Archive for the ‘Top 5’ Category

Feliz Dia do Goleiro!

Posted: 26/04/2014 by sobziro in Eu acho que..., Geral, Top 5
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Hoje é dia daquele considerado um homem elástico, de acordo com Skank;  Do cara que pode ser vilão ou heroi ao mesmo tempo, de autoria ainda desconhecida. A águia solitária, o homem misterioso, o último defensor…palavras de Vladimir Nabokov. Enfim, parabéns aos goleiros, profissionais ou aqueles que quebram o galho e/ou passam raiva, como este que vos escreve.

Aproveitando a data comemorativa, segue a lista dos 5 melhores goleiros que esse irritante torcedor viu atuar. Justamente por essa falha não posso ranquear Lev Yashin, o Aranha Negra soviético. Eis a lista, com a nacionalidade e o clube de maior importância defendido pelos arqueiros. Aberta a crítica, sugestões e, por que não, elogios!

5 – Gianluca Pagliuca – Itália (Inter de Milão)

Jogou três Copas (90, 94, 98). Muito eficiente nas defesas por cobertura e na saída com as mãos levantadas. Defendeu a cobrança de Márcio Santos na final de 94. Bem que poderia ter aceitado o frango, na qual ele beijou a trave depois, para evitar nosso sofrimento.

4 – Marcos – Brasil (Palmeiras)

Deixando qualquer clubismo de lado, até porque não fosse ele não teríamos o Penta. Símbolo do Palmeiras na década de 2000, assumiu a bronca mesmo em tempos ruins do clube, usando o pragmatismo que lhe é peculiar. Só não foi mais espetacular por conta das constantes lesões.

3 – Lavoisier Freire – Brasil (Carlos Barbosa)

Engraçado como renegamos os ídolos do futsal quando falamos de craques da bola. Mais ainda numa área em que Falcão é a única referência. Lavoisier é um defensor completo das quadras: elástico, ágil, com muito reflexo, raçudo e, de lei a todos da posição, louco!

2 – Dida – Brasil (Corinthians)

Alto, frio e concentradíssimo. Com essas características Dida se consagrou no clube de Parque São Jorge, ganhando títulos e defendendo pênaltis, sua especialidade na época. Seu defeito até hoje é a saída com os pés, principalmente fora da área.

1 – Oliver Kahn – Alemanha (Bayern de Munique)

Contradizendo o vice, o alemão é um tanto baixo para a posição e brigão (Klinsmann que o diga), daqueles que esbravejam o jogo todo. Kahn foi espetacular em especial nas defesas rasteiras e evitando gols de falta. Se auto-intitulou o melhor jogador da Copa de 2002. O resultado todos nós sabemos.

 

Já foi publicado por aqui vídeos com as melhores passagens dos anos de 1994, 1997 e 1999. Mas em 1997 – e no ano seguinte – foi seguido de vários lançamentos de peso no cinema, mas que foram meio ofuscados pelas trilhas sonoras que os acompanhavam. Segue abaixo algumas das (insuportáveis) músicas

– Will Smith: Men In Black (MIB 1997)

O primeiro filme da franquia mostrando relações meio amistosas entre seres humanos e alienígenas foi boa por trazer uma dupla com o carrancudo Tommy Lee Jones e o extrovertido Will Smith. O ator aproveitou para divulgar seu trabalho como rapper, com coreografias e tudo mais.

Refrão chiclete: “Here come the Men in Black” (no coral feminino)

– Jamiroquai: Deeper Underground (Godzilla 1997)

A versão americanizada do monstro japonês é totalmente esquecível (Roland Emmerich e sua mania de destruir Nova York). Mas no compilado de trilhas do filme tem boas pedidas, como a versão Heroes (Bowie) do Wallflowers, a mistura de P. Diddy e Jimmy Page e o cantor do chapéus inusitados Jamiroquai.

Refrão chiclete: “I’m going deeper underground” (com efeitos eletrônicos)

– Aerosmith: I don’t Wanna Miss a Thing (Armagedom 1998)

Na onda de ‘EUA x Corpos Celestes’, o diretor Michael Bay escalou um elenco de renome para o longa – Bruce Willis, Ben Affleck, Michael Clarke Duncan (In Memorian) e Billy Bob Thornton. Coincidindo com a descoberta do verdadeiro pai biológico de Liv Tyler, o Aerosmith fez uma das trilhas mais românticas e depressivas pra quem vai pro sacrifício.

