Arquivo de Maio, 2013

Que bom se a notícia fosse realidade. Médicos e enfermeiros da unidade para tratamento de câncer no Hospital A.C. Camargo, localizado na cidade de São Paulo, tiveram a ideia de ambientar as crianças por meio de decorações usando os herois da DC Comics.

Com referências a Super-Homem, Batman, Lanterna Verde e Mulher Maravilha, os espaços foram decorados na tentativa de alegrar e estimular os pacientes infantis, muito melhor do que as impressões de confinamento, angústia, frio e tristeza (infelizmente) comuns nesses hospitais.

Mas o destaque  maior é a proteção do soro, caixas decorativas com os emblemas, e revistas em hqs citando essas peças como essenciais aos componentes da Liga da Justiça, a qual dá nome ao hall do hospital, serve de propaganda positiva retratando a luta contra a doença-vilã, a mais comum sendo a leucemia, de acordo com a Dra. Cecília Lima da Costa.

O vídeo abaixo mostra como é o dia-a-dia da unidade, narrada e legendada em inglês! Viva os nossos Patch Adams.

 

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diretamente do http://www.brainstorm9.com.br/37607/advertising/hospital-usa-formulas-de-super-herois-na-luta-contra-o-cancer-infantil/

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Corazón Russo

Posted: 27/05/2013 by sobziro in Geral, Humor, Uncategorized
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Contrabandear mulheres? Ser algemado e tomar infinitos tapas no final? Amar és combatir!

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O velho truque de sobrepor fotografias antigas em paisagens modificadas não é algo inédito feito por fotógrafos. Dessa vez, Khánh Hmoong, faz a arte em seu país natal, ‘devastado’ por várias transformações modernas, mas também com o trauma da guerra contra os E.U.A. (1954-1975). Segue algumas imagens:

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Para mais: http://br.noticias.yahoo.com/blogs/para-curtir/vietnam-olhando-para-o-passado-190650751.html

‘O problema de Barack Obama, disse outro dia uma ex-assessora, “é que na verdade ele não gosta muito de gente”. Até surpreende, continuou Neera Tanden, “que ele seja um político. Não telefona para ninguém e não é próximo de muitas pessoas nem no seu partido”.

Apesar das muitas dificuldades e hesitações do presidente americano, eis aí um motivo a mais para eu simpatizar com ele. Custa a confessar, mas sinto o mesmo: não acho fácil gostar de gente.

Por espírito democrático, durante anos eu me sentava ao lado do motorista de táxi. Até que aprendi o óbvio: quem não tem disposição para conversar com o taxista faz melhor se ficar no banco de trás. Não garante que você fique a salvo de ouvir bobagens, mas protege um pouco.

O inferno são os outros, disse Sartre –e, se a frase costuma ser citada por todo mundo, não é menos verdade que funciona especialmente bem entre intelectuais.

Claro, para citar agora a Simone de Beauvoir, ninguém nasce intelectual. A pessoa se torna intelectual, ou nerd, ou matemático, porque prefere a companhia de livros, computadores e números à dos “amiguinhos” da escola.

Concluo, ainda militando a meu favor, que está errada uma frase clássica da direita populista. A saber, a de que “esses intelectuais de esquerda não gostam de povo”.

Não é que não gostem de povo. Não gostam de gente, em geral. Marilena Chaui, por exemplo, afirma detestar a classe média.

Se definirmos classe média como o grupo que se vê refletido nas páginas de “Veja”, concordo. A classe operária, se for definida como o grupo que se vê refletido nos programas do Datena, não se sai melhor.

Sim, tenho bons amigos e preciso deles. Se vou a um jantar, divirto-me, conto casos, derrotei há muito a própria timidez. Mas faço um esforço, cada vez maior, aliás, para sair de casa.

“Nunca saí de casa sem ter levado porrada”, resumiu o escritor Pedro Nava. Felizmente não digo o mesmo. Às vezes cumpro até um desafio: o de obter um sorriso, uma risada, de cada pessoa com quem encontro. Como certo personagem de Racine, cubro de flores a borda do grande abismo.

Depois, tudo fica tão mais fácil com a internet. Mesmo a ida ao shopping, relativamente segura e confortável, perde para a comodidade de se comprar qualquer porcaria em casa.

Escrevo essas coisas pensando no problema das cidades. Nem preciso falar da Virada Cultural. A iniciativa é excelente (eu é que não vou). Serve para que os habitantes de São Paulo se reapropriem de um espaço tomado pelos carros e pelos mendigos.

