Archive for the ‘Sugestão da Casa’ Category

Porque show do Foo Fighters sem ‘Everlong’ é Nirvana!

 

 

foofighters

Para os casais, momentâneos, fixos ou meio-termos, festejam da melhor forma (im)possível a data romântica de hoje. Segue as trilhas:

5 – WE ARE ONE / KISS

Um hit de amor dos caras-pintadas do Hard Rock. A canção é bela e ‘fofa’, mas atentem-se à letra e…sim, isso mesmo!

 

4 – BLACK / PEARL JAM

No final do debutante Ten, os caras de Seattle abusaram da ‘cornitude-psicodélica’, mas nem por isso menos geniosa.

 

3 – YELLOW / COLDPLAY

Coincidência por dar nome de cor, a melodia é  até empolgante, e a letra uma simples declaração de amor sofrida.

 

2 – STRAY HEART / GREEN DAY

Tentar recuperar o amor perdido é tema recorrente nas músicas ‘love’. Nessa, o Green Day conclama desculpas pelo coração perdido.

 

1 – WITH OR WITHOUT YOU / U2

De mãos atadas, amor e ódio andando lado a lado, viajando pela costa…e pensar que o ‘latin lover’ do U2 quase foi parar no lixo antes da gravação.

 

Os bons filmes de luta dificilmente decepcionam seus espectadores, até mesmo os de categoria B- (im)possível. Entretanto, há cenas de combate que valem por toda a película, ainda que ela deixe a desejar todo o resto. Nesse top 5, que virou 10 trocando ideias com o sócio do blog, destaca as melhores batalhas entre dois oponentes.

Como critério do juiz que vos escreve, não foram avaliadas cenas de Hqs (Homem Aranha, Batman, Transformers…) e exércitos de um homem só (Matrix, Kill Bill e afins). Sim, o ranking foi bolado no calor da emoção do post anterior

Em contagem regressiva, eis as pancadarias (Infelizmente algumas estão editadas):

10º -Tom Hardy x Joel Edgerton (Guerreiro)

Contexto da Luta: Os irmãos Collon são finalistas em um torneio de lutadores profissionais, e cada um tem uma meta: Brendan (Edgerton) precisa da grana e Tommy (Hardy) quer redenção pelos problemas familiares que enfrentou.

Por que a luta é foda? Um olhar alternativo e cinematográfico do universo do MMA (reconhecido ou paralelo), com dois lutadores que, literalmente, bateram adversários superiores nas eliminatórias.

9º – Kong x T-Rexs (King Kong)

Contexto da Luta: O gorila gigante Kong tenta defender a indefesa Ann Darrow (Naomi Watts) das mordidas dos selvagens Tiranossauros Rexs. Engraçado como T-Rexs famintos preferem uma mísera humana do que um primata gigante para o almoço.

Por Quê a luta é foda? Andy Serkis, o eterno Smeagol, encarna de modo perfeito o gorila, e os répteis virtuais foram cuidadosamente ajeitados nas cenas. Tá, eles são inferiores ao Jurassic Park.

8º – Russel Crowe x Sven-Ole Thorsen (Gladiador)

Contexto da Luta: Maximus tenta recuperar a glória de combatente fiel e aniquilar o imperador Commodus, que matou sua família e o escravizou. Para isso, entretém a população do ‘pão e circo’ como gladiador em um embate contra Tigris e tigres (trocadalho do carilho).

Por que a luta é foda? O ar de espetáculo promovido por Ridley Scott no coliseu cenográfico dá a beleza, e os animais usados para apimentar a luta causa certos sustos.

7º – Michelle Yeoh x Ziyi Zhang (O Tigre e o Dragão)

Contexto da Luta: Jen (Zhang) porta uma espada roubada e sagrada e distribui porradas por onde passa na China. A aliada de Li Mu Bai (Yeoh) tenta impedi-la de prosseguir até a chefe Raposa Jade.

Por que a luta é foda? Sexo frágil que nada, a pancadaria promovida usando armas por essas ‘donzelas’ é um dos melhores momentos do filme, com o murcho Chow Yun-Fat no papel principal.

6º – Jet Li x Shido Nakamura (O Mestre das Armas)

Contexto da Luta: Para defender a honra chinesa das invasões europeia e japonesa, Huo (Li) participa de um torneio contra os melhores lutadores do outro lado. Tanaka (Nakamura) usa a espada, em uma luta com trapaças e final triste (no spoiler).

