Arquivo de Novembro, 2013

Incêndio no Prédio

Posted: 14/11/2013 by sobziro in Ctrl C/Ctrl V, Geral, Humor
Etiquetas:, , ,

Um prédio de 4 andares foi totalmente destruído pelo fogo; um incêndio terrível. Todas as pessoas das 10 famílias de Sem-teto, que haviam invadido o 1º andar, faleceram no incêndio.

No 2º andar, todos os componentes das 12 famílias de retirantes, que viviam dos proventos da “Bolsa Família”, também não escaparam.

O 3º andar era ocupado por 4 famílias de ex-guerrilheiros, todos beneficiários de ações bem sucedidas contra o Governo, filiados a um ParTido politico influente, com altos cargos em estatais e empresas governamentais, que também faleceram.

No 4º andar viviam engenheiros, médicos, dentistas, advogados, professores, empresários, bancários, vendedores, comerciantes e trabalhadores com suas famílias. Todos escaparam.

Imediatamente a “Presidente da Nação” e toda a sua assessoria mandou instalar um inquérito para que o “Chefe do Corpo de Bombeiros” explicasse a morte dos “cumpanheiros” e por que somente os moradores, do 4º andar haviam escapado.

O Chefe dos Bombeiros respondeu:
– Eles não estavam em casa. Estavam trabalhando

bolsa família

O site Um Sábado Qualquer (http://www.umsabadoqualquer.com) aborda a religião católica de forma sadia e sem ofensas, e conta com participações de outros deuses, como Zeus (Grécia), Odin (Nórdicos) e Rá (Egito). Em publicações recentes, debochou-se do fato de Ganesh, deus hindu, venerar as vacas:

999611_746777678672779_1201810306_n

A resposta do deus-elefante, conhecido como representante da sabedoria na Índia, não poderia ser mais bem sacada ou sarcástica:

1454595_746801298670417_924201168_n

Isso tudo serve para refletirmos sobre as religiões, que deveriam atuar como precursoras da fé e da tolerância, mas que infelizmente serve aos desejos da arrogância e do capital. Pastor Waldomiro que o diga.

‘Um senhor inglês de Manchester, chamado Steven, 54 anos, topete insistente sobre cabelos cada vez mais escassos, camisas justas comprimindo a barriga, é autor da maior prova de que as biografias não autorizadas deveriam não só ser permitidas, mas obrigatórias.

Steven, claro, é Steven Patrick Morrissey, vocalista e compositor da banda fundamental dos anos 80, os Smiths, dono também de uma carreira solo tumultuada, mas de enorme sucesso.

Cantou e compôs, como ninguém, as dores dos solitários, dos que sofrem de inaptidão para a vida.

Morrissey, esse seu nome artístico, também é conhecido pelas atitudes duras e por um temperamento impossível.

Mas não é bem esse o Morrissey que emerge de um livro recém-lançado nos países de língua inglesa, cujo nome já diz tudo: “Autobiography”.

Em uma sequência nem sempre conexa de eventos, “Autobiography” apresenta Morrissey como eterna vítima de desprezo e de complôs –dos colegas de banda, da Justiça, da imprensa, das gravadoras, de empresários incompetentes. Cada um desses, o autor pulveriza com brutal causticidade.

Sim, ele resolveu contar sua história. E, em nenhuma biografia recente, o pronome possessivo “sua” teve tanta força.

Não há divisão em capítulos, nem índice onomástico, nem preocupações cronológicas. Fica a impressão de que Morrissey sentou-se por alguns dias e escreveu a esmo sobre sua vida, conforme ia se lembrando.

Sabe-se lá com quais estratagemas, Morrissey conseguiu que o livro saísse pela coleção “Penguin Classics”, que, como o nome indica, dedica-se a grandes obras da filosofia e da literatura, de Aristóteles a Hannah Arendt, passando por Charles Dickens, Edgar Allan Poe e Primo Levi. Deve ser o único autor vivo da série.

Fruto de caprichos, instrumento para pequenas e grandes vendetas, “Autobiography” seria, então, uma obra desprezível? Longe disso.

Morrissey escreve tão bem, tem um domínio tão completo do ritmo da língua, do “turn of phrase”, como se diz em inglês, que “Autobiography” é uma leitura, na maior parte, agradável e iluminadora.

