Archive for the ‘Sugestão da Casa’ Category

Já saiu em todos os blogs possíveis mas música boa somado de criatividade a gente tem que divulgar (a ordem não importa). A dupla 2Cellos (canal 2CELLOSlive no youtube) adaptou clássicos do pop rock no violoncelo.

A última chamada foi Thunderstruck, do AC/DC:

 

Eles tocam um só instrumento (ou vários) ao mesmo tempo, como nessa versão de Every Teardrop is a Waterfall, do Coldplay:

 

Pra quem duvida, tem as versões ao vivo. Nada mais nada menos do que Where The Street Have no Name, do U2:

 

Que tal uma ‘batalha’ com Steve Vai?

 

Duvido que eles saibam tocar grunge…OH WAIT!

 

Bom, taí mais uma prova de que o rock se adapta em qualquer estilo musical. Já o contrário…

Galinha Pintadinha e Patati-Patatá que me desculpem, mas por um acaso descobri a fórmulo perfeita para embalar a sono de bebês: rock and roll versão cuti-cuti. Obrigado Rockabye Baby! e alexncce!

 

 

 

 

 

 

 

Esses dias minha mãe chegou com um calendário com o título da postagem.  Trata-se do”…empenho dos Pintores com a Boca e os Pés. Esta coleçõs mostra uma lição de vida sendo motivo de inspiração para muitas pessoas.” (palavras do site http://www.apbp.com.br/calendario.asp). Alguns pintores tem reconhecimento internacional como Cristóbal Toledo, além de brasileiros como Moacir Ferraz.

Capa 2014_gr

Julho 2014_gr

Novembro 2014_gr

Abril 2014_gr

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E aí? Qual é o seu problema mesmo?

Aningaaq

Posted: 06/01/2014 by zegotinha07 in Geral, Sugestão da Casa

Quem viu Gravidade (Alfonso Cuarón, 2013) vai compreender o curta do seu filho (Jonás Cuarón) e co-autor do filme, já para quem não viu o excelente filme, fica um incentivo para entender quem é que está do outro lado conversando com o esquimó pedindo socorro (quando vi o filme achei que era algum chines com radio amador).

Enquanto no Brasil impera a incoerência entre biógrafos e artistas, resolvi apelar para a leitura de um dos artistas mais idolatrados – senão o mais – da história do country e dos rock nos Estados Unidos, Johnny Cash. O livro originalmente foi publicado em 1997, época em que Cash dava seu último tiro de consagração no cenário musical. O cantor faleceu em 2003.

O jornalista Patrick Carr contribuiu para que o texto se ajeitasse e Johnny não economiza em seus feitos na primeira pessoa. Por não usar a linha comum (e às vezes maçante) das biografias – nascimento, infância, primeiros trabalhos, carreira artística e curtindo a velhice – talvez seja o mais interessante do livro. Muitos artistas optam pelo modelo para convencerem os fãs que alçaram o sucesso a duras penas.

Ao invés disso, o menino pobre, nascido e crescido nas fazendas de algodão do Tennessee, preferiu focar as temáticas que mais lhe alegraram e perturbaram em toda sua trajetória aos 65 anos de idade.

Um dos problemas relatados, encarado como trauma, diz respeito ao acidente com o irmão Jack na adolescência. Cash detalha o ocorrido desde a premonição feita por ele momentos antes até o dia do óbito no hospital.

O vício em anfetaminas foi outro aspecto abrangido na obra. Rotina desregulada, temperamento explosivo, depressão e isolamento de entes queridos e o momento de redenção e reviravolta, graças à família da amada June Carter.

A religiosidade do artista pode ser o ‘ponto de equilíbrio’ do livro. Cash depõe todo seu amor a Deus sem que seus relatos pareçam uma pregação barata de igrejas intolerantes. A leitura constante da Bíblia e outros textos sagrados só reforçam tentativas de casar estilos musicais com o gospel.

Parcerias e amizades dão a entender a simplicidade de Johnny para elogiar quem esteve próximo em tempos de disputa saudável entre country e rock a partir dos anos 60. Roy Orbison, Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Willie Nelson são apenas alguns entre tantos.

Em uma era de decadência musical em se tratando de conteúdo, vale a leitura e o download das músicas do Man In Black no epílogo. O livro é muito mais que a cinebiografia ‘Johnny & June’, estrelado pelo brilhante Joaquin Phoenix e a insossa Reese Witherspoon.