Refrão chiclete: Don’t wanna close my eyes
I don’t wanna fall asleep
‘Cause I’d miss you, baby
And I don’t wanna miss a thing

– Goo Goo Dolls: Iris (Cidade dos Anjos 1998)

Meg Ryan fazendo par romântico com Nicolas Cage anjo(?), reflexão sobre religião e morte, a expressão insossa do protagonista (? de novo). Uma trilha fofinha e conquistadora viriam bem a calhar certo? acho que não!

Refrão chiclete: And I don’t want the world to see me
‘Cause I don’t think that they’d understand
When everything’s made to be broken
I just want you to know who I am

– Celine Dion: My Heart Will Go On (Titanic 1997)

Já na década passada Leonardo DiCaprio tinha um final infeliz, disputando um amor com Billy Zane e sendo genro de Kathy Bates (lol). Celine Dion veio com uma proposta de grudar o filme em nossas memórias e conseguiu, mesmo que sendo por mal

Refrão Chiclete: Near, far, wherever you are
I believe that the heart does go on
Once more, you open the door
And you’re here in my heart
And my heart will go on and on

Faleceu na manhã de hoje (2/4/2014) o ator estaduniense Philip Seymour Hoffman. Encontrado morto em seu apartamento em Nova York, as primeiras suspeitas levam a crer em overdose, já que foram encontrados pacotes de heroína – o ator confessou o vício e a necessidade de tratamento em anos recentes.

Foi-se um ‘novato’ de 46 anos que cravou seu pé na hall de grandes atores a partir da década de 90, com belas interpretações que se adequaram à sua idade: o estudante rico mimado em Perfume de Mulher, os desvairados e aventureiros de Fé Demais Não Cheira Bem e Twister, o articulador em Jogos do Poder e Tudo pelo Poder e  biografando Truman Capote, que lhe rendeu um Oscar em 2006.

Meu critério de bons artistas são aqueles que convencem com vilões prepotentes, homossexuais de respeito e com deficiência que se superam. Hoffman talvez tenha pecado no último quesito, mas incorporou todos os outros com maestria.

Dedico aqui um Top 5 simbólico dos melhores filmes que vi desse artista. Quase todos em grandes parcerias.

5 – Ninguém é Perfeito (1999): Uma drag queen simplória tenta ajudar Robert de Niro pós-avc com terapia de canto. Divertido e cômico.

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4 – Antes Que o Diabo Saiba Que Você Está Morto (2007): Junto com o irmão sem-graça Ethan Hawke, trama o golpe do seguro na loja dos pais que, pra variar, acaba dando errado. Calculista e denso.

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3 – Dúvida (2008): Um padre com comportamento suspeito aporrinhado o tempo todo por Meryl Streep. Religioso e culpado (spoiler!).

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2 – Missão Impossível (2006): Traficante de armas e de informações sigilosas em jogo de gato e rato com Tom Cruise. Cínico e de dar raiva.

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1 – Piratas do Rock (2009): Comanda uma rádio flutuante tocando rock em plena Inglaterra conservadora de Kenneth Branagh. Provocador e hilário.

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Top 5 Sacrifícios Heroicos no Cinema

Posted: 31/07/2013 by sobziro in Geral, Top 5

Que atire o primeiro pote de albumina quem nunca chorou em cenas comoventes das telonas, não importa sendo ficção ou baseado em fatos verídicos. Um lugar-comum para esse despertar tal sentimento são os sacrifícios heroicos, quando o/a personagem sabe que a morte é certa, mas pelo bem do coletivo entrega a vida.

São inúmeras e várias exemplos. Esse top 5 elencou as melhores para o autor, mas nada impede críticas e sugestões (ou o slogan do blog por completo). Me desculpem se banquei o spoiler para alguns filmes!