Mas é uma luta de vida ou morte, como se viu com as vítimas desse último fim de semana.

O problema não se limita a São Paulo. Tome-se a maratona de Boston. A ideia, ainda uma vez, é inventar um uso “saudável”, ou “cultural”, para o espaço urbano. Não se trata mais de viver a cidade no seu dia a dia, mas de produzir “eventos”. Esses se esgotam em si mesmos.

Não são mais procissões ou comícios, e se alguém quer cuidar da saúde pode perfeitamente correr sozinho. A ideia é juntar gente. Celebrar, se quisermos, a experiência de um corpo coletivo.

A luta de vida ou morte, também nos Estados Unidos, se fez presente. Uma bomba caseira pode fazer mais estragos do que dez arrastões paulistanos.

A saída parece ser a de tornar o espaço público um espaço vigiado. As câmeras previnem, ou pelo menos ajudam a punir, a ação dos agressores da cidade.

O direito de ir e vir, de conviver com os semelhantes, torna-se uma espécie de “sursis”, de liberdade condicional –e a igualdade se resolve nos números afixados no crachá do maratonista, se não forem os números da ficha policial.

Ao colapso do espaço público corresponde a hipertrofia do espaço privado. O símbolo disso veio também dos Estados Unidos. Um maníaco sequestra menininhas, cobre de tábuas as janelas da própria casa, promove toda sorte de abusos, e os vizinhos não sabem de nada.

Fechado no seu núcleo protetor, sem admitir um raio de sol dentro de casa, aquele infeliz cultivava o fungo fantasioso do incesto.’

Lá fora, na maratona, ou na escola modelar, outro maníaco dispara a esmo ou detona bombas na multidão. Pedofilia e terrorismo se completam. Entre o espaço público e o privado, inventou-se a terra de ninguém, a prisão sem dono, com jaulas a céu aberto: o campo de Guantánamo.

Quem sabe? Na escala dos que não gostam de gente, talvez eu não seja dos mais exagerados.’

(Marcelo Coelho)

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Os bons filmes de luta dificilmente decepcionam seus espectadores, até mesmo os de categoria B- (im)possível. Entretanto, há cenas de combate que valem por toda a película, ainda que ela deixe a desejar todo o resto. Nesse top 5, que virou 10 trocando ideias com o sócio do blog, destaca as melhores batalhas entre dois oponentes.

Como critério do juiz que vos escreve, não foram avaliadas cenas de Hqs (Homem Aranha, Batman, Transformers…) e exércitos de um homem só (Matrix, Kill Bill e afins). Sim, o ranking foi bolado no calor da emoção do post anterior

Em contagem regressiva, eis as pancadarias (Infelizmente algumas estão editadas):

10º -Tom Hardy x Joel Edgerton (Guerreiro)

Contexto da Luta: Os irmãos Collon são finalistas em um torneio de lutadores profissionais, e cada um tem uma meta: Brendan (Edgerton) precisa da grana e Tommy (Hardy) quer redenção pelos problemas familiares que enfrentou.

Por que a luta é foda? Um olhar alternativo e cinematográfico do universo do MMA (reconhecido ou paralelo), com dois lutadores que, literalmente, bateram adversários superiores nas eliminatórias.

9º – Kong x T-Rexs (King Kong)

Contexto da Luta: O gorila gigante Kong tenta defender a indefesa Ann Darrow (Naomi Watts) das mordidas dos selvagens Tiranossauros Rexs. Engraçado como T-Rexs famintos preferem uma mísera humana do que um primata gigante para o almoço.

Por Quê a luta é foda? Andy Serkis, o eterno Smeagol, encarna de modo perfeito o gorila, e os répteis virtuais foram cuidadosamente ajeitados nas cenas. Tá, eles são inferiores ao Jurassic Park.

8º – Russel Crowe x Sven-Ole Thorsen (Gladiador)

Contexto da Luta: Maximus tenta recuperar a glória de combatente fiel e aniquilar o imperador Commodus, que matou sua família e o escravizou. Para isso, entretém a população do ‘pão e circo’ como gladiador em um embate contra Tigris e tigres (trocadalho do carilho).

Por que a luta é foda? O ar de espetáculo promovido por Ridley Scott no coliseu cenográfico dá a beleza, e os animais usados para apimentar a luta causa certos sustos.

