Arquivo de Março, 2013

Desconhecidos para poucos, viva o bom humor nos jogos clássicos!

Mais em: http://www.dorkly.com/

No aniversário de 40 anos de The Dark Side Of the Moon, completados no início do mês de março, ficou a dúvida de como escrever, e fazê-lo muito bem, pra homenagear esse álbum, com o prisma que foi além da física na capa e ficou SÓ 14 ANOS ENTRE OS 10 MAIS VENDIDOS NA EUROPA E NOS EUA. Meu parceiro de blog sugeriu dividir a responsabilidade com outros entendidos do assunto e assim foi feito, depois de árduas cobranças chatas de minha parte, eis o trabalho conjunto.

Modéstia à parte, penso ter formado o melhor time possível. Os comentários sem aspas são de minha autoria (Gabriel Carlos Ogata Nogueira ou GON), os outros são das seguintes autorias: Guilherme Kandratavicius (GK), engenheiro de alimentos na Louis Dreyfus Commodities; Caio Cesar Oliveira (CCO), estudante de administração e vendedor da Galeria do Som em Ribeirão Preto; Tadeu Scharlack Carciolari, professor de segurança do trabalho em Araras e Sérgio de Mello Júnior , estudante de psicologia e ex-aluno de quem vos escreve.

1 – Speak to Me/Breathe

Um bumbo que imita a pulsação cardíaca, Roger Waters falastrão, o caixa abrindo e fechando, risadas e gritos tenebrosos. Esse é o carro abre-alas do álbum, seguido de slide havaiano que é impossível não ‘viajar’. Gilmour dá a dica de como se portar diante a repressão e intimidação, tema comum ao Floyd naquela época: se conformar e valorizar a vida terrena (smiles you’ll give and tears you’ll cry/all you touch and all you see is all your life will ever be) e ironizar o trabalho árduo dos ingleses sem sequer ver a luz do dia usando coelhos (dig that hole, forget the sun…don’t sit down it’s time to dig another one). Mas na parte final desejam dias melhores (balanced on the biggest wave).

Os acordes distorcidos, e estendidos, com o baixo cadenciado suavizam a canção o tempo todo, mesmo que sejam breves 2:30, um recorde para a banda que se habituou com até 20 minutos em uma só faixa. Nick Mason segue sem pressa na bateria e Richard Wright, o básico nos teclados. (GON)

2 – On the Run

A ‘faixa de transição’ do album, em que os dois cabeças do grupo usam e abusam de sintetizadores e sampleadores, um efeito psy nos anos 70 (ou os avós desse ritmo). O videoclipe usado na turnê P.U.L.S.E retrata um paciente angustiado numa cama de hospital, que começa a ser mover com a agressão do instrumental, chegando até uma pista de aeroporto, casando perfeitamente. Nem só de Mágico de Oz vive a sincronização de Dark Side. (GON)

3 – Time

“A única musica do álbum creditada a todos os integrantes, e uma das que retrata mais claramente o objetivo do álbum, que é direcionar as canções, aos problemas cotidianos, e coisas que “cansam as pessoas”,

Os anos estão cada vez mais curtos e logo você percebe que 10 anos ficaram para tras e você nem viu! É, fico me imaginando, se fosse escrita nos dias de hoje, seria um tema bem atual.

Detalhe para a introdução da musica, começa com gravações não instrumentais. Cada relógio foi gravado separadamente em uma loja de antiguidades, e seguido por uma bateria com tempos estranhos e uma escala de contra baixo marcante até por volta dos 2min e 25seg. Depois cantada por Gilmour e Wright, com belos backing-vocals femininos.

E no final para fechar com chave de ouro, uma reprise da faixa de abertura do álbum “Breathe” traz a atenção novamente para a canção, antes que siga para a próxima faixa.” (CCO)

“Com uma sinfonia descompassada de sinos e gongos de um mar de relógios, somos tomados por uma sensação de despertar angustiante, o coração dispara, a respiração se torna ofegante; perdidos, não conseguimos distinguir o sonho da realidade.

