Arquivo de Junho, 2013

Para os casais, momentâneos, fixos ou meio-termos, festejam da melhor forma (im)possível a data romântica de hoje. Segue as trilhas:

5 – WE ARE ONE / KISS

Um hit de amor dos caras-pintadas do Hard Rock. A canção é bela e ‘fofa’, mas atentem-se à letra e…sim, isso mesmo!

 

4 – BLACK / PEARL JAM

No final do debutante Ten, os caras de Seattle abusaram da ‘cornitude-psicodélica’, mas nem por isso menos geniosa.

 

3 – YELLOW / COLDPLAY

Coincidência por dar nome de cor, a melodia é  até empolgante, e a letra uma simples declaração de amor sofrida.

 

2 – STRAY HEART / GREEN DAY

Tentar recuperar o amor perdido é tema recorrente nas músicas ‘love’. Nessa, o Green Day conclama desculpas pelo coração perdido.

 

1 – WITH OR WITHOUT YOU / U2

De mãos atadas, amor e ódio andando lado a lado, viajando pela costa…e pensar que o ‘latin lover’ do U2 quase foi parar no lixo antes da gravação.

 

RESUMO

O Prêmio Nobel de Literatura manifesta apoio aos recentes protestos na praça Taksim, em Istambul, cujo estopim foi a decisão governamental de arrasar o parque Gezi. A partir de vigília realizada por sua família, em 1957, contra o corte de uma castanheira, ele evoca momentos afetivos e políticos ligados à praça e à cidade.

Para compreender os acontecimentos em Istambul e entender essas pessoas corajosas que estão nas ruas, combatendo a polícia e sufocando com a fumaça venenosa do gás lacrimogêneo, quero começar com uma história pessoal.

Em meu livro de memórias “Istambul” (Companhia das Letras, 2007), escrevi sobre como minha família inteira vivia nos apartamentos que compunham o prédio Pamuk, em Ni?anta??. Em frente a esse prédio havia uma castanheira de 50 anos de idade, que, felizmente, continua ali. Mas, certo dia, em 1957, o prefeitura decidiu derrubar essa árvore para alargar a rua. Os burocratas presunçosos e governadores autoritários ignoraram a oposição do bairro.

Assim, no dia em que a árvore seria cortada, meu tio, meu pai e a família toda passaram dia e noite na rua, revezando-se para montar guarda. Dessa maneira protegemos nossa árvore; mas também criamos uma memória compartilhada que a família toda ainda recorda com prazer e que nos une.

Hoje a praça Taksim é a castanheira de Istambul e deve continuar a sê-lo. Vivo em Istambul há quase 60 anos e não posso imaginar que haja um único morador da cidade que não tenha pelo menos uma recordação vinculada de algum modo à praça.

Nos anos 1930, o velho quartel de artilharia que agora querem converter num shopping center continha um pequeno estádio de futebol onde eram promovidas partidas oficiais. O famoso “Taksim Gazino”, que ocupava o centro da vida noturna de Istambul nas décadas de 1940 e 1950, ficava numa esquina do parque Gezi.

Mais tarde todas essas construções foram demolidas, árvores foram cortadas, novas árvores foram plantadas, e uma fileira de lojas e a galeria de arte mais famosa de Istambul foram instaladas em uma lateral do parque. Nos anos 1960 eu sonhava em ser pintor e expor meus trabalhos nessa galeria.

Nos anos 1970, a praça foi palco de comemorações entusiásticas do Dia do Trabalho promovidas por sindicatos e ONGs de esquerda e, durante algum tempo, eu mesmo participei dessas comemorações. (Em 1977, 42 pessoas foram mortas numa explosão de violência provocada e no caos que a seguiu.) Durante minha juventude, assisti com curiosidade e prazer a toda espécie de partidos políticos –partidos da direita e da esquerda, nacionalistas, conservadores, socialistas, social-democratas– promovendo comícios em Taksim.