5 – Walt Kowalski (Clint Eastwood em Gran Torino)

Resumo resumido: Clint encarna um veterano de guerra racista, rabugento e sozinho é obrigado a conviver – e suportar – vizinhos de origem asiática. Inicia uma amizade com o adolescente Thao, ao mesmo tempo em se ambos adquirem um certo aprendizado sobre a vida. Para prender a gangue do primo do garoto, Kowalski simula ter uma arma e acaba baleado pelos bandidos

4 – Nobutada (Shin Koyamada em O Último Samurai)

Resumo resumido: Em meio a uma batalha entre modernização e tradição no Japão do século XIX, o chefe dos samurais Katsumoto (Ken Watanabe) é preso e aguarda julgamento pelos ‘vendidos ao imperialismo ocidental’. Ao ser libertado pelos seus seguidores – incluindo Tom Cruise – é perseguido pelos guardas com armas de fogo. Seu filho é atingido e resolve ficar para retardar os atiradores.

3 – King Leonidas (Gerard Butler em 300)

Resumo resumido: Esparta é a cidade remanescente contra a invasão persa na Grécia. Leonidas escolhe seus 299 melhores soldados em uma batalha em que, apesar da derrota certa, aniquilou um alto número de inimigos. Vale a expectativa na continuação 300: A Ascensão do Império, previsto para Março de 2014.

2 – Harry Stamper (Bruce Willis em Armageddon)

Resumo resumido: A nave Freedom precisa vazar do asteroide prestes a entrar na atmosfera terrestre, porém alguém precisa ficar para acionar manualmente a ogiva implantado no meteorito. No jogo de palitos o novato Frost (Ben Affleck) é o contemplado, mas seu sogro resolve assumir a bronca de última hora. É o momento mais marcante do blockbuster de Michael Bay, além da trilha sonora do Aerosmith.

1 – Darth Vader (David Prowse em Guerra nas Estrelas, Episódio VI – O Retorno de Jedi)

Resumo resumido: Na batalha final dos rebeldes contra o lado negro da força, Luke vence seu pai Vader no ‘teste’ imposto pelo Imperador (Ian McDiarmid). Depois, o próprio ataca Skywalker, e é jogado por Darth no fosso do gerador. Ao salvar o filho, ele recebe o ataque maligno em seu lugar.

 

Bom, antes que bombardeiem com os dizeres ‘faltou tal filme’, segue em anexo os 43 momentos do mesmo porte no vídeo a seguir, inclusive com quase todos os sacrifícios já ranqueados.

 

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Para os casais, momentâneos, fixos ou meio-termos, festejam da melhor forma (im)possível a data romântica de hoje. Segue as trilhas:

5 – WE ARE ONE / KISS

Um hit de amor dos caras-pintadas do Hard Rock. A canção é bela e ‘fofa’, mas atentem-se à letra e…sim, isso mesmo!

 

4 – BLACK / PEARL JAM

No final do debutante Ten, os caras de Seattle abusaram da ‘cornitude-psicodélica’, mas nem por isso menos geniosa.

 

3 – YELLOW / COLDPLAY

Coincidência por dar nome de cor, a melodia é  até empolgante, e a letra uma simples declaração de amor sofrida.

 

2 – STRAY HEART / GREEN DAY

Tentar recuperar o amor perdido é tema recorrente nas músicas ‘love’. Nessa, o Green Day conclama desculpas pelo coração perdido.

 

1 – WITH OR WITHOUT YOU / U2

De mãos atadas, amor e ódio andando lado a lado, viajando pela costa…e pensar que o ‘latin lover’ do U2 quase foi parar no lixo antes da gravação.

 

Os bons filmes de luta dificilmente decepcionam seus espectadores, até mesmo os de categoria B- (im)possível. Entretanto, há cenas de combate que valem por toda a película, ainda que ela deixe a desejar todo o resto. Nesse top 5, que virou 10 trocando ideias com o sócio do blog, destaca as melhores batalhas entre dois oponentes.