O tiquetaquear do relógio se funde aos batimentos do coração, e a sensação de agonia começa a se tornar palpável; porém uma sensação de leveza logo começa a se desenhar no horizonte e uma brisa leve e quente, juntamente com a sensação de estar Cansado de tomar banho de sol nos arremete a um tempo sem preocupações onde as horas parecem se arrastar e o espírito de Peter Pan parece reinar.

E como a volúpia do vento em mudar de sentido, o estado de êxtase se altera, e como se saíssemos de um coma  você descobre; Que dez anos ficaram para trás, E você corre e corre atrás do sol; Mas ele está se pondo; Fazendo a volta para nascer outra vez atrás de você.

Com a sensação de o tempo estar escorrendo por entre os dedos, como a areia em uma ampulheta, a impotência se apodera e somos novamente arremetidos pela agonia, agora você percebe que a Cada ano vai ficando mais curto e Parece não haver tempo para nada, o desespero cresce juntamente com a sensação de desamparo.

O tempo se foi, a música terminou; Pensei que eu tivesse algo mais a dizer; a sensação de impotência e perda nos arrasta para um sentido de depressão, os versos finais de alguém esperando por um milagre se tornam ainda mais pesados como se a esperança tivesse sido a muito deixada para trás, culminando em um ponto final vazio, sem note, sem vida.

Assim como a Alice, aquela do país das maravilhas, o Pink Floyd nos faz sentir em um mundo de sonhos misto com a realidade, é esta tênue e fina linha que divide o real do irreal que torna a degustação deste álbum uma experiência única.

Essa mescla perfeita de elementos sintetizados com a gravação de uma relojoaria inteira despertando, juntamente com sua letra, melodia e arranjo que fazem desta canção um clássico atemporal, épico, colossal, um verdadeiro ícone da música moderna.

 A junção mais que perfeita entre, estrutura, melodia e as imagens surrealistas, inspiradas no trabalho do gênio das artes plásticas Salvador Dali, fazem do videoclipe desta musica uma verdadeira obra de arte, a materialização perfeita da música em imagem” (Tadeu Scharlack Carciolari)

4 – The Great Gig in the Sky

“Se houvesse uma musica para descrever uma catastofre, esta seria a musica. Se houvesse uma musica para descrever o pânico, esta seria a musica.

The Great Gig in the Sky foi gravada com a participação da cantora Clare Tony que não tem seu nome creditado no álbum.  A música surgiu a partir de um ensaio em que Richard Wright insinuou alguns acordes nomeados de “Sequencia da Mortalidade”. Bom daí já da para perceber o porquê desta musica ser a trilha sonora ideal para um meteoro caindo na Terra.” (GK)

Video do quadro do Eduard Munchen:

5 – Money

“Primeira musica do lado B do LP do disco em questão.  Dinheiro é poder meus caros.  Se tinha uma musica em 1973 que representava riqueza, era essa.  Não haviam rappers com seus dentes de ouro e corrente gigantescas douradas penduradas no pescoço, tudo se resumia a um compasso totalmente estranho (7/4), um baixo marcado e a um solo de guitarra rico precedido por um solo de saxofone.  Money… It’s a Gas!” (GK)

6 – Us and Them

O patinho feio do álbum também tem o seu charme musical e simbólico. Ecos, calmaria e algumas levantadas de protestos em bons ou intermináveis sete minutos. Aborda a situação do ser humano na guerra, mas que pode ser transportada e entendida no cotidiano sociológico.

A ironia fina do quarteto filosofa a respeito da existência (who knows which is which and who is who), comportamento (‘I mean good manners don’t cost nothing do they, eh?’) e, mais uma vez, detonar a mesmice (Out of the way, it’s a busy day). (GON)

7 – Any Colour You like. 

“Uma das faixas instrumentais do disco, que consiste em uma parte de sintetizadores seguida de solos de guitarra de David que nessa musica utiliza duas guitarras cheias dos efeitos.

Os mais lúcidos dizem que o titulo da musica, veio de uma resposta que o técnico de estúdio utilizava quando lhe eram feitas perguntas: ‘You can have it any colour you like’, que era uma referência à célebre descrição de Henry Ford do Ford T: ‘Você pode tê-lo na cor que desejar, desde que seja preto.’