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O  Green Day causa alvoroço no mainstream desde os anos 90, mas o seu American Idiot foi um divisor de águas por 2 motivos: O engajamento político implícito da banda e o visual emo de Billie Joe Armstrong. Quando veio a sequência 21st Century Breakdown, em 2009, já ficou escrachado o teor crítico do trio californiado à quase todas as mazelas sociais, e a faixa East Jesus Nowhere aponta de modo certeiro para a religião.

A letra relaciona os atos da igreja, provavelmente a protestante que abunda nos EUA, aos feitos do exército norte-americano desde 11 de setembro ou até antes, quando justificam mortes em nome da paz, do equilíbrio e da democracia (Depositem sua fé em um milagre / E isso não tem a ver com religião/ Juntem-se ao coro, estaremos cantando /Na igreja da doce ilusão), além de citar os problemas raciais enfrentados na América até a investida de Martin Luther King (Levantem-se! Todos os garotos brancos / Sentem-se! Todas as garotas negras / Vocês são os soldados do novo mundo).

Tudo isso abusando do autoritarismo, de forma que o povo, descrito como ‘cães sodomizados’, não devem criticar ou mesmo se posicionar contra seu líder-pastor-presidente-general em tom de ameaça (Não me testem / Não me contestem / Não me protestem), aos olhos de um aparelho repressor e vigilante (Eu quero saber a quem é permitido reproduzir/ (…) E os tiras de uma nova religião)

Talvez aos ouvidos dos ateus revoltatinhos isso pode soar como uma ode de Beethoven ou de Vinícius de Moraes, remetendo aos abusos medievais da instituição. Mas a bem da verdade a música, acompanhada por batidas que lembram as touradas espanholas, serve para o próprio estaduniense rir da própria desgraça – o videoclipe tem sua parcela bem-humorada – e talvez refletir sobre um futuro justo e digno, sem intervencionismo ou pisões em outras religiões. Taí um possível diálogo entre a Casa Branca e o Irã podendo mudar os rumos do acordo ‘liberdade em nome do Petróleo’.

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Pra quem viveu – e entendeu – os anos 80 e 90:

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Mais risadas no site de Pedro Leite (sim, o mesmo de Tirinhas do Zodíaco) no face: https://www.facebook.com/pgleite

Porque show do Foo Fighters sem ‘Everlong’ é Nirvana!

 

 

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Para os casais, momentâneos, fixos ou meio-termos, festejam da melhor forma (im)possível a data romântica de hoje. Segue as trilhas:

5 – WE ARE ONE / KISS

Um hit de amor dos caras-pintadas do Hard Rock. A canção é bela e ‘fofa’, mas atentem-se à letra e…sim, isso mesmo!

 

4 – BLACK / PEARL JAM

No final do debutante Ten, os caras de Seattle abusaram da ‘cornitude-psicodélica’, mas nem por isso menos geniosa.

 

3 – YELLOW / COLDPLAY

Coincidência por dar nome de cor, a melodia é  até empolgante, e a letra uma simples declaração de amor sofrida.

 

2 – STRAY HEART / GREEN DAY

Tentar recuperar o amor perdido é tema recorrente nas músicas ‘love’. Nessa, o Green Day conclama desculpas pelo coração perdido.

 

1 – WITH OR WITHOUT YOU / U2

De mãos atadas, amor e ódio andando lado a lado, viajando pela costa…e pensar que o ‘latin lover’ do U2 quase foi parar no lixo antes da gravação.

 

Os bons filmes de luta dificilmente decepcionam seus espectadores, até mesmo os de categoria B- (im)possível. Entretanto, há cenas de combate que valem por toda a película, ainda que ela deixe a desejar todo o resto. Nesse top 5, que virou 10 trocando ideias com o sócio do blog, destaca as melhores batalhas entre dois oponentes.

Como critério do juiz que vos escreve, não foram avaliadas cenas de Hqs (Homem Aranha, Batman, Transformers…) e exércitos de um homem só (Matrix, Kill Bill e afins). Sim, o ranking foi bolado no calor da emoção do post anterior

Em contagem regressiva, eis as pancadarias (Infelizmente algumas estão editadas):

10º -Tom Hardy x Joel Edgerton (Guerreiro)

Contexto da Luta: Os irmãos Collon são finalistas em um torneio de lutadores profissionais, e cada um tem uma meta: Brendan (Edgerton) precisa da grana e Tommy (Hardy) quer redenção pelos problemas familiares que enfrentou.

Por que a luta é foda? Um olhar alternativo e cinematográfico do universo do MMA (reconhecido ou paralelo), com dois lutadores que, literalmente, bateram adversários superiores nas eliminatórias.

