Arquivo de Junho, 2011

Quem tem…tem coragem.

Posted: 27/06/2011 by sobziro in Geral, Humor
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Ou insanidade mesmo. Sugiro o novo filme de Tony Scott, ‘Incontrolável’, pra entender melhor a agonia.

Priscila, o Papito do Deserto

Posted: 22/06/2011 by sobziro in Ócio Criativo, Humor
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Ex-Drag Queen que é fã de Racionais MC? Isso pode Arnaldo?

“London Calling é o terceiro álbum de estúdio da banda britânica punk rock The Clash.
O Clash pode ser acusado de ter diluído o punk rock em digressões estilísticas e de discursar sobre política sem realmente saber nada sobre isso, mas, um quarto de século depois do lançamento de sua obra-prima, London Calling, o álbum continua sendo o que melhor ofereceu uma saída vital para o solipsismo do Punk. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.[1]
London Calling foi o testamento definitivo do Clash, depois do manifesto punk de seu primeiro álbum e do agrado ao público americano de Give ‘Em Enough Rope. A parceria entre Joe Strummer e Mick Jones abarcava agora outras influencias, além do punk e do reggae, como o rockabilly (Brand New Cadillac), o pop (Lost in the Supermarket) e oR&B (I’m Not Down), enquanto Simonon oferecia o hino dark Guns Of BrixtonSpanish Bombs era um protesto político genuíno; a faixa-título, com sua linha de baixo galopante, a guitarra cortante e o vocal gutural, garantiu à banda seu maior sucesso em single até então.
Mas o que faz o amálgama do disco é a produção firme de Guy Stevens. Um empreendedor genial da indústria do disco desde o final dos anos 60, Stevens tinha caído em desgraça em meados do da década de 1970, mas seu entusiasmo fez a banda deixar de lado sua postura intimidadora e ele conseguiu extrair o melhor dela.
A capa faz uma referência consciente à do primeiro álbum de Elvis, embora a foto, feita por Pennie Smith, de Simonon preste a esmagar o baixo, seja punk puro. A foto recebeu o prêmio de “melhor foto de Rock’ n’ Roll de todos os tempos” da revista Q Magazine, em 2002. Este é o um daqueles raros discos que tantos definem sua época como mostram seus criadores no auge de seu talento.”
Ito (Oscar Elias Pena Fexina) é um exilado em Honduras natural de Conchas, interior de SP. Roqueiro por natureza, biólogo por hobby.

Como se Lhama?

Posted: 17/06/2011 by sobziro in Ócio Criativo, Humor
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Muito além da propaganda de chiclete.

É tosco, mas confessa que riu!

O conto do Menino Empada.

 

Pobre Menino nasceu do desejo de sua mãe comer empada. Moravam em cidade pequena e seu pai não encontrou nada aberto, nenhum supermercado para comprar os ingredientes e fazer a quitute. Não havia um santo lugar aberto que se pudesse comprar o salgado de frango e catupiry. Diziam que isso era besteira, que o desejo passa. “Não liga, não” o pessoal da rua falava para aquela mãe, que desesperada e aos prantos temia pelo pior. No outro dia, as 9 horas da manhã, ao abrir a melhor salgadaria da cidade, comeu  5 empadas de frango, mas já era tarde demais.

Após 4 meses, nascia ao meio dia o Menino Empada. Na verdade seu nome era João, mas ninguém o chamava assim. Menino cresceu cheio de carinho dentro de seu lar. Lá fora tinha que fugir das brincadeiras de mau gosto sobre o formato de sua cabeça, e fugir de gordinhos  tarados por empada pelo seguinte motivo – Sua cabeça era uma empada completa, na suas veias corriam queijo cremoso e seu corpo era recheado de frango, a única coisa que faltava e ninguém sabia explicar o porque, era a azeitona.

Aos 17 anos era extremamente revoltado com a sua situação, questionava tudo e todos. Nunca tinha encontrado nenhum caso igual, mandava os outros ao inferno junto com o mundo em que eles viviam. Mas a vida lá fora estava chamando, não podia ficar ali, parado, sem fazer nada, tinha que seguir a sua busca por explicações. Mas a falta que a falta faz, o deixava deprimido.

