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“União Brasileira Socialista Soviética. Piada de mau gosto mesmo, também acho, mas a pena mesmo é que a discussão política entre nós seja da idade da pedra e o socialismo ainda seja levado a sério. A piada de mau gosto mesmo é que estamos à beira de um golpe de Estado invisível no Brasil.

O leitor e a leitora já estão a par do decreto do governo que institui a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social? Trata-se de decreto para aparelhar movimentos como o MST (gente que quer tomar a terra alheia), o MTST (gente que discorda da ideia de que se deve pagar pelo teto em que mora) e outros movimentos que englobam gente “sem algo” e acham que a sociedade deve dar pra eles. Esses grupos darão um golpe de Estado invisível. Tudo fruto, é claro, de setores do PT radical e os raivosos ex-PT, hoje em pequenos partidos.

Esse decreto é um golpe de Estado sem dizer que é. Lentamente, os setores mais totalitários do país, amantes de ditaduras do proletariado (ou bolivarianas) voltam à cena no Brasil. Comitês como esses tornam os poderes da República reféns de gente que passa a vida sendo profissional militante. Quando você acordar, já era, leis serão passadas sem que você possa fazer algo porque estava ocupado ganhando a vida.

Pergunte a si mesmo uma coisa: você tem tempo de ficar parando a cidade todo dia, acampando em ruas todo dia, discutindo todo dia? Provavelmente não, porque tem que trabalhar, pagar contas, levar filhos na escola, no hospital, e, acima de tudo, pagar impostos que em parte vão para as mãos desses movimentos sociais que se dizem representantes da “sociedade”.

Mas a verdade é que a maioria esmagadora de nós, a “sociedade”, não pode participar desses comitês porque não é profissional da revolução.

Tais movimentos que se dizem sociais, que afirmam que as ruas são deles, mentem sobre representarem a sociedade. Mesmo greves como a do metrô, capitaneada por uma filial do PSTU, não visa apenas aumentar salários. Visa instaurar a desordem para que o Brasil vire o que eles acham que o Brasil deve ser.

Afinal, de onde vem a grana que sustenta essa moçada dos movimentos sociais? A dos sindicatos, sabemos, vem dos salários que são obrigatoriamente onerados para que quem trabalha sustente os profissionais dos sindicatos. Mas, até aí, estamos na legalidade de alguma forma. Mas e os “sem-Macs” ou “sem-iPhones”, vivem do quê? Quando os vemos na rua, não parecem estar passando fome e frio como dizem que estão. Essa gente é motivada e sustentada de alguma forma.

Por que não se exige entrar nas contas do MST e MTST e descobrir de onde vem a grana deles? Quem banca toda essa estrutura militante? Temo, caro leitor e cara leitora, que sejamos nós, os mesmos que eles consideram inimigos, a menos que concordemos com eles.

Uma das grandes mentiras desses movimentos sociais é dizer que combatem a “elite econômica”, que, aliás, em dia de greve, fica em casa porque não precisa de fato se virar pra ir trabalhar.

Quem sofre com esses movimentos que arrebentam o cotidiano é gente que perde o emprego, perde o negócio, perde a vida se fica parada no trânsito ou na fila. É gente que, quando muito, anda de carro 1.0, não gente que anda de helicóptero.

É diarista, empregada doméstica, porteiro de prédio, professor, estudante sem grana e que tem que pagar a faculdade, não riquinhos da zona oeste paulistana que fazem sociais para infernizar a vida dos colegas.

É médico que tem três empregos, é dona de casa que cuida de filhos e trabalha fora, é trabalhador da construção civil, é gente “mortal”, comum, que não pode se defender dos caras que fecham a cidade dizendo que fazem isso em nome do “povo”.

Os movimentos sociais têm demonstrado seu caráter autoritário. Pensam que as ruas são o quintal de seus comitês, que aparelharão os poderes da República.

Se não bastasse isso tudo, vem aí o controle social da mídia. Dizer que será apenas para evitar monopólios é achar que somos idiotas. Veja o que aconteceu na Argentina”

(Luiz Felipe Pondé)

Brazil_comunista

Aula de economia mundial usando vacas como exemplo:

Socialismo: Você tem duas vacas. Uma delas você doa ao vizinho.

Comunismo: Você tem duas vacas. O Estado confisca ambas e lhe dá o leite.

Fascismo: Você tem duas vacas. O Estado confisca ambas e lhe vende o leite.

Nazismo: Você tem duas vacas. O Estado confisca ambas e te dá um tiro

Burocracia: Você tem duas vacas. O Estado confisca ambas, mata uma, ordenha a outra e joga o leite fora.

Capitalismo Tradicional: Você tem duas vacas. Vende uma e compra um boi. Espera se reproduzirem e a economia cresce. Você vende as crias e retira os insumos.

Capitalismo Americano: Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite por outras quatro. Mais tarde, contrata um consultor para analisar porque a vaca morreu.

Capitalismo Francês: Você tem duas vacas. Entra em greve, organiza um motim e bloqueia as estradas até conseguir três vacas.

Capitalismo Japonês: Você tem duas vacas. Você as redesenha para que elas tenham 1/10 do tamanho original e produzir 20 vezes mais leite. Por fim, cria-se um desenho inteligente chamado ‘Vacakimon’ e vende pro mundo inteiro.

Capitalismo Alemão: Você tem duas vacas. Modifica sua genética para que vivam 100 anos e come uma por mês junto com o leite ordenhado.

Capitalismo Italiano: Você tem duas vacas, mas não sabem onde estão. Então resolve ir almoçar.

Capitalismo Russo: Você tem duas vacas. Você reconta e percebe que tem 5 vacas. Conta de novo e percebe que tem 42 vacas. Conta mais uma vez e nota duas vacas. Por fim, abre outra garrafa de vodka.

Capitalismo Suíço: Você tem 5000 vacas. Nenhuma delas lhe pertence. Cobra do proprietário por armazená-las.

Capitalismo Chinês: Você tem duas vacas. 300 homens a ordenham. Então alega que contribui para geração de empregos e para produtividade bovina. Prende o jornalista que o denunciar.

Capitalismo Indiano: Você tem duas vacas. Você as venera.

Capitalismo Britânico: Você tem duas vacas. Ambas são loucas.

Capitalismo Iraquiano: Todo mundo afirma que você tem muitas vacas. Mesmo que negue eles não acreditam. Aí bombardeiam a m* do seu país. Você ainda não tem vacas mas fará parte de uma democracia.

Capitalismo Australiano: Você tem duas vacas. O negócio parece rentável. Então fecha a fábrica e vai celebrar com cervejas.

Um mú pra você no coração atômico da mamãe!