Porém, os mais infiltrados no assunto, podem dizer da tal relação com o filme Mágico de Oz.

No filme o cavalo muda de cor aproximadamente 5 vezes, na ordem das cores do álbum. Isso foi feito de propósito pelos produtores usando gelatina no cavalo. E agora qual cor você gosta?” (CCO)

8 – Brain Damage

“A origem: batidas graves de um coração acompanham lento dedilhado que sustenta a passagem de notas que se atravem a suavemente ressonarem, como se estivessem à procura do além-música. Assim a presença imaterial dos solos de Gilmour faz-se manifesta em sua pura liberdade e intensidade sonora.E é adentrando nessa atmosfera metamusical que vemos os Floyds fazerem da loucura matéria poético-existencial: os lunáticos estão no gramado, na sala, em nossas próprias cabeças.

Compõem assim um locus simbólico em que toda a faixa se inscreverá: um dentro-fora que faz entremear o que dizemos e o que nos diz, o que nos vê e o que por nós é visto. Entre backingvocals marcantes, falas e risadas, constroem metáforas que caricaturizam a própria condição da loucura, em que o vínculo entre o Eu e a realidade é perdido, em que sujeito e objeto se confundem e se misturam indiferenciadamente. E é de dentro desta condição que, valendo-se da semântica musical e linguística, eles anunciam um encontro conosco no limite do psicológico: “I’ll see you on the dark side of the moon.” Assim, magistralmente nos remetem ao próprio disco e ao encontro mágico e transcendente com a música, que acaba por ser sempre uma descoberta de si mesmo.

Para nos despedirmos desse encontro, nada melhor que o fragmento de um “louco”. Com vocês, as Pessoas de Fernando:’A loucura, longe de ser uma anomalia, é a condição normal humana. Não ter consciência dela, e ela não ser grande, é ser homem normal. Não ter consciência dela,  e ela ser grande, é ser louco. Ter consciência dela, e ela ser pequena, é ser desiludido. Ter consciência dela, e ela ser grande, é ser gênio.’” (Sérgio de Mello Júnior)

9 – Eclipse

A explosão de tudo (assim eclipse é mostrada no clipe), com o efeito de teclado tecnobrega de Rick Wright, é um bom exercício verbal de inglês, conjugando tudo quanto é verbo possível em segunda pessoa no presente. O ato final de Dark Side celebra as ações do ser humano em leve tom de crítica, remetendo ao consumism, à miséria e a mesmice de um modo geral.

O enigma final do insuportável Waters soa esquisito, no entanto brilhante: “Não existe um lado escuro na lua, na realidade ela é toda negra.” Nos acostumamos com ilusões otimistas? Existe algo sombria que sempre nos afasta da verdadeira luz (conhecimento, vida, alegria…), ou simplesmente o The End no trecho de Mágico de Oz. Taí uma pergunta de 40 anos que nem os membros vivos da banda (Rick nos deixou em 2008) irão responder tão cedo, ou ficarão na resposta chavista mexicana: foi sem querer querendo. (GON)

E a pergunta que não quer calar persiste...

E a pergunta que não quer calar persiste…

“Esta coluna é cheia das ideias. Lá atrás, pedimos Guardiola na seleção, “aconselhamos” Neymar a ir embora para a Europa, essas coisas. Agora, temos outros planos para a Libertadores: o fim dela. Ou, melhor, o seu alargamento. Geográfico e de possibilidades. Curto e grosso: a inclusão do soccer, da Liga Americana, no torneio sul-americano que há muito não é só sul-americano.

Vou explicar, mas antes uma pergunta: você está animadão com a Libertadores 2013?

Times fracos, estádios modestos, minúsculos, e muitas vezes vazios, batalhas campais entre torcidas, sinalizadores assassinos, altitude “desumana”, gramados lamentáveis, viagens estapafúrdias. Tudo comandado por uma entidade de sigla mal ajambrada que consegue ser mais bombardeada de críticas que a CBF. E que paga menos a certos clubes que o Paulistão.