Certa vez foi emboscado por 3 gordinhos, que com facas, o perfuraram para obter o recheio que se alocava dentro de suas entranhas. Ele não ligava em colaborar em casa, mas julgava ser canibalismo comer queijo cremoso ou frango. Empada então, ele dizia ser parecido com  complexo de Édipo, portanto evitava. Mas quando seu pai pedia, sedia os pulsos para as pizzas do velho, e que pizzas!! Provavelmente um meio de escape para o pobre homem enfrentar a barra de ter um filho empada.

Aos 25 decidiu dar um basta exatamente no dia do seu aniversario. Depois de se consultar com piscologos psicóticos e psiquiatras psíquicos, nada adiantava, todas a soluções eram paliativas. Talvez João nunca fosse encontrar uma resposta para aquilo, já não atribuía a Deus a responsabilidade de ser assim, muito menos a sua progenitora. Sua pobre mãe por vez, coitada, sofria dez vezes mais do que o filho. Até quando ele disse – “Longe daqui, vou partir”- a mulher ficou 1 mês de cama aos prantos, parecia que havia perdido seu único filho para sempre (não quiseram arriscar uma Menina Coxinha).

Em seu basta, decidiu viajar, procurar outros lugares, empregos e etc. Chegou à grande cidade, se estabeleceu, ganhou uma grana, gastou tudo em uma bebedeira e um bordel de luxo, afinal não queria morrer virgem.  Partiu para o seu ultimo dia de vida como empada com uma garrafa do melhor whisky que encontrou e depois disso pensou que após tudo provavelmente faria aqueles cachorros que habitavam a entrada de seu prédio mais felizes por um tempo. Ele não gostava de ver os bichos sofrerem, mesmo quando os cachorros o atacaram certa vez.

Há exatamente 25 anos e 5 minutos antes de João entrar no prédio, uma mulher também grávida dava a luz a uma menina que lembrava de perto uma azeitona, seu nome era Olivia. Era verde, uma coisa rara pra quem não conhecia o Menino Empada.  A menina cresceu e amadureceu se tornando uma suculenta azeitona, daquelas bem carnudas, quase sem caroço de tanta carne e suculência (repare na repetição, ela era muito gostosa mesmo).  25 anos depois e 5 minutos abria a porta do elevador. Ela viu pela fresta da porta aquele que se aproximava com um formato de empada e seu coração disparou.

Passando pelo corredor o Menino desviou do elevador, viu de longe que estava descendo mais não queria ser visto por ninguém, porque o pessoal sempre encarava. Até o pessoal do trabalho ainda não tinha se acostumado direito. Como sempre fazia, saia muito cedo de casa e voltava muito tarde, só quem o conhecia, eram os porteiros, ou o porteiro, por ser sempre o mesmo do turno da noite que ficava até de manhã. Nesse dia teve que insistir ao porteiro da hora do almoço, que realmente morava ali. Era quase hora do almoço, e o porteiro decidiu não implicar, o deixou passar. A rua estava lotada, e João percebeu que o porteiro prestava mais atenção nas secretarias que passavam ali com suas calças e saias justas e suas blusas decotadas do que na empada que o pedia pra entrar.

Subiu até a cobertura, se postou em cima do parapeito. Quando estava para pular sentiu algo pegar em sua mão e com uma suave voz ouviu dizer um “Não!” bem calmo. O Menino empada havia finalmente encontrado a sua Azeitona. Finalmente eles eram João e Olivia.

Ah o Amor…

Posted: 13/06/2011 by zegotinha07 in Top 5

Aqui vai um top bem rapido sobre as musicas mais romanticas segundo a minha humilde opnião sem contar Barry White, Lionel Ritchie, The Pretenders e etc…

5º Lugar – Legião Urbana – Eduardo e Monica

Famigerada e mais tocada nessa semana dos namorados. A musica tem 25 anos de existencia e provavelmente Renato Russo estava apenas descrevendo a historia de amor de alguem, até que a operadora de celular resolveu fazer o filme abaixo e fazer todo mundo se emocionar…

4º Lugar – Elvis Costello – She 

A musica é um cover do Charles Aznavour e trilha do filme Um lugar chamado Notthing Hill. Fala sobre a mulher amada e todas as qualidades que fazem ele sentir aquilo por ela.