Como critério do juiz que vos escreve, não foram avaliadas cenas de Hqs (Homem Aranha, Batman, Transformers…) e exércitos de um homem só (Matrix, Kill Bill e afins). Sim, o ranking foi bolado no calor da emoção do post anterior

Em contagem regressiva, eis as pancadarias (Infelizmente algumas estão editadas):

10º -Tom Hardy x Joel Edgerton (Guerreiro)

Contexto da Luta: Os irmãos Collon são finalistas em um torneio de lutadores profissionais, e cada um tem uma meta: Brendan (Edgerton) precisa da grana e Tommy (Hardy) quer redenção pelos problemas familiares que enfrentou.

Por que a luta é foda? Um olhar alternativo e cinematográfico do universo do MMA (reconhecido ou paralelo), com dois lutadores que, literalmente, bateram adversários superiores nas eliminatórias.

9º – Kong x T-Rexs (King Kong)

Contexto da Luta: O gorila gigante Kong tenta defender a indefesa Ann Darrow (Naomi Watts) das mordidas dos selvagens Tiranossauros Rexs. Engraçado como T-Rexs famintos preferem uma mísera humana do que um primata gigante para o almoço.

Por Quê a luta é foda? Andy Serkis, o eterno Smeagol, encarna de modo perfeito o gorila, e os répteis virtuais foram cuidadosamente ajeitados nas cenas. Tá, eles são inferiores ao Jurassic Park.

8º – Russel Crowe x Sven-Ole Thorsen (Gladiador)

Contexto da Luta: Maximus tenta recuperar a glória de combatente fiel e aniquilar o imperador Commodus, que matou sua família e o escravizou. Para isso, entretém a população do ‘pão e circo’ como gladiador em um embate contra Tigris e tigres (trocadalho do carilho).

Por que a luta é foda? O ar de espetáculo promovido por Ridley Scott no coliseu cenográfico dá a beleza, e os animais usados para apimentar a luta causa certos sustos.

7º – Michelle Yeoh x Ziyi Zhang (O Tigre e o Dragão)

Contexto da Luta: Jen (Zhang) porta uma espada roubada e sagrada e distribui porradas por onde passa na China. A aliada de Li Mu Bai (Yeoh) tenta impedi-la de prosseguir até a chefe Raposa Jade.

Por que a luta é foda? Sexo frágil que nada, a pancadaria promovida usando armas por essas ‘donzelas’ é um dos melhores momentos do filme, com o murcho Chow Yun-Fat no papel principal.

6º – Jet Li x Shido Nakamura (O Mestre das Armas)

Contexto da Luta: Para defender a honra chinesa das invasões europeia e japonesa, Huo (Li) participa de um torneio contra os melhores lutadores do outro lado. Tanaka (Nakamura) usa a espada, em uma luta com trapaças e final triste (no spoiler).

Por que a luta é foda? São dois atores que evitam dublês, e o caráter geopolítico da briga (China x Japão) tenta mostrar qual é o melhor nas artes marciais.

5º – Chuck Norris x David Carradine (McQuade Lobo Solitário)

Contexto da Luta: McQuade (Norris) tenta salvar esposa e filha das garras do perverso traficante de armas Wilkes (Carradine). A porradaria acontece na parte final do filme, quando a trupe do vilão é vencida.

Por que a luta é foda? Simplesmente porque reúne os dois maiores blockbusters de arte marcial dos anos 70 e 80. Norris já tinha aprendido a lição com Bruce Lee e Carradine, com seu enlatado Kung Fu.

4º – Jackie Chan x Benny the Jet (Detonando em Barcelona)

Contexto da Luta: Thomas (Chan) tenta resgatar a amada trancafiada no castelo de um rico malvado. E luta contra um de seus melhores guarda-costas (Jet) para seguir em frente.

Por que a luta é foda? Outro encontro de dois lutadores profissionais que evitam dublês. Ainda que tenha muita edição e algumas falhas, a luta é uma das melhores já feitas. Lembrando que Benny é coreógrafo de vários muitos de luta.

3º – Sylvester Stallone x Dolph Lundgren (Rock IV)

Contexto da Luta: Rock Balboa (Stallone) tenta vingar a morte do ex-inimigo Apollo Creed contra o soviético Ivan Drago (Lundgren). Mas todos os oitentistas sabem que esse filme da franquia estava mais para escancarar a Guerra Fria do que valorizar o boxe.