A primeira tentação é comparar com a Champions League, seus gramados, estádios lotados, organização, trilha sonora linda, todo o show e o dinheiro que gera. No Brasil, a gente cobre ao vivo com TV e internet até o sorteio da Champions.

Mas, voltando à ideia de uma Libertadores daS AméricaS, com o plural destacado e a América do Norte incluída. O futebol nos EUA, que historicamente era uma piada, já bate com sua liga, em público, o Brasileirão. Segundo reportagem do UOL, empresa comandada pelo Grupo Folha, a Major League Soccer prevê superar os europeus em dez anos. Com bons estádios e organização, eles têm por lá astros em times bem estruturados, como Henry, Robbie Keane, Juninho ex-Vasco.

É longe? É, mas veja. Suponha um jogo do Inter de Porto Alegre, no extremo sul brasileiro, contra o Seattle Sounders, do extremo oeste americano. Numa pesquisa rápida de voos em um site de viagens, essa distância pode ser percorrida em 18,5 horas. Duas horas a mais levaria o Boca Juniors para pegar o time de Vancouver, no Canadá, que disputa a MLS. É muito? O Corinthians, recentemente, levou 17 horas para chegar a Tijuana. Ok, é o México, mas isso já é fronteira com os EUA.

Os perrengues latinos desgastam muito mais que troca de avião. O Cruzeiro em 2008 foi jogar ‘aqui na Bolívia’, em Potosí, cidade a 4.100 m de altitude. Como preparação para o jogo, chegou CINCO DIAS antes em Sucre, 2.800 m de altitude. No dia do jogo, “subiu” a Potosí com jogadores e comissão técnica distribuídos em 13 carros, percorrendo 150 km de uma estrada estreita e sinuosa. Um voo para pegar o New York Red Bulls não doeria tanto.

Uma nova Federação das Américas, calendário flexível, times bem selecionados, americanos ajudando a vender o ‘produto’, negociando patrocínios, cotas de TV/internet. E o Corinthians pegando o LA Galaxy no Itaquerão. Ou o São Paulo encarando o FC Dallas no estádio dos telões gigantes dos Cowboys, para 111 mil pessoas. Só sugestão”

(Lúcio Ribeiro)

Só espero que o nome do torneio mude para 'Liga Chavista' depois dos últimos ocorridos

Só espero que o nome do torneio mude para ‘Liga Chavista’ depois dos últimos ocorridos

Mais dicas em http://www.facebook.com/DiaDiaFonoaudiologia?group_id=0

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Dedicado aos artistas que sempre partem para o sacrifício, dão a vida ou simplesmente levam a pior nos filmes.

5 – Pete Postlethwaite

O tiozão, infelizmente, não está mais entre nós. Pode parecer humor negro, mas Pete morreu em quase todos os filmes nos últimos dois anos de vida, entre 2009 e 2011. Dentre os exemplos, estão Atração Perigosa, Fúria de Titãs, A Origem e Solomon Kaine, além do lendário Em Nome do Pai (1993). Se destacou interpretando padres como em Jardineiro Fiel e Coração de Dragão.

A Exceção: O caçador implacável Roland Tembo, em Jurassic Park II – O Mundo Perdido

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4 – Liam Neeson

Sim, atores com inúmeros filmes em que interpretam herois também tem seus desfechos ruins. Ainda assim, Neeson foi ‘glorioso’ nesse tipo de paticipação, seja no começo como Gangues de Nova York e Cruzada, no final (Batman Begins e A Missão e Fúria de Titãs II) ou quando não aparece, a exemplo do Leão Aslan no primeiro Crônicas de Nárnia.

A Exceção: Liam constuma termina bem nos papéis de policiais ou agentes, como Busca Implacável e Desconhecido, mas foi no consagrado Lista de Schindler em que se destacou mais.