3º Lugar – Dave Matthews – You and Me

Simplismente um cara que quer fugir com seu amor e ele sabe que com ela pode fazer qualquer coisa. Eu acho isso bonito em um casal…

Versão com a Ivete Sangalo, que não ficou ruim não… muito pelo contrario.

2º Lugar – Sambô – Minha Vida

Grupo de samba rock do interior de São Paulo que vive de shows fazendo covers de samba de musicas de rock classicas como Sunday Bloody Sunday, Rock n Roll e de sambas classicos como Feijoada Completa, Não deixe o samba morrer tem apenas 1 musica propria e essa musica se chama Minha Vida, ouçam…

1º Lugar – Cassia Eller – Luz dos Olhos

Na verdade essa musica é do Nando Reis, mas a versão da finada Cassia Eller é dez vezes melhor… Gosto muito do começo da musica, descreve bem o que uma pessoa sente quando a outra pessoa (amada) chega.

BONUS

2 menções… a primeira pra esse mashup feito pelo Thiago Correa  (é só entrar na pagina do cara e clicar no play)

http://www.thiagocorrea.com/2010/06/04/for-your-love/

a segunda é para os #foreveralones (que nem eu)…

I alone… love you #onanismofeelings hauhauahuah.

Fui!

Em tempos de MP3, Pen-Drive e gravadoras Félap*ta, está cada vez mais raro, pra não dizer nulo, encontrar um álbum de cd que podemos chamá-lo de ‘completo’, ‘memorável’, ‘fodástico!’. Com o conteúdo mais mercadológico, ou seja acima do comercial, e temática xula (pobre é rico para os coloridos e sertanojos atuais),  a procura pelo estilo decente, seja rock, mpb, samba, hip-hop, se encontra fadado aos alternativos, vulgo chatos e malas para a publicidade fonográfica.

Mas os alternativos têm um porquê de escolherem seus gostos. E a com esses porquês que hoje será dada a largada a coluna o ‘Sábios Ouvidos’, que dará voz para pessoas ‘rankiarem’ seus 5 cds marcantes, independente do estilo musical, se é estúdio ou ao vivo, inédito ou The Best Of. É praticamente uma extensão da categoria Sugestão da Casa, só que exclusivamente musical e nostálgica. A contagem será regressiva e haverá colaboração de outros esclarecidos além dos blogueiros.

nº 5 – Manu Chao – Clandestino (Sobziro)

Dissidente do Mano Negra, o sujeito confuso de origem (argelina, francesa e venezuelana) gravou esse cd em 1998 ‘sem-querer’, fruto de viagens sem compromisso pela América Latina. Nele mistura-se ritmos típicos do nosso continente, com toques de francês e inglês, destacando culturas e costumes locais, denunciando as mazelas e viajando nas influências da erva do diabo, mas sem exagerar na apologia planet-hêmpica.

A inicial Clandestino, que teve cover de Adriana Calcanhoto, aborda a questão imigratória para o Norte-Desenvolvido, em Desaparecido, Manu fala de movimentos sem rumo e sentimentos, seguindo um roteiro ‘sussa’ por Bongo BongJe Ne T Aime Plus (sequência de Bongo Bong em francês) e Mentira, com lamúrios que lembram Mercedes Sosa.

Luna y Sol é a mais agitada do disco, voltando depois ao estado de bonança Por El Suelo até o final El Viento. Há tempo para uma sátira japonesa em Welcome to Tijuana e o sarcasmo em Minha Galera. Todos as faixas acompanham violão, viola andina e efeitos sonoros de teclados, com batuques de tamborim pra Jô Soares nenhum botar (d)efeito. Melhor ainda se for ouvido sem o shuffle.