Por que a luta é foda? São dois atores que evitam dublês, e o caráter geopolítico da briga (China x Japão) tenta mostrar qual é o melhor nas artes marciais.

5º – Chuck Norris x David Carradine (McQuade Lobo Solitário)

Contexto da Luta: McQuade (Norris) tenta salvar esposa e filha das garras do perverso traficante de armas Wilkes (Carradine). A porradaria acontece na parte final do filme, quando a trupe do vilão é vencida.

Por que a luta é foda? Simplesmente porque reúne os dois maiores blockbusters de arte marcial dos anos 70 e 80. Norris já tinha aprendido a lição com Bruce Lee e Carradine, com seu enlatado Kung Fu.

4º – Jackie Chan x Benny the Jet (Detonando em Barcelona)

Contexto da Luta: Thomas (Chan) tenta resgatar a amada trancafiada no castelo de um rico malvado. E luta contra um de seus melhores guarda-costas (Jet) para seguir em frente.

Por que a luta é foda? Outro encontro de dois lutadores profissionais que evitam dublês. Ainda que tenha muita edição e algumas falhas, a luta é uma das melhores já feitas. Lembrando que Benny é coreógrafo de vários muitos de luta.

3º – Sylvester Stallone x Dolph Lundgren (Rock IV)

Contexto da Luta: Rock Balboa (Stallone) tenta vingar a morte do ex-inimigo Apollo Creed contra o soviético Ivan Drago (Lundgren). Mas todos os oitentistas sabem que esse filme da franquia estava mais para escancarar a Guerra Fria do que valorizar o boxe.

Por que a luta é foda? Porque é soco atrás de soco de ambos os lados, com heroísmo típico estaduniense lutando em território inimigo, no caso Moscou.

2º – Van Damme x Bolo Young (O Grande Dragão Branco)

Contexto da Luta: Fran Dux (Damme) quer persistir no torneio de lutas de vale-tudo na Tailândia e bater quem bateu seu irmão, o temeroso tetas móveis Chong Li (Yeung).

Por que a luta é foda? Os teens preferem o chute borboleta de Karate Kid, os testosterônicos vão a loucura com a cara ensanguentada do Van Damme e as bateria imaginária de Yeung!

1º – Bruce Lee vs Kareem Abdul (Jogo da Morte)

Contexto da Luta:  Lo (Lee), finge sua própria morte para perseguir os bandidos que querem sua cabeça. Para chegar ao chefe final (bem Street of Rage isso), precisa vencer seu capanga Hakim.

Por que a luta é foda? Além da sequência dos golpes, basta atentar aos uniformes de cada lutador, qualquer adaptação ou cópia feita até hoje nos filmes e games não é mera coincidência.

All or nothing!

All or nothing!

Pela primeira nessa industria vital, essa é a primeira vez que consigo assistir partes da lista dos favoritos ao Oscar. Vamos aos chutes:

MELHOR ATOR: Com a ajuda dos críticos (jornais, revistas) acho que Daniel Day-Lewis leva o tri por Lincoln, mas Hugh Jackman (Os Miseráveis) e Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida) podem surpreender.

MELHOR ATRIZ: Jennifer Lawrence, até porque só consegui ver esse filme dentre as indicadas. Mas fez por merecer caso leve.

ATOR COADJUVANTE: Concorrência acirrada, mas o carrancudo Tommy Lee Jones se superou. Waltz (Django Livre) não seria surpresa. De Niro come pelas beiradas

ATRIZ COADJUVANTE: Mesmo com a dramaticidade e presença de Sally Fields e o esforço de Jacki Weaver, todos contam com Anne Hathaway, com o comovente I Dreamed a Dream em um take só!

DIRETOR: Ang Lee (As Aventuras de Pi) é uma boa, Spielberg levaria pelo ‘patriotismo’ e David O. Russel pela ‘mensagem positiva e bonitinha’.

FILME: Dentre os 5 vistos, arrisco em Lincoln. No entanto, ultimamente a banca tem gostado do cliquê ‘EUA exemplo X Oriente Médio demônio’, Argo e A Hora Mais Escura, que (in)felizmente não vi, podem levar.

A estatueta pro ano que vem será patriótica, francesa, hindu, moralista ou terrorista?

A estatueta pro ano que vem será patriótica, francesa, hindu, moralista ou terrorista?