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3 – Ed Harris

Perambulando entre papeis corretos (Olho por Olho e O Segredo do Abismo), o tiozão de Nova Jersey encarnou vilões militares (A Rocha e Círculo de Fogo) e tiras suspeitos (Medo da Verdade e Marcas da Violência), junto a cinebiografias do músico Bethoveen (O Segredo de Bethoveen) e do pintor Jackson Pollock (Pollock).

A Exceção: Se não morreu ao término das tramas, Harris se caracterizou em mau-feitores ignorados (Uma Mente Brilhante e Show de Truman).

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2 – Ron Perlman

Um dos artistas que mais pecam no quesito beleza sofre com tragédias de suas atuações. O currículo é grande: Conan o Bárbaro, Caça às Bruxas, Driver, Blade II, Sonâmbulos, O Nome da Rosa…só pra citar os filmes que assisti.

A Exceção: Perlman se safou em uma das adaptações da DC Comics: Hellboy. Mas o preparo foi árduo, já que a maquiagem demorava 4 quatros pra se acertar (deixar mais feio o que já não é bonito?)

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1 – Sean Bean

Esse dispensa apresentações. Como diz meu sócio de blog “Tá precisando de alguém pra morrer, chama o Sean Bean”. Medalha de ouro com sobras, citando só os mais conehcidos: Jogos Patrióticos, Senhor dos Anéis, A Ilha, OO7 – Goldeneye, Plano de Vôo, Refém do Silêncio, A Morte pede Carona.

A Exceção: Sean ganhou notabilidade no seriado Guerra dos Tronos, no entanto foi no épico Troia, quando fez Ulysses, que sobreviveu até o final, superando inclusive Brad Pitt.

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TCC: Como Naufragar

Posted: 12/03/2013 by sobziro in Ctrl C/Ctrl V, Geral, Momento Rage!
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Quem com trollagem (tenta) sacanear, com trollagem será sacaneado

“Pedido dos Alunos do Mackenzie ao Café Pilão:
Prezados Srs.,
Gostaria de verificar a possibilidade da realização de uma entrevista com o responsável pela Área de Marketing a respeito do mercado de café tipo exportação no Brasil.  Eu e meus colegas somos alunos do curso de Administração/ Comércio Exterior da Universidade Mackenzie e temos como tema do trabalho de conclusão de curso a influência do selo ‘tipo exportação’ no consumo de café no Brasil.
A idéia é estudarmos os efeitos do produto exportável no mercado doméstico e por isso selecionamos profissionais do mercado de café cuja opinião nos seria de algum valor. A entrevista seria agendada conforme a disponibilidade da sua empresa e não levaria mais do que 1h.
Aguardo um retorno, e desde já agradeço.

Resposta do Café Pilão:
Agradecemos o seu contato e o seu interesse no nosso Café Pilão.  Informamos que nós, do Café Pilão, possuíamos uma política para divulgação das informações sobre os nossos produtos e sobre a nossa empresa. Desta forma, disponibilizamos o site para que o estudante  tenha acesso às informações sobre a marca do produto e a empresa
possíveis de serem divulgadas. Você poderá acessar nossa página pelo endereço: http://www.cafepilao.com.br/
Esperamos que você possa apreciar o site do Café Pilão, pois ele foi especialmente desenvolvido com todo carinho para você! Mais uma vez agradecemos o seu contato e colocamos o Serviço de Atendimento ao Consumidor a sua disposição.
Um abraço

Gledes de Souza.
Serviço de Atendimento ao Consumidor.