7º – Michelle Yeoh x Ziyi Zhang (O Tigre e o Dragão)

Contexto da Luta: Jen (Zhang) porta uma espada roubada e sagrada e distribui porradas por onde passa na China. A aliada de Li Mu Bai (Yeoh) tenta impedi-la de prosseguir até a chefe Raposa Jade.

Por que a luta é foda? Sexo frágil que nada, a pancadaria promovida usando armas por essas ‘donzelas’ é um dos melhores momentos do filme, com o murcho Chow Yun-Fat no papel principal.

6º – Jet Li x Shido Nakamura (O Mestre das Armas)

Contexto da Luta: Para defender a honra chinesa das invasões europeia e japonesa, Huo (Li) participa de um torneio contra os melhores lutadores do outro lado. Tanaka (Nakamura) usa a espada, em uma luta com trapaças e final triste (no spoiler).

Por que a luta é foda? São dois atores que evitam dublês, e o caráter geopolítico da briga (China x Japão) tenta mostrar qual é o melhor nas artes marciais.

5º – Chuck Norris x David Carradine (McQuade Lobo Solitário)

Contexto da Luta: McQuade (Norris) tenta salvar esposa e filha das garras do perverso traficante de armas Wilkes (Carradine). A porradaria acontece na parte final do filme, quando a trupe do vilão é vencida.

Por que a luta é foda? Simplesmente porque reúne os dois maiores blockbusters de arte marcial dos anos 70 e 80. Norris já tinha aprendido a lição com Bruce Lee e Carradine, com seu enlatado Kung Fu.

4º – Jackie Chan x Benny the Jet (Detonando em Barcelona)

Contexto da Luta: Thomas (Chan) tenta resgatar a amada trancafiada no castelo de um rico malvado. E luta contra um de seus melhores guarda-costas (Jet) para seguir em frente.

Por que a luta é foda? Outro encontro de dois lutadores profissionais que evitam dublês. Ainda que tenha muita edição e algumas falhas, a luta é uma das melhores já feitas. Lembrando que Benny é coreógrafo de vários muitos de luta.

3º – Sylvester Stallone x Dolph Lundgren (Rock IV)

Contexto da Luta: Rock Balboa (Stallone) tenta vingar a morte do ex-inimigo Apollo Creed contra o soviético Ivan Drago (Lundgren). Mas todos os oitentistas sabem que esse filme da franquia estava mais para escancarar a Guerra Fria do que valorizar o boxe.

Por que a luta é foda? Porque é soco atrás de soco de ambos os lados, com heroísmo típico estaduniense lutando em território inimigo, no caso Moscou.

2º – Van Damme x Bolo Young (O Grande Dragão Branco)

Contexto da Luta: Fran Dux (Damme) quer persistir no torneio de lutas de vale-tudo na Tailândia e bater quem bateu seu irmão, o temeroso tetas móveis Chong Li (Yeung).

Por que a luta é foda? Os teens preferem o chute borboleta de Karate Kid, os testosterônicos vão a loucura com a cara ensanguentada do Van Damme e as bateria imaginária de Yeung!

1º – Bruce Lee vs Kareem Abdul (Jogo da Morte)

Contexto da Luta:  Lo (Lee), finge sua própria morte para perseguir os bandidos que querem sua cabeça. Para chegar ao chefe final (bem Street of Rage isso), precisa vencer seu capanga Hakim.

Por que a luta é foda? Além da sequência dos golpes, basta atentar aos uniformes de cada lutador, qualquer adaptação ou cópia feita até hoje nos filmes e games não é mera coincidência.

All or nothing!

All or nothing!

Ontem, comentando sobre um vídeo de stop motion com bonecos do Dragon Ball Z, surgiu o assunto sobre Bruce Lee e o resultado de sua arte nas telonas sendo homenageada de tudo quanto é jeito possível. Com certeza o astro foi um divisor de águas nas lutas no cinema, demonstrando as técnicas do kung-fu cuidadosamente ensaiada, filmado e editado. Para os jovens que deliraram com Chuck Norris (anos 80), Jackie Chan e Van Damme (Anos 90), Jet Li e Jason Staham (Anos 2000), que reconheçam Bruce como o precursor de todos, inclusive descendo a porrada nos dois primeiros.