Neste ano o governo proibiu a celebração do Dia do Trabalho na praça. Quanto ao quartel, que supostamente seria reconstruído, todos em Istambul sabem que ele acabaria como mais um shopping ocupando o último espaço verde que resta no centro da cidade.

O fato de que mudanças tão significativas na praça e no parque que abrigam as memórias de milhões de pessoas tenham sido planejadas e realizadas até a etapa da derrubada de árvores sem que a população de Istambul tenha sido consultada antes foi um erro grave do governo de Erdogan.

Fica claro que essa atitude insensível nasce do desvio crescente do governo rumo ao autoritarismo. (O relatório de direitos humanos da Turquia é hoje o pior de uma década.) Mas me enche de esperança e confiança ver que o povo de Istambul não vai abrir mão nem de seu direito de promover manifestações políticas na praça nem de suas memórias sem lutar.

(ORHAN PAMUK, tradução de CLARA ALLAIN)

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A Punição Chinesa do Argentino

Posted: 07/06/2013 by sobziro in Geral, Humor
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Estavam bebendo numa praça da China: um americano, um argentino e um brasileiro.

Só que na China isso é proibido e eles foram pegos em flagrante. Presos, foram mandados ao Juiz pra receberem sua sentença. O Juiz deu uma bronca enorme e disse que cada um ia receber 20 chicotadas como punição. Só que estavam em transição entre o ano do cão e o do rato, então cada prisioneiro tinha direito a um pedido: 

– Você americano! Seu país é racista, capitalista e eu odeio vocês, mas promessa é promessa!
Qual o seu desejo, desde que não seja escapar da punição? 

– Quero que amarrem um travesseiro nas minhas costas! 

– Que assim seja! E tome as chicotadas com o travesseiro nas costas.

Lá pela décima chicotada o travesseiro cedeu e o americano levou 10 chicotadas das 20 prometidas. 

– Sua vez argentino! Seu povo é muito arrogante e trapaceiro. Odeio vocês, mas promessa é promessa!! Qual o seu desejo? 

– Que amarrem 2 travesseiros nas minhas costas! E assim foi. Lá pela décima quinta chicotada os travesseiros cederam e o argentino tomou 5 das 20 chicotadas. Mas ficou feliz porque passou a perna no americano! Foi a vez do brasileiro.
– Ora, ora, você é brasileiro…. povo simpático, bom de futebol, humilde… como eu gosto do seu povo você terá 2 pedidos!! – Bem, eu quero levar 100 chicotadas… 
– Espantoso!! Ainda por cima é corajoso!! Seu pedido será realizado!! Qual é o próximo pedido? 

– Amarra o argentino nas minhas costas!!

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Diretamente do http://www.testosterona.blog.br/2013/06/03/homens-de-barba-sao-mais-respeitaveis/

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10 – A ÁFRICA É UM PAÍS

Pode parecer inacreditável, mas muitas pessoas, segundo ela, ainda pensam que a África inteira é um país só. Na verdade, o continente africano tem 61 países ou territórios dependentes, e população superior a um bilhão de habitantes (o que faz deles o segundo continente mais populoso, atrás apenas da Ásia).

9 – A ÁFRICA INTEIRA É UM DESERTO

Dependendo das referências (alguns filmes, por exemplo), um leigo pode imaginar que a África inteira seja um deserto escassamente povoado por beduínos e camelos. Mas apenas as porções norte e sudoeste do continente (desertos do Saara e da Namíbia, respectivamente) são assim; a África apresenta um rico ecossistema com florestas, savanas e até montanhas onde há neve no cume.

8 – TODOS OS AFRICANOS VIVEM EM CABANAS

A fama de continente atrasado permite, segundo Vrey, que muitas pessoas achem que a população inteira habite cabanas com paredes de terra e teto de palha. A África, no entanto, tem moderníssimos centros urbanos nos quais vive, na realidade, a maior parte da população. As pessoas que habitam tais cabanas geralmente vêm de grupos tribais que conservam suas vilas no mesmo estado há muitas décadas.