Réplica dos alunos:
Prezado Sr. Gledes de Souza, somos alunos do último semestre do curso de Administração/ COMEX da Universidade Mackenzie. Embora o nosso curso seja meia-boca, Vsa. seja meia-boca e essa água suja que vocês chamam de café seja meia-boca, nós não o somos e a nossa paciência se esgotou. Como Vsa. não deve saber o que é stress, pois a sua
existência medíocre não prevê a transposição de limites, prazos, etc, eu gostaria de, em poucas linhas, escrever que é muito foda ralarmos para pagar a facu, mantermos nossos empregos, tentarmos minimamente concluir os  trabalhos que sempre deixamos atrasar e ainda termos que aturar respostas imbecis como a que Vsa. nos mandou. Para tentar fazê-lo  perceber o quão estúpida foi a sua atitude, segue um silogismo bem  didático, com a seqüência de raciocínio que o seu cérebro de amendoim deveria ter feito:
1. a minha mensagem chegou por meio do site do Café Pilão, portanto eu tenho acesso à Internet
2. a mensagem foi escrita, logo eu sei escrever
3 se eu sei escrever, muito provavelmente eu saiba ler
4. se eu sei ler, tenho acesso à Internet e acessei o site do Café Pilão p/ escrever a mensagem, eu vi o que havia escrito lá
5. se eu me dei ao trabalho de escrever uma merda de mensagem para uma banca de idiotas do serviço de atendimento, é porque eu preciso de algo ALÉM do que está no site.
Ficou claro? Portanto, meu amigo, eu penso sinceramente que pessoas como Vsa. deveriam ser esterilizadas ao nascer, pois assim pouparíamos as futuras gerações do convívio desgastante que hoje  somos obrigados a manter, em nome dos direitos humanos e da civilidade. Por fim, segue um conselho e um pedido. O conselho é que Vsa. se mate o mais rápido possível, e o pedido é que, antes de se matar, você vá tomar no CÚ.

Tréplica do Diretor de Marketing do Café Pilão
Prezados Formandos:
Como vocês já devem ter percebido, cometeram vários erros na sua solicitação, imperdoáveis em alunos que estão saindo dos bancos de uma universidade para o mercado de trabalho.

Erro 1
Vocês tentaram estabelecer contato com uma grande empresa usando o canal de comunicação errado, ou seja, o SAC, Serviço de Atendimento ao Consumidor. Se vocês já tivessem recebido a graça de um estágio numa empresa medianamente organizada, este fato, além de transformá-los em alvo de piada, jamais lhes renderia um emprego na alta administração, nem menos no telemarketing que é onde as empresas atendem idiotas iguais a vocês.

Erro 2
Vocês também revelaram grande amadorismo em fazer este tipo de contato por e-mail, como se em alguma empresa houvesse profissionais prontos para responder pedidos de filhinhos de papai que deixam os  seus trabalhos de aula para a última hora, porque ficam fumando maconha, correndo gatinhas e torrando a grana da família nos botecos  da vida. Existe um equipamento chamado telefone, que é atendido por uma profissional chamada telefonista. Aqui na Pilão, casualmente, a telefonista é uma diplomada em Administração pela Mackenzie, com ênfase em Comércio Exterior , que,  por suas raízes, certamente abriria as portas para vocês.

Erro 3
O trabalho proposto por vocês é de uma inutilidade espantosa, uma prova de total incompetência para quem está obtendo um diploma de bacharel em administração. Na verdade, é uma pesquisa estúpida e imbecil, pois utiliza uma metodologia completamente errada ?
‘Entrevistas com profissionais do café ‘ para’estudar os efeitos do produto exportável no mercado doméstico’. Garotos, este tema já foi pesquisado há 10 anos atrás e não tem mais a mínima importância depois que Collor de Mello abriu as fronteiras do Brasil. Naquele tempo, aliás, os jovens, além de estudiosos, também eram politizados. Vocês já ouviram
falar dos ‘caras pintadas’ ou acham que isso é apenas um apelido para palhaços como vocês?

Espero, com esta resposta, estar contribuindo para a formação de vocês. Mas, se esta resposta não lhes servir como uma pequena lição, fiquem tranqüilos. Entrem novamente em nosso site e conheçam os nossos projetos sociais, destinados a recuperar jovens drogados, a fazer inclusão digital (ensina inclusive a usar a internet) e a tratar problemas sexuais em jovens estudantes. Ah, antes que esqueça, abriu uma oportunidade de estágio para formandos em Comércio Exterior aqui na empresa: na Namíbia. Sabemos que é no cú do mundo, mas como vocês merecem tomar no cú, é um bom lugar.
Atenciosamente.
Jairo Soares
Diretor de Marketing”

Isso aconteceu na USP, mas pode-se generalizar essa tribo até na rival Mackenzie

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