Mas o jogos eletrônicos também deram o seu jeito de remeter a Bruce. Vamos aos 4 mais notáveis (se houver mais nos ajudem):

1º – Fei Long (Street Fighter)

Ignorado nas primeiras versões do game estilo versus mais famoso da história, veio junto com uma trupe formada mesclada de americanos (Dee Jay e T. Hawk) e europeia (Cammy). Banca o honesto ao abdicar da magia, a não ser a voadora em chamas, e a cara sisuda na chamada já entrega.

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2º – Liu Kang (Mortal Kombat)

É escolhido dentre vários lutadores para representar a Terra em confronto com outras dimensões: Outworld e Earthrealm. Um dos mais irritantes lutadores da saga, mas também que mais aparecem em todos os games (ao lado dos lendários Sub-Zero e Scorpion), imita Bruce com as vestimentas, descaradamente no primeiro jogo, e também com os gritos, sob os movimentos do coreano Ho Sung-Pak.

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3º – Kid Dragon (World Heroes)

Talvez o mais desapercebido de todas as ‘cópias’. O game foi pioneiro nos jogos de luta exclusivamente para Neo-Geo. Na primeira versão Kid Dragon, adepto do kung-fu, aparece como representante da China, se mudando inusitavelmente para Coreia do Sul, terra do taekwondo, a partir da segunda. Mais uma vez os gritinhos de Bruce, junto a socos a la E. Honda e chutes rápidos.

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4º – Law (Tekken)

Tekken até hoje é referência para jogos de versus em 3D, e Law aparece em todas as linhas, apesar de não ser um protagonista como Liu-Kang. A homenagem é explícita no uniforme de motoqueiro amarelo, usado por Bruce Lee na lendária cena contra Abdul Kareem Jabbar filme Operação Dragão.

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1º AVISO:

À noite, se atirarem um ovo no pára-brisas de seu carro (reconhecível pelo amarelo da gema) mantenha a calma e a velocidade, não use o limpador de pára-brisas! NUNCA coloque água no pára-brisas! Aumente a velocidade porque os LADRÕES estão por perto.

Explicação: O ovo e a água ao se unirem, formam uma substância viscosa, tal como o leite, e você vai precisar parar, pois bloqueará a sua visão em cerca de 90%. Fuja dali o mais depressa possível! Este é o ultimo método que eles inventaram.

2º AVISO:

imagine que você vai para o seu carro que deixou estacionado, abre a porta, entra, tranca as portas para ficar em segurança e liga o motor. Você não faz sempre assim?

Entretanto, olhando pelo espelho interno, você vê uma folha de papel no vidro traseiro, que te bloqueia a visão. Então, naturalmente, xingando quem colocou um maldito anúncio no seu
vidro traseiro, você põe o carro em ponto morto, puxa o freio de mão, abre a porta e sai do carro para tirar o maldito papel, ou o que seja que esteja bloqueando a sua visão. Quando chega na parte de trás, aparece o ladrão, vindo do nada, te rende, entra e leva o seu automóvel c/ a chave na ignição, o motor que estava ligado (se tiver bloqueador já vai estar liberado), c/ a sua
carteira, documentos e o que mais houver lá.

Assim, se houver alguma coisa bloqueando a sua visão, não desça do carro. Arranque o seu veículo usando os espelhos retrovisores externos, espere e desça em outro local, mais à frente, c/ total segurança.

3º AVISO:

CUIDADO em BARES, RESTAURANTES, IGREJA e outros locais de encontros coletivos. Bandidos estão dando de 10 x 0 em criatividade em nós e na Polícia, portanto, vamos acabar com isso… Você e seus amigos ou familiares estão num bar ou restaurante, batendo papo e se divertindo. De repente chega um indivíduo e pergunta de quem é o carro tal, com
placa tal, estacionado na rua tal, solicitando que o proprietário dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está dificultando a saída de outro carro. Você, bastante solícito vai, e ao chegar até o seu carro, anunciam o assalto e levam seu carro e seus pertences, e ainda terá sorte se não levar um tiro…

Numa mesma noite, o resgate da Polícia Militar atendeu a três pessoas baleadas, todas envolvidas no mesmo tipo de história. Repasse esta notícia para alertar seus amigos. O jeito, em caso semelhante ir acompanhado!Chame alguns amigos para ir junto, e de longe verifique se é verdade. Isto também pode acontecer, quando se está na igreja, supermercado…ou em outros locais de encontros coletivos. ‘MENSAGEM TRANSMITIDA PELO ATENDIMENTO 190 ‘

E o mais importante para fluir o trabalho: evite trotes

E o mais importante para fluir o trabalho: evite trotes