7 – OS AFRICANOS TÊM COMIDAS ESTRANHAS

Uma cidade africana, de acordo com a jornalista, se assemelha a qualquer outra localidade ocidental no quesito alimentação: pode-se encontrar qualquer lanchonete de fast food, por exemplo. Christine explica que os hábitos alimentares dos africanos não diferem muito do nosso, exceto pelo que se come em algumas refeições, como o “braai” (o equivalente ao nosso churrasco).

6 – HÁ ANIMAIS SELVAGENS POR TODA PARTE

Em uma cidade africana, você verá o mesmo número de leões ou zebras que encontraria nas ruas de qualquer metrópole mundial: zero. Não há absolutamente nenhuma condição favorável para eles nos centros urbanos, é óbvio que vivem apenas em seus habitat naturais. Se você quiser ir à África com o intuito de observar animais selvagens, terá que fazer uma viagem específica para esse fim.

5 – A ÁFRICA É UMA EXCLUÍDA DIGITAL

A jornalista Christine conta que ainda conversa com pessoas, pela internet, que ficam surpresas pelo simples fato de que ela, uma africana, tem acesso a computadores e internet! Um dos interlocutores da jornalista chegou a perguntar se ela usava um computador movido a vapor. Ela explica que a tecnologia não perde muito tempo em fazer seus produtos mais modernos chegarem até a África, e que eles estão cada vez menos atrasados em relação ao resto do mundo.

4 – EXISTE O “IDIOMA AFRICANO”

Da mesma forma que ainda há gente que considera a África um único país, também existem pessoas que imaginam todos os habitantes do continente falando a mesma língua. Christine explica que apenas na Namíbia, de onde ela veio, há mais de 20 idiomas usuais, incluindo mais de um “importado” e alguns nativos. Nenhum país do continente tem menos de cinco dialetos correntes.

3 – A ÁFRICA TEM POUCOS HOTÉIS

Não é uma missão impossível encontrar hospedaria em uma visita ao continente africano. As maiores cidades do continente dispõem de dezenas de hotéis disponíveis para turistas. Só nas oito maiores cidades da África do Sul, segundo Vrey, existem 372 hoteis.

2 – OS AFRICANOS NÃO SABEM O QUE É UM BANHEIRO

Há quem pense, de acordo com a jornalista, que todos os africanos sejam obrigados a fazer suas necessidades atrás do arbusto ou em latrinas a céu aberto. Isso vale, segundo ela, apenas para as áreas desérticas e vilarejos afastados. No geral, uma casa na África dispõe de um vaso sanitário muito semelhante ao seu.

1 – TODOS OS AFRICANOS SÃO NEGROS

Da mesma forma que houve miscigenação de raças na América, devido às intensas migrações de europeus, a África também recebeu essas misturas. Na Namíbia, por exemplo, há famílias africanas brancas descendentes de franceses, holandeses e portugueses. Mas não há apenas isso: o continente também abriga grandes comunidades de indianos, chineses e malaios, de modo que não se pode falar em “raça africana”.

Christine Vrey também explica que não existe uma “raça negra”. Muitas pessoas, de acordo com a jornalista, acham que todos os negros são da mesma raça ou grupo étnico. Ela conta que já ouviu pessoas descreverem a própria descendência como sendo, por exemplo, ¼ britânicos, ¼ hispânicos, ¼ russos e ¼ “negros”.

Isso é um engano: há várias características físicas dissonantes entre os povos de pele escura. As diferenças começam pela própria tonalidade: alguns povos têm a pele mais “avermelhada” ou mais marrom do que outros, e alguns são menos escuros, sem levar em conta a miscigenação. Não é possível falar, portanto, em “negros” simplesmente.

fonte: http://negrosnegrascristaos.ning.com/profiles/blogs/ideias-erroneas-que-temos-sobre-a-africa

 

Em algum lugar....NO MARROCOS!

Em algum lugar….NO MARROCOS!