O maior obstáculo são as primeiras páginas, de lembranças da infância, com minúcias de dezenas de séries de TV por que ele era obcecado.

O livro melhora muito quando começa a falar de música. Ao abordar sua banda preferida, os punks “avant la lettre” New York Dolls, Morrissey produz análises ricas. “As canções dos Dolls tratam da vida acontecendo contra nós –nunca com ou para nós.” “Os Dolls eram o cortiço de todos os fracassos, não tinham nada a perder e mal conseguiam diferenciar entre noite e dia.”

David Bowie, outra de suas paixões, aparece muito. Desde quando Morrissey, aos 13 ou 14 anos, matava aula para acompanhar as passagens de som do ídolo, até o Morrissey já consagrado, que percebe a estratégia de Bowie de se aproximar de quem quer que esteja na moda e descreve o músico mais velho como alguém “que se alimenta do sangue de mamíferos vivos”.

Os Smiths são o foco da parte mais tediosa –ou mais reveladora, depende do referencial. É quando Morrissey remói o julgamento que o opôs a Mike Joyce, o baterista da banda. Nove anos depois da separação, Joyce decidiu reivindicar 25% dos direitos autorais, em vez dos 10% que ganhava.

Joyce venceu. A sentença do juiz John Weeks foi especialmente dura com Morrissey, chamado de “desonesto, truculento e indigno de confiança”.

Aconteceu em 1996, mas o autobiógrafo não engoliu até hoje. E gasta cerca de 15% de “Autobiography” em diatribes contra os outros ex-Smiths e o sistema judicial. Maldades literárias de alta qualidade, mas um teste da paciência para o leitor.

Já perto do fim, mais um impiedoso ritual de vingança. A vítima agora é Julie Burchill, romancista, jornalista, ex-crítica de música, conhecida pelo raciocínio rápido e pela acidez. Morrissey encontra seu igual. E pratica uma evisceração da oponente.

Julie, que está fazendo uma entrevista com o cantor, é chamada de “cabra velha”, e acusada de se vestir “como uma conselheira espiritual”.

E mais: “Deus interrompeu a formação correta de seu corpo”; “tem as pernas lamentáveis do fim da meia-idade”; “seu corpo nu provavelmente é capaz de matar plânctons marinhos no mar do Norte”.

Como se vê, Morrissey usou “Autobriography” para acertar contas com o mundo e seus tantos inimigos. Fez isso sem amarras, aparentemente sem um editor, com estilo, à sua maneira. “Auto”, sem dúvida. Mas biografia?’

(Álvaro Pereira Júnior)

Morrissey Autobiography

Quero ver alguém do sexo feminino me dizer que é mentira!

20131107-20131107-tirinha228

Pescado no http://www.comoeurealmente.com

Não comentarei aqui a supérflua, desnecessária, humilhante e montada(?) matéria da Veja SP sobre o Rei – Kiko – dos Camarotes. Mas vale ver as sátiras feitas, e que bombaram ainda mais a figura do socialite paulistano.

 

– Paulo Soares, o Amigão, como Rei da Informação na ESPN:

 

– Marcelo Mendes como Rei do League of Legends

 

– Tattodo Errado e o Rei do Boteco

 

– 10 mandamentos do Babaca do Camarote, no canal nostemosvagas

 

– Versão gamer do Saints Row IV

 

Pelo menos não usou o pior meme dramático pastelão possível:

1000359_10151757318093441_241744355_n

Brasileiro é Otário?

Posted: 04/11/2013 by sobziro in Geral
Etiquetas:, , ,

Mais uma vez uma reportagem retirada da imparcial Veja, metralhando, pra variar, o PT. Mas dessa vez tem lá os seus fundos de verdade. A coluna é encabeçada por Rodrigo Constantino.

‘Tenho um amigo que é o feliz proprietário de um carro sueco Volvo. Marca excelente, considerado o carro mais seguro do mundo.