9º – Kong x T-Rexs (King Kong)

Contexto da Luta: O gorila gigante Kong tenta defender a indefesa Ann Darrow (Naomi Watts) das mordidas dos selvagens Tiranossauros Rexs. Engraçado como T-Rexs famintos preferem uma mísera humana do que um primata gigante para o almoço.

Por Quê a luta é foda? Andy Serkis, o eterno Smeagol, encarna de modo perfeito o gorila, e os répteis virtuais foram cuidadosamente ajeitados nas cenas. Tá, eles são inferiores ao Jurassic Park.

8º – Russel Crowe x Sven-Ole Thorsen (Gladiador)

Contexto da Luta: Maximus tenta recuperar a glória de combatente fiel e aniquilar o imperador Commodus, que matou sua família e o escravizou. Para isso, entretém a população do ‘pão e circo’ como gladiador em um embate contra Tigris e tigres (trocadalho do carilho).

Por que a luta é foda? O ar de espetáculo promovido por Ridley Scott no coliseu cenográfico dá a beleza, e os animais usados para apimentar a luta causa certos sustos.

7º – Michelle Yeoh x Ziyi Zhang (O Tigre e o Dragão)

Contexto da Luta: Jen (Zhang) porta uma espada roubada e sagrada e distribui porradas por onde passa na China. A aliada de Li Mu Bai (Yeoh) tenta impedi-la de prosseguir até a chefe Raposa Jade.

Por que a luta é foda? Sexo frágil que nada, a pancadaria promovida usando armas por essas ‘donzelas’ é um dos melhores momentos do filme, com o murcho Chow Yun-Fat no papel principal.

6º – Jet Li x Shido Nakamura (O Mestre das Armas)

Contexto da Luta: Para defender a honra chinesa das invasões europeia e japonesa, Huo (Li) participa de um torneio contra os melhores lutadores do outro lado. Tanaka (Nakamura) usa a espada, em uma luta com trapaças e final triste (no spoiler).

Por que a luta é foda? São dois atores que evitam dublês, e o caráter geopolítico da briga (China x Japão) tenta mostrar qual é o melhor nas artes marciais.

5º – Chuck Norris x David Carradine (McQuade Lobo Solitário)

Contexto da Luta: McQuade (Norris) tenta salvar esposa e filha das garras do perverso traficante de armas Wilkes (Carradine). A porradaria acontece na parte final do filme, quando a trupe do vilão é vencida.

Por que a luta é foda? Simplesmente porque reúne os dois maiores blockbusters de arte marcial dos anos 70 e 80. Norris já tinha aprendido a lição com Bruce Lee e Carradine, com seu enlatado Kung Fu.

4º – Jackie Chan x Benny the Jet (Detonando em Barcelona)

Contexto da Luta: Thomas (Chan) tenta resgatar a amada trancafiada no castelo de um rico malvado. E luta contra um de seus melhores guarda-costas (Jet) para seguir em frente.

Por que a luta é foda? Outro encontro de dois lutadores profissionais que evitam dublês. Ainda que tenha muita edição e algumas falhas, a luta é uma das melhores já feitas. Lembrando que Benny é coreógrafo de vários muitos de luta.

3º – Sylvester Stallone x Dolph Lundgren (Rock IV)

Contexto da Luta: Rock Balboa (Stallone) tenta vingar a morte do ex-inimigo Apollo Creed contra o soviético Ivan Drago (Lundgren). Mas todos os oitentistas sabem que esse filme da franquia estava mais para escancarar a Guerra Fria do que valorizar o boxe.

Por que a luta é foda? Porque é soco atrás de soco de ambos os lados, com heroísmo típico estaduniense lutando em território inimigo, no caso Moscou.

2º – Van Damme x Bolo Young (O Grande Dragão Branco)

Contexto da Luta: Fran Dux (Damme) quer persistir no torneio de lutas de vale-tudo na Tailândia e bater quem bateu seu irmão, o temeroso tetas móveis Chong Li (Yeung).

Por que a luta é foda? Os teens preferem o chute borboleta de Karate Kid, os testosterônicos vão a loucura com a cara ensanguentada do Van Damme e as bateria imaginária de Yeung!

1º – Bruce Lee vs Kareem Abdul (Jogo da Morte)

Contexto da Luta:  Lo (Lee), finge sua própria morte para perseguir os bandidos que querem sua cabeça. Para chegar ao chefe final (bem Street of Rage isso), precisa vencer seu capanga Hakim.

Por que a luta é foda? Além da sequência dos golpes, basta atentar aos uniformes de cada lutador, qualquer adaptação ou cópia feita até hoje nos filmes e games não é mera coincidência.

All or nothing!

All or nothing!