Chacina, Precipitações e Incógnitas

Posted: 08/08/2013 by sobziro in Eu acho que..., Geral, Momento Rage!
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Primeiro minha opinião, depois o parecer do coronel que investiga o caso

Marcelo Rezende endemoniou o game Assassin’s Creed na chacina provocada pelo filho dos policiais em São Paulo. O brasileiro e a velha mania de culpar qualquer coisa por qualquer barbárie.
Caro apresentador e meios de comunicação, sou da geração que jogou à exaustão Quake e Mortal Kombat e nem por isso sou um atirador frustrado que odeia o mundo. Esse tipo de reação, se for constatado o garoto como autor do crime, é resultado de uma cadeia de influências desde o momento em que ele veio ao mundo, passando por educação, convivência e consumo de, por e todas as preposições viáveis, ao seu redor, principalmente os pais.
Só lembrando que nos últimos anos quem vem incitando – e vendendo – a violência é a própria imprensa. A reflexão sobre como cuidar, atentar e vigiar os filhos para evitar fins trágicos como esse começa na velha, respeitosa e básica conversa aberta, e contando sim com especialistas das áreas urgentes (pedagogia, psicologia…).
Dois anos após Realengo, outra tragédia envolvendo menor de idade ganha espaço nos debates, e dessa vez em uma família que não pertencia a classe baixa, fator importante a ser destacado, já que os crimes comuns são justificados pela situação financeira, insuflado pelo abandono e comportamento errôneo dos progenitores.

“Um menino que não tinha problemas comportamentais e elogiado pelos professores. Um garoto de 12 anos sem nenhum traço de bipolaridade, esquizofrenia, psicopatia e/ou psicose. Não sabia lidar com armas. Era um garoto alegre e sociável.
Cinco pessoas foram mortas. Isso é, um garoto sozinho, subjugou 5 pessoas. Enquanto ele atirou em um, os outros ficaram esperando.
Lembrando que, quando uma pessoa da um tiro na própria cabeça ou no próprio ouvido, a tendência clara é o corpo cair para o lado oposto, em torno de 35 cm a 50 cm da arma. Afinal o impulso do impacto do tiro faz a pessoa ir para o lado oposto do tiro.
Se, por um exemplo, os pais foram mortos primeiros, porque a tia e a tia-avó continuaram deitadas? Se a tia e a tia-avó foram mortas primeiro, porque os pais não fizeram nada?
Tiros de precisão na cabeça. Um menino de 12 anos, que esta matando os familiares, não dará, tiro de precisão na cabeça. Geralmente, filhos e/ou pais que matam seus entes, atiram no coração e, quando o tiro é na cabeça, é impreciso. Tem a ‘marca’ do recuo da própria pessoa. Há hesitação na hora do tiro.
É mais fácil culpar quem não pode se defender (afinal ele já morreu) do que apontar o real culpado, BLINDADO PELA MÍDIA.
Um menino de 12 anos monta toda uma cena, mata 5 pessoas com tiros na cabeça, é destro – fato constatado pela família – (e o tiro foi da esquerda para direita) dirige um carro e estaciona na porta da escola, volta e se mata?
O fato da porta não estar arrombada e sim aberta é facilmente explicado. Há duas hipóteses: A primeira é que a própria família abriu a porta por conhecer seu algoz. A segunda é: Na hora que alguém estava chegando, o algoz rendeu a pessoa e entrou junto.”
(coronel Telhada)

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