Mas como todo o automóvel, eventualmente apresenta algum problema. Neste caso foi uma pequena irregularidade no funcionamento do motor. Como o proprietário é engenheiro e gosta do assunto, dedicou-se a pesquisar pessoalmente o que estava ocorrendo. Constatou-se que um dos bicos injetores dos cinco cilindros estava enviando uma quantidade maior de combustível que os demais, o que ocasionava o funcionamento irregular. Bastaria portanto, substituir o bico avariado. Uma peça do tamanho de um isqueiro BIC. Melhor seria a substituição dos cinco bicos. Segundo cotação realizada na Volvo do Brasil, os bicos, no mercado brasileiro, custavam aproximadamente R$ 700/cada – ou seja, R$ 3.500,00 os cinco. 

Para tirar a dúvida, nosso amigo resolveu consultar o site internacional de compras E-Bay. E lá encontrou os cinco bicos por apenas US$ 260, mais US$ 34 de frete. Uma diferença absurda,  favor do consumidor, onde pagando um, ele levaria os cinco bicos…

nota-e-bay

Até aqui, nenhuma novidade. Todo o mundo sabe a taxação estratosférica que qualquer produto “importado” para o Brasil paga. A surpresa veio 15 dias depois, quando o produto chegou. Veja a foto. O produto tinha na embalagem a inscrição MADE IN BRAZIL. Fabricado pela BOSCH brasileira

foto02132

É aquela política terrível de, como brasileiros, não termos acesso a certos produtos. São apenas “for export”. Ridícula intervenção do Estado na Economia. Num momento em que o país é sacudido de Norte a Sul com o grito de “NÃO AGUENTO MAIS!” , trago mais este ingrediente a pauta de cretinices a que os brasileiros são submetidos diariamente. 

Em plena era da globalização somos uma ilha de explorados economicamente como se tivéssemos os portos (ou os olhos) fechados a produtos das “nações amigas”, como se dizia muito antigamente. E o pior, é que o produto é fabricado aqui, mas não está à disposição dos nativos, nós. Isso é coisa de governos de países TOTALITÁRIOSEsta é mais uma entre as várias formas pelas quais somos roubados pelo governo. Uma vergonha!’

E você aí, reclamando do Playstation 4! É isso mesmo Mantega?

Mais no link: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia

 

Para quem ainda está enchendo o saco com a decisão de Diego Costa por querer defender a Fúria ao invés da Canarinho:

– Ele vai ser convocado por Felipão até a Copa? Talvez
– E por Del Bosque? Com certeza

– Foi valorizado nos últimos jogos pela CBF? Sequer foi convocado
– E pela Confederação Espanhola? Sim (é artilheiro do Campeonato Espanhol)

– Deve esperar ser reconhecido por uma pátria que vive de momento? Deve pensar no seu futuro e de sua família
– Deve arriscar se consagrar por uma seleção na casa do ‘adversário’ (Maracanã)? Lógico!

– É mercenário? Não, muitos outros jogadores já fizeram essas escolhas, incluindo um NÃO para a seleção, a exemplo de Mauro Silva (2002) e Mário Fernandez (2011)
– Felipão e Parreira não fizeram a mesma coisa quando assumiram Portugal e África do Sul? Sim, mas é diferente, de acordo com o ilmo José Maria Marin Dedos-leves para medalhas

– E qual o jogo sujo, tramado pela CBF com o aval de Felipão – ou seria o inverso? – ao convocar um jogador que foi esnobado até pelo reserva-cavadinha-anatídeo do Corinthians em outras chamadas? Minar as chances de Diego defender a principal rival da seleção na Copa, que vem com tudo para defender sua hegemonia. Muy amigos esses cumpadres não?

Por falar em Marin, mais uma vez o baixinho Romário vêm a tona para falar o que muito dirigente baba-ovo sequer sonha: que tanto ele quanto Ricardo Teixeira deveriam estar presos.

Calúnia? Misteriosamente saiu uma reportagem na folha  na qual ele e a patota que o elegeu terão as mordomias em um dos resorts mais luxuosos do Brasil, aliás, de toda a Bahia. Para quem não viu: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/folhanacopa/2013/11/1365252-sorteio-dos-grupos-da-copa-2014-tera-mordomia-para-eleitores-da-cbf.shtml

Segue também a reportagem do baixinho: http://br.esporteinterativo.yahoo.com/noticias/sem-papas-na-l%C3%ADngua–rom%C3%A1rio-abre-o-jogo-sobre-teixeira-e-marin—tinham-que-ser-presos–233626231.html

Ôôulé!

Ôôulé!