A Realidade do Duelo ‘Canarinho x Roja’

Posted: 30/06/2013 by sobziro in Eu acho que..., Geral
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Deu a temida lógica no final do torneio preparatório para a Copa de 2014. A zebra (ou azarada) seleção brasileira encara a franca favorita Espanha em pé de igualdade, superioridade e inferioridade em alguns termos e análises. Já circula na net as frases de desdém caso o Brasil leve o tetra (http://futirinhas.com/times/desculpas-que-darao-se-o-brasil-vencer-a-copa-das-confederacoes), mas uma derrota ‘normal’ (desde que não seja goleada e/ou com um Brasil apático similar a Londres-2012) já surtiria efeitos negativos a mr. big Phil, que na minha opinião é o menos culpado, adicionando mais um motivo às manifestações nas ruas. Partindo para a análise:

I) Por que a Espanha é favorita?

– A base do time: Tem a mistura perfeita dos dois maiores clubes do país, ou Barcelona sem Messi e Real Madrid sem Cristiano Ronaldo

– Longevidades: O técnico Vicente Del Bosque, assim como o time titular, estão juntos há mais de 5 anos

– Fator Pep Guardiola: tocar a bola incansavelmente até achar uma brecha, sem se arriscar no balão, em um esquema de posicionamento triangular perfeito

– Meio Cerebral: Busquets desarma, Xavi organiza e Iniesta avança. É simples, mas alguém supera esse trio?

– Cobrança de Pênaltis: Nenhum batedor contra a Itália chutou de qualquer jeito, inclusive os zagueiros

– Momento: A Fúria é a seleção a ser batida, com recentes 2 Eurocopas e 1 mundial, e há 29 jogos oficiais não sabe o que é derrota

– Reservas de Luxo: no banco estão as estrelas ‘estrangeiras’ (Juan Mata, David Silva, Javi Martinez), extremamente competentes em suas funções. Quem sabe um Fernando Torres?

II) Por que o Brasil é favorito?

– Neymar Calejado: Se antes era dúvida contra grandes seleções,  desencantou com o talento de sobra, fazendo gol de todos os tipos.

– Defesa ‘Experiente’: os laterais Daniel Alves e Marcelo conhecem bem seus companheiros de clube (e vice-versa); os zagueiros, a exceção de Réver, tiveram êxito em confrontos na Champions League.

– Avanço dos Volantes: Enquanto Luis Gustavo segura o piano, Paulinho, se revezando com Hernanes, podem ser as surpresas nas subidas e chutes de longa distância.

– Família Scolari: se Mano Menezes convocou quase 100 jogadores, Luis Felipe deu uma garimpada nas opções, faltando poucas peças e posições e serem acertadas.

– Bernard ou Lucas? Hulk está devendo gols na competição. Seu papel tático é até considerável (força física), mas as opções de correria e sufoco são muito bem-vindas.

– Vitórias contra seleções de nome: Ao vencer França, México, Itália e Uruguai, a seleção recuperou a confiança e moral

Abaixo, o último confronto entre as duas seleções, em 1999. Morientes e Emerson disputam a bola em um amistoso insosso de 0 a 0.

espanha-brasil-1999

 

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