Circula há um bom tempo no youtube apresentações em estúdio de Meytal Cohen, baterista israelita com carreira militar (O)(O). O que ela faz além de sucesso? Veja os vídeos em que ela acompanha as batidas das músicas e diga algo sobre seu sorriso ‘tímido’,

Meytal+Cohen+20

O interesse pelo rock, e consequentemente por bandas gringas como U2, R.E.M., Kiss e afins fez com que o estudo em inglês fosse primordial, já que não adianta achar a canção bonita se não for possível entender a letra, por essas e outras que não ouço muito, e com todo respeito aos fãs e a carreira consagrada, o Sepultura.

New Year´s Day foi uma das primeiras músicas do U2 que me cativou quando ouvi a banda pela 1ª vez, aos 12 anos em ‘The Best od 80-90’, o lendário cd com o menino loiro trajando capacete, e como é ‘comovente’ os instrumentos chorosos nesse hit, em que Bono discursa melancolicamente (mas nada que lembre Ian Curtis, Robert Smith ou Morrisey), The Edge se reveza entre o piano e a guitarra, Adam Clayton dá o tom numa sequência muito conhecida no baixo e Larry Mullen cadencia as batidas.

A letra em si mistura os dois temas habituais da banda, amor e engajamento político, e logicamente uma breve mensagem otimista de Ano Novo, que dá o título à música. Mas para deleite para todos os fãs do quarteto irlandês, segue abaixo 6 vídeos, o clipe de 1983 gravado no inverno finlandês (um mico confessado pelo próprio Bono), e performances ao vivo, das turnês War (Morrison em 1983), Zoo Tv (Sidney em 1993), Popmart (Cidade do México em 1997), Elevation tour (Slane Castle em 2001) e Vertigo tour (Chicago em 2005).

Além de enjoar, é bom também para analisar as mudanças de aparência e figurino adotado pela banda no decorrer dessas turnês. Feliz Ano Novo a todos!

U2_Park

Confesso que desanimei quando Daniel Craig foi escolhido o novo 007: “Depois de anos da elegância (forçada é verdade) de Pierce Brosman chegou a vez dos brucutus?” Foi o que pensei. Similares ambos fazem o famoso biquinho ao atirar a lendária pp7 (lembrei do nome pelo game) e a ‘corrida ereta’ a lá T1000 em Exterminador do Futuro II. Cassilo Royale, de 2006, foi mediano, e Quantum of Solace (2008) só não foi perfeito porque os roteiristas insistiram no enredo “América Latina: terra de ditadores e traficantes”. Apesar disso, os dois filmes acusaram alguns podres da geopolítica internacional, que enfatiza uma Inglaterra sempre na saia justa com os irmãos norte-americanos.

Mas nesse magnífico trabalho dirigido por Sam Mendes, dos enigmáticos Beleza Americana e Soldado Anônimo, a forçada de barra incrivelmente passou desapercebida. Preocupados em recuperar um HD com nomes de agentes infiltrados nas mais terríveis organizações terroristas do mundo que caiu em mãos erradas, Bond sai em busca de mercenários terceirizados para salvar a agência MI6 de mais um vexame público. Ainda que contasse com a ajuda de Eve (Naomie Harris), o plano fracassa.

Junto com uma Judi Dench apreensiva e exausta, vem a tona um novo chefe burocrático e desconfiado (Ralph Fiennes) disposto a mudar toda a política de atuação interna e externa, piorada por um atentado a bomba dentro da própria agência via hacker. O chefão dessa tramoia toda é Silva, um Javier Bardem cínico, sarcástico e debochado, um filho bastardo dos tempos de treinamento de James Bond.

O filme cativa a qualquer fã dos filmes do agente, mesmo com a ausência de carrões equipados, pequenos objetos explosivos, dentre outros. Isso talvez foi pensado pelo próprios criadores, já que tais efeitos remetem à época de espionagens de Guerra Fria, algo superado nos filmes de ação dos anos 2000. Outro aspecto interessante são as lutas do filme, diretas, curtas e efetivas, claro que a favor de Bond, sem (muitos momentos) de cansativas imobilizações e o suspense na hora de atirar nos ‘bonzinhos’.

Como todo filme na Era Craig, o final do filme indica uma provável continuação, porém no momento em que é questionado por um psicólogo qual a relação com a palavra Skyfall (o significado é revelado na parte final), Bond não hesita em dizer: Fim! Será?

Onde os fracos agentes não têm vez