores brucutus (que venha Os Mercenários 3 pra comprovar)

– Saddam, Muammar, Mubarak, Osama (?): ditadores e tiranos enfim foram depostos e mortos, mas a situação de seus países ainda é incerto. Intervenção permanente? Poder ao exército? Eleições democráticas (Sunitas ou Xiitas)? É muita informação nova para povos que tiveram até a internet restrita. pode isso Bashar al Assad?

– As imigrações foram revistas: se até o 11/9 era comum os países ricos absorverem mão-de-obra dos países em desenvolvimento, o que se viu depois foram restrições aos vistos de passaporte, resultando em saldos mais negativos do que positivos, mandando de volta civis que buscavam melhores oportunidades ao invés de ameaças.

2002: O que foi as Torres Gêmeas?
2040: O que foram os árabes?

Baile En Assunción…

Posted: 08/09/2012 by sobziro in Geral, Humor
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Capital del Paraguai, para ver las paraguayas

Sorridentes a bailar, ar, áááááárrr

E ao som de suas guitarras
Quatro guapos a cantar, ar, áááááárrr