Por que a luta é foda? Porque é soco atrás de soco de ambos os lados, com heroísmo típico estaduniense lutando em território inimigo, no caso Moscou.

2º – Van Damme x Bolo Young (O Grande Dragão Branco)

Contexto da Luta: Fran Dux (Damme) quer persistir no torneio de lutas de vale-tudo na Tailândia e bater quem bateu seu irmão, o temeroso tetas móveis Chong Li (Yeung).

Por que a luta é foda? Os teens preferem o chute borboleta de Karate Kid, os testosterônicos vão a loucura com a cara ensanguentada do Van Damme e as bateria imaginária de Yeung!

1º – Bruce Lee vs Kareem Abdul (Jogo da Morte)

Contexto da Luta:  Lo (Lee), finge sua própria morte para perseguir os bandidos que querem sua cabeça. Para chegar ao chefe final (bem Street of Rage isso), precisa vencer seu capanga Hakim.

Por que a luta é foda? Além da sequência dos golpes, basta atentar aos uniformes de cada lutador, qualquer adaptação ou cópia feita até hoje nos filmes e games não é mera coincidência.

All or nothing!

All or nothing!

Dedicado aos artistas que sempre partem para o sacrifício, dão a vida ou simplesmente levam a pior nos filmes.

5 – Pete Postlethwaite

O tiozão, infelizmente, não está mais entre nós. Pode parecer humor negro, mas Pete morreu em quase todos os filmes nos últimos dois anos de vida, entre 2009 e 2011. Dentre os exemplos, estão Atração Perigosa, Fúria de Titãs, A Origem e Solomon Kaine, além do lendário Em Nome do Pai (1993). Se destacou interpretando padres como em Jardineiro Fiel e Coração de Dragão.

A Exceção: O caçador implacável Roland Tembo, em Jurassic Park II – O Mundo Perdido

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4 – Liam Neeson

Sim, atores com inúmeros filmes em que interpretam herois também tem seus desfechos ruins. Ainda assim, Neeson foi ‘glorioso’ nesse tipo de paticipação, seja no começo como Gangues de Nova York e Cruzada, no final (Batman Begins e A Missão e Fúria de Titãs II) ou quando não aparece, a exemplo do Leão Aslan no primeiro Crônicas de Nárnia.

A Exceção: Liam constuma termina bem nos papéis de policiais ou agentes, como Busca Implacável e Desconhecido, mas foi no consagrado Lista de Schindler em que se destacou mais.

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3 – Ed Harris

Perambulando entre papeis corretos (Olho por Olho e O Segredo do Abismo), o tiozão de Nova Jersey encarnou vilões militares (A Rocha e Círculo de Fogo) e tiras suspeitos (Medo da Verdade e Marcas da Violência), junto a cinebiografias do músico Bethoveen (O Segredo de Bethoveen) e do pintor Jackson Pollock (Pollock).

A Exceção: Se não morreu ao término das tramas, Harris se caracterizou em mau-feitores ignorados (Uma Mente Brilhante e Show de Truman).

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2 – Ron Perlman

Um dos artistas que mais pecam no quesito beleza sofre com tragédias de suas atuações. O currículo é grande: Conan o Bárbaro, Caça às Bruxas, Driver, Blade II, Sonâmbulos, O Nome da Rosa…só pra citar os filmes que assisti.

A Exceção: Perlman se safou em uma das adaptações da DC Comics: Hellboy. Mas o preparo foi árduo, já que a maquiagem demorava 4 quatros pra se acertar (deixar mais feio o que já não é bonito?)

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1 – Sean Bean

Esse dispensa apresentações. Como diz meu sócio de blog “Tá precisando de alguém pra morrer, chama o Sean Bean”. Medalha de ouro com sobras, citando só os mais conehcidos: Jogos Patrióticos, Senhor dos Anéis, A Ilha, OO7 – Goldeneye, Plano de Vôo, Refém do Silêncio, A Morte pede Carona.

A Exceção: Sean ganhou notabilidade no seriado Guerra dos Tronos, no entanto foi no épico Troia, quando fez Ulysses, que sobreviveu até o final, superando inclusive Brad Pitt.

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